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Volátil, dólar passa subir com Previdência e exterior no radar

Marcello Casal Jr/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


21/02/2019 | 09:50


O dólar virou e subiu até uma máxima na manhã desta quinta-feira, 21, aos R$ 3,7383 (+0,17%) no mercado à vista, após ter mostrado viés de baixa nos primeiros negócios e caído à mínima de R$ 3,7168 (-0,40%).

De acordo com operadores, a taxa de câmbio local sofre influencia do dólar misto lá fora: mais fraco em relação a seus pares principais e também sem direção única em relação a divisas de países emergentes exportadores de commodities.

Vale lembrar ainda que, na quarta-feira, 20, após ter recuado à casa de R$ 3,690 com a apresentação do texto da reforma da Previdência pela manhã, o dólar subiu para o patamar de R$ 3,730 no fechamento. A mudança de rumo respondeu à cautela diante dos eventuais obstáculos que o texto da reforma da Previdência pode encontrar no Congresso e após a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

O documento da reunião do Federal Reserve de janeiro mostrou divisão quanto à necessidade de elevar os juros básicos este ano e alertou para riscos mais significativos de desaceleração econômica na Europa e na China, podendo respingar no resto do mundo.

Às 9h34 desta quinta-feira, o dólar à vista subia 0,23%, a R$ 3,7403. O dólar futuro para março avabçava 0,39%, a R$ 3,7415.



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Volátil, dólar passa subir com Previdência e exterior no radar


21/02/2019 | 09:50


O dólar virou e subiu até uma máxima na manhã desta quinta-feira, 21, aos R$ 3,7383 (+0,17%) no mercado à vista, após ter mostrado viés de baixa nos primeiros negócios e caído à mínima de R$ 3,7168 (-0,40%).

De acordo com operadores, a taxa de câmbio local sofre influencia do dólar misto lá fora: mais fraco em relação a seus pares principais e também sem direção única em relação a divisas de países emergentes exportadores de commodities.

Vale lembrar ainda que, na quarta-feira, 20, após ter recuado à casa de R$ 3,690 com a apresentação do texto da reforma da Previdência pela manhã, o dólar subiu para o patamar de R$ 3,730 no fechamento. A mudança de rumo respondeu à cautela diante dos eventuais obstáculos que o texto da reforma da Previdência pode encontrar no Congresso e após a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).

O documento da reunião do Federal Reserve de janeiro mostrou divisão quanto à necessidade de elevar os juros básicos este ano e alertou para riscos mais significativos de desaceleração econômica na Europa e na China, podendo respingar no resto do mundo.

Às 9h34 desta quinta-feira, o dólar à vista subia 0,23%, a R$ 3,7403. O dólar futuro para março avabçava 0,39%, a R$ 3,7415.

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