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GCMs realizam outra assembleia hoje

Após decretar estado de greve, categoria não descarta cruzar os braços


Rogério Santos
do Diário do Grande ABC

15/02/2012 | 07:00


Integrantes da GCM (Guarda Civil Municipal) de São Bernardo realizam assembleia na noite de hoje para discutir as reivindicações da categoria apresentadas à administração. Se não chegarem a consenso, os guardas municipais não descartam cruzar os braços. Na última reunião na sede do Sindserv (Sindicato dos Servidores), foi definido estado de greve, medida preparativa para o caso de paralização.

A corporação demanda revisão do estatuto da categoria e discussão das referências salariais. A diretoria do sindicato alega que as negociações com a Prefeitura não têm avançado. "Queremos negociar e estamos esperando uma manifestação por parte do governo", disse o presidente do Sindserv, Giovane Chagas.

Para pressionar o governo, os GCMs começaram ontem a ação denominada ‘avalanche azul', reunindo cerca de 300 guardas na base da GCM no Centro da cidade. Em seguida saíram em caminhada até o Paço. Segundo Chagas, no período em que durou a atividade, das 6h às 9h, a cidade ficou sem o serviço dos guardas.

O prefeito Luiz Marinho se mostrou incrédulo com a disposição dos guardas em cruzar os braços. "Acho estranho porque nós já temos acordo salarial para este ano, não somente para os guardas, mas para todos os servidores da ordem de 10%, dependendo da inflação de reajuste para os servidores", disse Marinho.

Segundo ele, o sindicato tem desconversado e desinformado, sem discutir seriamente o assunto. "Não vai ser decretando greve ou coisa parecida que vão chegar lá. É preciso ter responsabilidade nesse processo".

O petista alegou ainda que existe a proposta do PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) que abrange todos os servidores municipais e que para a proposta ser votada na Câmara, só depende do Sindserv. "O sindicato não tem discutido seriamente o assunto desde a outra gestão e também agora. Eles têm que retomar o diálogo com a mesa de negociação permanente, que está a disposição", assegurou.

Discutida desde outubro de 2010, a consolidação do PCCR segue indefinida, já que o Sindserv rejeita proposta da administração.



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GCMs realizam outra assembleia hoje

Após decretar estado de greve, categoria não descarta cruzar os braços

Rogério Santos
do Diário do Grande ABC

15/02/2012 | 07:00


Integrantes da GCM (Guarda Civil Municipal) de São Bernardo realizam assembleia na noite de hoje para discutir as reivindicações da categoria apresentadas à administração. Se não chegarem a consenso, os guardas municipais não descartam cruzar os braços. Na última reunião na sede do Sindserv (Sindicato dos Servidores), foi definido estado de greve, medida preparativa para o caso de paralização.

A corporação demanda revisão do estatuto da categoria e discussão das referências salariais. A diretoria do sindicato alega que as negociações com a Prefeitura não têm avançado. "Queremos negociar e estamos esperando uma manifestação por parte do governo", disse o presidente do Sindserv, Giovane Chagas.

Para pressionar o governo, os GCMs começaram ontem a ação denominada ‘avalanche azul', reunindo cerca de 300 guardas na base da GCM no Centro da cidade. Em seguida saíram em caminhada até o Paço. Segundo Chagas, no período em que durou a atividade, das 6h às 9h, a cidade ficou sem o serviço dos guardas.

O prefeito Luiz Marinho se mostrou incrédulo com a disposição dos guardas em cruzar os braços. "Acho estranho porque nós já temos acordo salarial para este ano, não somente para os guardas, mas para todos os servidores da ordem de 10%, dependendo da inflação de reajuste para os servidores", disse Marinho.

Segundo ele, o sindicato tem desconversado e desinformado, sem discutir seriamente o assunto. "Não vai ser decretando greve ou coisa parecida que vão chegar lá. É preciso ter responsabilidade nesse processo".

O petista alegou ainda que existe a proposta do PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) que abrange todos os servidores municipais e que para a proposta ser votada na Câmara, só depende do Sindserv. "O sindicato não tem discutido seriamente o assunto desde a outra gestão e também agora. Eles têm que retomar o diálogo com a mesa de negociação permanente, que está a disposição", assegurou.

Discutida desde outubro de 2010, a consolidação do PCCR segue indefinida, já que o Sindserv rejeita proposta da administração.

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