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Atirador de elite


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

12/07/2006 | 09:55


Depois de detonar a arrogância e a incompetência do presidente norte-americano George W. Bush, o cineasta Michael Moore deve estrear no próximo ano o documentário Sicko, dedicado ao sistema de saúde dos Estados Unidos. De acordo com Moore, 75% do filme já foi rodado e a edição deve ocorrer em breve. Segundo ele, será abordado “o sofrimento de 45 milhões de pessoas sem saúde no país mais rico do mundo”.

Moore chamou a atenção para o governo Bush em 2004, ao ganhar a Palma de Ouro do Festival de Cannes com o polêmico documentário Fahrenheit – 11 de Setembro, uma crítica feroz contra a guerra dos Estados Unidos e da Inglaterra contra o Iraque. O filme se transformou no documentário mais visto nos Estados Unidos, arrecadando cerca de US$ 119 milhões.

Em 2002, Moore alcançou reconhecimento da indústria do cinema e de seus colegas ao vencer o Oscar de documentário por Tiros em Columbine. O filme é um manifesto favorável ao controle de armas nos Estados Unidos, motivado pelo massacre ocorrido no colégio Columbine, em Littleton, no Colorado, em 1999. Antes desses filmes, Moore já havia atacado o capitalismo em The Big One (98) e Roger & Me (1989).



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Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

12/07/2006 | 09:55


Depois de detonar a arrogância e a incompetência do presidente norte-americano George W. Bush, o cineasta Michael Moore deve estrear no próximo ano o documentário Sicko, dedicado ao sistema de saúde dos Estados Unidos. De acordo com Moore, 75% do filme já foi rodado e a edição deve ocorrer em breve. Segundo ele, será abordado “o sofrimento de 45 milhões de pessoas sem saúde no país mais rico do mundo”.

Moore chamou a atenção para o governo Bush em 2004, ao ganhar a Palma de Ouro do Festival de Cannes com o polêmico documentário Fahrenheit – 11 de Setembro, uma crítica feroz contra a guerra dos Estados Unidos e da Inglaterra contra o Iraque. O filme se transformou no documentário mais visto nos Estados Unidos, arrecadando cerca de US$ 119 milhões.

Em 2002, Moore alcançou reconhecimento da indústria do cinema e de seus colegas ao vencer o Oscar de documentário por Tiros em Columbine. O filme é um manifesto favorável ao controle de armas nos Estados Unidos, motivado pelo massacre ocorrido no colégio Columbine, em Littleton, no Colorado, em 1999. Antes desses filmes, Moore já havia atacado o capitalismo em The Big One (98) e Roger & Me (1989).

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