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Velho Chico e sua magia

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Novela das 21h, que estreia hoje, tem trama
rural e é esperança da Globo de reaver audiência


Miriam Gimenes

14/03/2016 | 07:00


 A história do bem e do mal dá lugar à trama rural.Velho Chico, novela que estreia hoje às 21h, na Rede Globo, é a esperança da emissora de recuperar a liderança ameaçada – em apenas duas semanas após ter início, A Regra do Jogo teve baixa de 25% de audiência e perdeu, em alguns capítulos, para Os Dez Mandamentos, da Record. É por isso que a expectativa para a novela de Benedito Ruy Barbosa, escrita por Edmara Barbosa e Bruno Luperi, e dirigida por Luiz Fernando Carvalho, é a maior possível. E a trama promete.

Trata-se, basicamente, de grande história de amor e saga familiar que atravessa gerações e tem como cenário parte das margens do Rio São Francisco (que possui quase 2.700 quilômetros de extensão e passa por cinco Estados). “’Velho Chico’ é uma história de amor recheada de rivalidades e disputas por dinheiro e por poder. Banhando essa história temos um rio por onde navegam muitos sonhos. É sobre esses sonhos que vamos falar e sobre a história desses ‘bravos’ que ocuparam essa região e escreveram ali sua história”, explica Edmara Barbosa. Segundo ela, o rio é o responsável pelo ‘encanto’ da história. “O cenário e os personagens da trama foram crescendo, ganhando vida à medida que eu corria pelo rio buscando imagens, conhecendo e convivendo com o povo ribeirinho que nasceu e cresceu mergulhando em suas águas.”

O folhetim é dividido em duas fases e, a primeira, que terá 24 capítulos, se passa em 1968, na fictícia Grotas de São Francisco. É lá onde há o embate entre duas forças antagônicas: Capitão Rosa (Rodrigo Lombardi) idealista que, ajudado por Belmiro (Chico Diaz), luta pelo bem estar e pela igualdade de direitos e de oportunidades para todos. Afrânio (Rodrigo Santoro/Antonio Fagundes), ao contrário, quer preservar o poder e o dinheiro de sua família em detrimento do povo. Maria Tereza (Isabella Aguiar/ Julia Dallavia/ Camila Pitanga) e Santo (Rogerinho Costa/ Renato Góes/ Domingos Montagner) nascem predestinados a unir essas duas famílias, provando que é pela união das forças opostas que nasce a paz e a prosperidade

Ivann Gomes, o Batoré, de Mauá, será o delegado (sem nome), nesta primeira fase, e está feliz em participar da trama. “Acho que nunca se criou uma expectativa tão grande em cima de uma novela e essa vai corresponder.” E brinca: “Eu não sabia que sabia fazer isso (atuar).” O humorista, que aparecerá pela primeira vez no capítulo cinco, fará estreia também como ator na televisão.

TEMPO
A segunda fase, que se passa após 20 anos, é marcada por um intenso conflito de gerações. “Ele começa quando o fruto desse amor proibido (Tereza fica grávida de Santo, mas casa-se com outro) volta para viver ao lado do avô (Antonio Fagundes), o último grande coronel da região, representante de um mandonismo decadente que não parece fazer o menor sentido para as gerações futuras”, diz Bruno Luperi. Os temas não serão amenos – tratará de sustentabilidade, agricultura, natureza, trabalho e política – e a história, pelo que já pode-se perceber, também não. É esperar para ver.



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Velho Chico e sua magia

Novela das 21h, que estreia hoje, tem trama
rural e é esperança da Globo de reaver audiência

Miriam Gimenes

14/03/2016 | 07:00


 A história do bem e do mal dá lugar à trama rural.Velho Chico, novela que estreia hoje às 21h, na Rede Globo, é a esperança da emissora de recuperar a liderança ameaçada – em apenas duas semanas após ter início, A Regra do Jogo teve baixa de 25% de audiência e perdeu, em alguns capítulos, para Os Dez Mandamentos, da Record. É por isso que a expectativa para a novela de Benedito Ruy Barbosa, escrita por Edmara Barbosa e Bruno Luperi, e dirigida por Luiz Fernando Carvalho, é a maior possível. E a trama promete.

Trata-se, basicamente, de grande história de amor e saga familiar que atravessa gerações e tem como cenário parte das margens do Rio São Francisco (que possui quase 2.700 quilômetros de extensão e passa por cinco Estados). “’Velho Chico’ é uma história de amor recheada de rivalidades e disputas por dinheiro e por poder. Banhando essa história temos um rio por onde navegam muitos sonhos. É sobre esses sonhos que vamos falar e sobre a história desses ‘bravos’ que ocuparam essa região e escreveram ali sua história”, explica Edmara Barbosa. Segundo ela, o rio é o responsável pelo ‘encanto’ da história. “O cenário e os personagens da trama foram crescendo, ganhando vida à medida que eu corria pelo rio buscando imagens, conhecendo e convivendo com o povo ribeirinho que nasceu e cresceu mergulhando em suas águas.”

O folhetim é dividido em duas fases e, a primeira, que terá 24 capítulos, se passa em 1968, na fictícia Grotas de São Francisco. É lá onde há o embate entre duas forças antagônicas: Capitão Rosa (Rodrigo Lombardi) idealista que, ajudado por Belmiro (Chico Diaz), luta pelo bem estar e pela igualdade de direitos e de oportunidades para todos. Afrânio (Rodrigo Santoro/Antonio Fagundes), ao contrário, quer preservar o poder e o dinheiro de sua família em detrimento do povo. Maria Tereza (Isabella Aguiar/ Julia Dallavia/ Camila Pitanga) e Santo (Rogerinho Costa/ Renato Góes/ Domingos Montagner) nascem predestinados a unir essas duas famílias, provando que é pela união das forças opostas que nasce a paz e a prosperidade

Ivann Gomes, o Batoré, de Mauá, será o delegado (sem nome), nesta primeira fase, e está feliz em participar da trama. “Acho que nunca se criou uma expectativa tão grande em cima de uma novela e essa vai corresponder.” E brinca: “Eu não sabia que sabia fazer isso (atuar).” O humorista, que aparecerá pela primeira vez no capítulo cinco, fará estreia também como ator na televisão.

TEMPO
A segunda fase, que se passa após 20 anos, é marcada por um intenso conflito de gerações. “Ele começa quando o fruto desse amor proibido (Tereza fica grávida de Santo, mas casa-se com outro) volta para viver ao lado do avô (Antonio Fagundes), o último grande coronel da região, representante de um mandonismo decadente que não parece fazer o menor sentido para as gerações futuras”, diz Bruno Luperi. Os temas não serão amenos – tratará de sustentabilidade, agricultura, natureza, trabalho e política – e a história, pelo que já pode-se perceber, também não. É esperar para ver.

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