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Abrati justifica posição sobre não dar desconto a idosos


Do Diário OnLine
Com Agências

04/08/2004 | 11:22


O diretor-superintendente da Abrati (Associação dos Transportes Interestaduais), José Luiz Santolin, justificou nesta quarta-feira, em entrevista à Agência Brasil, as dificuldades que as empresas de ônibus vêm encontrando para cumprir o Estatudo do Idoso, no que se refere à determinação sobre a gratuidade de dois assentos nos ônibus destinados aos idosos.

Segundo o diretor, a Associação não é contra o estatuto ou contra os idosos. Apenas recorreu à Justiça alegando possíveis falhas na legislação. Entre elas citou a falta de uma identificação ou habilitação do idoso. Justificou que o passageiro deveria ter um cadastro, uma carteira que comprove, realmente, o direito ao benefício.

Santolin também discorreu sobe outros “problemas”, que vão desde a compra dos bilhetes até à identificação no ato do embarque - os documentos são apresentados ao vendedor das passagens. Por fim, citou o problema econômico, já que as empresas teriam prejuízos financeiros em seus serviços com o beneficio.

Santolin sugeriu a criação de uma fonte de financiamento para o benefício, caso contrário as empresas seriam obrigadas a repassar o prejuízo aos outros usuários do transporte, aumentando o preço da passagem.

O Estatuto do Idoso prevê, além da gratuidade de duas passagem por veículo, o pagamento de apenas 50% do embarque para pessoas com mais de 60 anos e com renda inferior a dois salários mínimos.



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Abrati justifica posição sobre não dar desconto a idosos

Do Diário OnLine
Com Agências

04/08/2004 | 11:22


O diretor-superintendente da Abrati (Associação dos Transportes Interestaduais), José Luiz Santolin, justificou nesta quarta-feira, em entrevista à Agência Brasil, as dificuldades que as empresas de ônibus vêm encontrando para cumprir o Estatudo do Idoso, no que se refere à determinação sobre a gratuidade de dois assentos nos ônibus destinados aos idosos.

Segundo o diretor, a Associação não é contra o estatuto ou contra os idosos. Apenas recorreu à Justiça alegando possíveis falhas na legislação. Entre elas citou a falta de uma identificação ou habilitação do idoso. Justificou que o passageiro deveria ter um cadastro, uma carteira que comprove, realmente, o direito ao benefício.

Santolin também discorreu sobe outros “problemas”, que vão desde a compra dos bilhetes até à identificação no ato do embarque - os documentos são apresentados ao vendedor das passagens. Por fim, citou o problema econômico, já que as empresas teriam prejuízos financeiros em seus serviços com o beneficio.

Santolin sugeriu a criação de uma fonte de financiamento para o benefício, caso contrário as empresas seriam obrigadas a repassar o prejuízo aos outros usuários do transporte, aumentando o preço da passagem.

O Estatuto do Idoso prevê, além da gratuidade de duas passagem por veículo, o pagamento de apenas 50% do embarque para pessoas com mais de 60 anos e com renda inferior a dois salários mínimos.

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