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Rebeldes haitianos matam uma pessoa em Cap Haitien


Da AFP

25/02/2004 | 08:23


Os rebeldes armados que tomaram no domingo Cap Haitien, a segunda maior cidade do Haiti, tentavam na terça-feira impor a ordem frente aos saques, e uma pessoa morreu nos confrontos.

O corpo de um saqueador foi encontrado perto do porto, segundo um fotógrafo da AFP, que também presenciou incêndios de casas.

Os saques começaram no domingo, com ataques contra a delegacia, a prisão, o porto, o aeroporto, a alfândega e depósitos de alimentos da cidade.

As reservas de 800 toneladas de alimentos armazenadas pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) e destinadas às escolas e aos centros médicos dos departamentos do norte e do nordeste do Haiti, o depósito da organização humanitária americana Care e os de um importador haitiano de arroz foram totalmente esvaziados.

Um cordão de segurança formado por ex-militares que se juntaram à rebelião foi instalado no porto, enquanto que mais de 100 rebeldes partrulhavam a cidade, procurando partidários do presidente Jean-Bertrand Aristide.

Os líderes rebeldes Guy Philippe e Louis-Jodel Chamblain instalaram seu quartel-general provisório num hotel da cidade, de 1 milhão de habitantes. Eles anunciaram que invadirão em breve Porto Príncipe, a capital do Haiti.



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Rebeldes haitianos matam uma pessoa em Cap Haitien

Da AFP

25/02/2004 | 08:23


Os rebeldes armados que tomaram no domingo Cap Haitien, a segunda maior cidade do Haiti, tentavam na terça-feira impor a ordem frente aos saques, e uma pessoa morreu nos confrontos.

O corpo de um saqueador foi encontrado perto do porto, segundo um fotógrafo da AFP, que também presenciou incêndios de casas.

Os saques começaram no domingo, com ataques contra a delegacia, a prisão, o porto, o aeroporto, a alfândega e depósitos de alimentos da cidade.

As reservas de 800 toneladas de alimentos armazenadas pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) e destinadas às escolas e aos centros médicos dos departamentos do norte e do nordeste do Haiti, o depósito da organização humanitária americana Care e os de um importador haitiano de arroz foram totalmente esvaziados.

Um cordão de segurança formado por ex-militares que se juntaram à rebelião foi instalado no porto, enquanto que mais de 100 rebeldes partrulhavam a cidade, procurando partidários do presidente Jean-Bertrand Aristide.

Os líderes rebeldes Guy Philippe e Louis-Jodel Chamblain instalaram seu quartel-general provisório num hotel da cidade, de 1 milhão de habitantes. Eles anunciaram que invadirão em breve Porto Príncipe, a capital do Haiti.

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