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Com dez, Timão arranca vitória contra o Verdão e quebra tabu

Estadão Conteúdo  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Árbitro rouba a cena em triunfo que pôs fim
à sequência ruim do Corinthians diante do rival


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

23/02/2017 | 07:00


O Corinthians conseguiu vitória que será lembrada pelo torcedor durante muito tempo. Com um a menos após expulsão errônea de Gabriel no primeiro tempo, o Timão achou forças para bater o Palmeiras por 1 a 0, gol de Jô, ontem, na Arena, em duelo da quinta rodada do Paulistão. De quebra, no 100º ano do dérbi, o Alvinegro quebrou tabu de seis jogos sem vencer o rival em casa.

O resultado manteve o Corinthians no topo do Grupo A, agora com 12 pontos. Já o Palmeiras estacionou nos nove, na liderança da Chave B.

O clássico começou com intensidade de dar inveja a muitas lutas de MMA e pegava fogo – parecia que um barril de pólvora iria explodir a qualquer momento. Ninguém aliviava dividida alguma – nem mesmo com o próprio companheiro, como fez Felipe Melo ao acertar Mina e precisar utilizar uma touca pelo restante do duelo.

Assim, era questão de tempo para os cartões amarelos começarem a surgir. Felipe Melo, Raphael Veiga e Gabriel foram agraciados. E foi justamente na hora de punir uma infração que o árbitro Thiago Duarte Peixoto estragou o clássico paulistano. Em uma falta cometida por Maycon, o árbitro expulsou erroneamente Gabriel após mostrar o segundo cartão amarelo. No entanto, o volante sequer participou da jogada.

Após consultar os auxiliares – o quarto árbitro, Alessandro Darcie, avisou do engano, conforme mostrou a TV Globo –, Peixoto insistiu no erro e manteve a decisão. Nota para a atitude de Keno, alvo da falta, e Dudu, que apontaram para Gabriel após a falta de Maycon.

“Eu falei: ‘Conserta que vai ser melhor’. Ele não quis”, disse Rodriguinho na saída para o vestiário, onde houve relato de confusão entre diretores corintianos e os árbitros.

Enquanto a bola rolou, o clássico não apresentou grandes emoções. Foram apenas duas bolas no travessão – Gabriel quase fez de um lado; Keno respondeu de outro.

Na segunda etapa, a superioridade numérica palmeirense começou a ficar evidente. Willian carimbou o travessão aos 14, e Cássio impediu gol de Keno, com 19. Mas o Verdão abusou do chuveirinho na área e não conseguia furar o bloqueio corintiano.

E, como prega o ditado, ‘quem não faz, toma’. Após chutão para frente, Guerra vacilou e perdeu para Maycon – o volante achou Jô, que, em seu primeiro toque na bola, não perdoou: 1 a 0 para explosão de felicidade dos corintianos.



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Com dez, Timão arranca vitória contra o Verdão e quebra tabu

Árbitro rouba a cena em triunfo que pôs fim
à sequência ruim do Corinthians diante do rival

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

23/02/2017 | 07:00


O Corinthians conseguiu vitória que será lembrada pelo torcedor durante muito tempo. Com um a menos após expulsão errônea de Gabriel no primeiro tempo, o Timão achou forças para bater o Palmeiras por 1 a 0, gol de Jô, ontem, na Arena, em duelo da quinta rodada do Paulistão. De quebra, no 100º ano do dérbi, o Alvinegro quebrou tabu de seis jogos sem vencer o rival em casa.

O resultado manteve o Corinthians no topo do Grupo A, agora com 12 pontos. Já o Palmeiras estacionou nos nove, na liderança da Chave B.

O clássico começou com intensidade de dar inveja a muitas lutas de MMA e pegava fogo – parecia que um barril de pólvora iria explodir a qualquer momento. Ninguém aliviava dividida alguma – nem mesmo com o próprio companheiro, como fez Felipe Melo ao acertar Mina e precisar utilizar uma touca pelo restante do duelo.

Assim, era questão de tempo para os cartões amarelos começarem a surgir. Felipe Melo, Raphael Veiga e Gabriel foram agraciados. E foi justamente na hora de punir uma infração que o árbitro Thiago Duarte Peixoto estragou o clássico paulistano. Em uma falta cometida por Maycon, o árbitro expulsou erroneamente Gabriel após mostrar o segundo cartão amarelo. No entanto, o volante sequer participou da jogada.

Após consultar os auxiliares – o quarto árbitro, Alessandro Darcie, avisou do engano, conforme mostrou a TV Globo –, Peixoto insistiu no erro e manteve a decisão. Nota para a atitude de Keno, alvo da falta, e Dudu, que apontaram para Gabriel após a falta de Maycon.

“Eu falei: ‘Conserta que vai ser melhor’. Ele não quis”, disse Rodriguinho na saída para o vestiário, onde houve relato de confusão entre diretores corintianos e os árbitros.

Enquanto a bola rolou, o clássico não apresentou grandes emoções. Foram apenas duas bolas no travessão – Gabriel quase fez de um lado; Keno respondeu de outro.

Na segunda etapa, a superioridade numérica palmeirense começou a ficar evidente. Willian carimbou o travessão aos 14, e Cássio impediu gol de Keno, com 19. Mas o Verdão abusou do chuveirinho na área e não conseguia furar o bloqueio corintiano.

E, como prega o ditado, ‘quem não faz, toma’. Após chutão para frente, Guerra vacilou e perdeu para Maycon – o volante achou Jô, que, em seu primeiro toque na bola, não perdoou: 1 a 0 para explosão de felicidade dos corintianos.

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