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Khatami sugere que Irã 'pague' para retomar diálogo


Da AFP

12/03/2007 | 08:15


O ex-presidente reformista iraniano Mohamed Khatami defendeu que o país pague um preço para restabelecer o diálogo sobre o programa nuclear com as grandês potencias, com o objetivo de evitar uma nova resolução punitiva da ONU (organização das Nações Unidas).

"Acredito que devemos pagar um preço, para obter negociações, ao invés de seguirmos para a crise, e poder garantir os direitos (do Irã) no futuro", declarou Khatami em entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal econômico Sanaat va Tose-e.

Os países ocidentais ofereceram ao Irã o início de negociações sobre o programa nuclear de Teerã, que incluiriam medidas compensatórias à república islâmica, sob a condição de que suspenda o enriquecimento de urânio.

No entanto, Teerã recusou a oferta. "Devemos tentar impedir a adoção de uma nova resolução das Nações Unidas", acrescentou Khatami, que governou o país entre 1997 e 2005.

O Conselho de Segurança da ONU adotou em 23 de dezembro do ano passado uma resolução com sanções limitadas ao Irã. Como o país não obedeceu a exigência de interromper as atividades nucleares sensíveis, os membros permanentes do órgão negociam um novo texto que contemple medidas adicionais de pressão contra a república islâmica.



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Khatami sugere que Irã 'pague' para retomar diálogo

Da AFP

12/03/2007 | 08:15


O ex-presidente reformista iraniano Mohamed Khatami defendeu que o país pague um preço para restabelecer o diálogo sobre o programa nuclear com as grandês potencias, com o objetivo de evitar uma nova resolução punitiva da ONU (organização das Nações Unidas).

"Acredito que devemos pagar um preço, para obter negociações, ao invés de seguirmos para a crise, e poder garantir os direitos (do Irã) no futuro", declarou Khatami em entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal econômico Sanaat va Tose-e.

Os países ocidentais ofereceram ao Irã o início de negociações sobre o programa nuclear de Teerã, que incluiriam medidas compensatórias à república islâmica, sob a condição de que suspenda o enriquecimento de urânio.

No entanto, Teerã recusou a oferta. "Devemos tentar impedir a adoção de uma nova resolução das Nações Unidas", acrescentou Khatami, que governou o país entre 1997 e 2005.

O Conselho de Segurança da ONU adotou em 23 de dezembro do ano passado uma resolução com sanções limitadas ao Irã. Como o país não obedeceu a exigência de interromper as atividades nucleares sensíveis, os membros permanentes do órgão negociam um novo texto que contemple medidas adicionais de pressão contra a república islâmica.

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