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Empréstimos federais para as teles aumentou 3.500% no ano



08/08/2008 | 07:03


A reestruturação acionária do grupo Oi, que teve aporte de R$ 2,5 bilhões do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), fez com que o montante destinado pelo banco ao setor de telecomunicações no primeiro semestre do ano superasse em mais de 3.500% o volume liberado em igual período do ano passado.

A expectativa do banco é que as novas tecnologias adotadas pelas operadoras representem investimento total de R$ 58 bilhões até 2011, o que corresponde a uma demanda anual de R$ 14,5 bilhões - parte desses recursos, financiada pelo BNDES.

"O BNDES tem sido um grande financiador do setor de telecomunicações. O setor tem hoje R$ 13 bilhões financiados pelo banco. Este volume deve crescer mais nos próximos anos", disse o presidente do banco, Luciano Coutinho.

De janeiro a junho, o montante destinado à área alcançou R$ 3,6 bilhões, superando os cerca de R$ 100 milhões no mesmo período de 2007. A consolidação do setor de telecomunicações foi marcada, este ano, pela reestruturação da Oi, estágio indispensável para o fechamento da oferta da companhia pela Brasil Telecom.

O acordo foi fechado em 25 de maio, mas ainda depende de mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO) e posterior aprovação pela Agência Nacional de Telecomunicações.

O BNDES, acionista da Oi, aportou R$ 2,5 bilhões numa operação que movimentou cerca de R$ 2,9 bilhões. O banco financiou a Andrade Gutierrez e a La Fonte na compra da participação dos acionistas que deixaram o grupo (Citibank, Opportunity e GP Investimentos). Foi o primeiro passo da Oi rumo à criação da Supertele.

No período de 12 meses até junho, o setor de telecomunicações também apresentou expansão de desembolsos acima dos demais segmentos de infra-estrutura, com 291,3%, somando R$ 6,9 bilhões.

No período, os desembolsos para projetos em transporte terrestre cresceram 81,9%, para R$ 14,9 bilhão, e os de energia elétrica, 85,5%, para R$ 7,3 bilhões.

Coutinho destacou que o segmento de telecomunicações vem demandando cada vez mais recursos e deve se manter forte nos próximos anos.



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Empréstimos federais para as teles aumentou 3.500% no ano


08/08/2008 | 07:03


A reestruturação acionária do grupo Oi, que teve aporte de R$ 2,5 bilhões do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), fez com que o montante destinado pelo banco ao setor de telecomunicações no primeiro semestre do ano superasse em mais de 3.500% o volume liberado em igual período do ano passado.

A expectativa do banco é que as novas tecnologias adotadas pelas operadoras representem investimento total de R$ 58 bilhões até 2011, o que corresponde a uma demanda anual de R$ 14,5 bilhões - parte desses recursos, financiada pelo BNDES.

"O BNDES tem sido um grande financiador do setor de telecomunicações. O setor tem hoje R$ 13 bilhões financiados pelo banco. Este volume deve crescer mais nos próximos anos", disse o presidente do banco, Luciano Coutinho.

De janeiro a junho, o montante destinado à área alcançou R$ 3,6 bilhões, superando os cerca de R$ 100 milhões no mesmo período de 2007. A consolidação do setor de telecomunicações foi marcada, este ano, pela reestruturação da Oi, estágio indispensável para o fechamento da oferta da companhia pela Brasil Telecom.

O acordo foi fechado em 25 de maio, mas ainda depende de mudança no Plano Geral de Outorgas (PGO) e posterior aprovação pela Agência Nacional de Telecomunicações.

O BNDES, acionista da Oi, aportou R$ 2,5 bilhões numa operação que movimentou cerca de R$ 2,9 bilhões. O banco financiou a Andrade Gutierrez e a La Fonte na compra da participação dos acionistas que deixaram o grupo (Citibank, Opportunity e GP Investimentos). Foi o primeiro passo da Oi rumo à criação da Supertele.

No período de 12 meses até junho, o setor de telecomunicações também apresentou expansão de desembolsos acima dos demais segmentos de infra-estrutura, com 291,3%, somando R$ 6,9 bilhões.

No período, os desembolsos para projetos em transporte terrestre cresceram 81,9%, para R$ 14,9 bilhão, e os de energia elétrica, 85,5%, para R$ 7,3 bilhões.

Coutinho destacou que o segmento de telecomunicações vem demandando cada vez mais recursos e deve se manter forte nos próximos anos.

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