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Categoria estuda proposta de aumento salarial de 9%

Funcionários votarão proposta dia 11


Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

01/11/2011 | 07:00


Trabalhadores do setor químico aguardam assembleia no dia 11 para decidirem se aprovam ou não a proposta feita ontem à tarde pelos patrões, de reajuste salarial de 9%.

O índice é válido para salário cujo teto é de R$ 6.841,68. Funcionários que recebem acima do teto terão direito a um valor fixo de R$ 615,75. Nesse caso, o aumento real é de 2,04%. As informações são do Sindicato dos Químicos do ABC.

Se aprovada, a proposta prevê alta de 10,11% no piso salarial, que passaria de R$ 815 para R$ 980, enquanto que o valor mínimo da Participação nos Lucros e Resultados teria alta de 10,61%, passando para R$ 730.

A categoria atravessa sua campanha salarial estadual, cuja data base é hoje (1º de novembro).

Na pauta de reivindicações que foi entregue aos empresários do setor, os funcionários pediram correção de 13% nos salários, o que corresponde a 6% de ganhos reais no ano. Além disso, pedem aumento do piso para R$ 1.200, melhoria nos valores pagos de horas extras, passando ao equivalente a 80% do quanto eles recebem por dia durante a semana e a 130% nos dias de descanso.

Quanto à jornada de trabalho, pedem redução para 40 horas semanais.

CONTRAPROPOSTA - No início das negociações de ontem, os empresários propuseram reajuste de 8,5% até o teto de R$ 6.810,23. Após intervalo, resolveram aumentar para 9% o reajuste.

 

 



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Categoria estuda proposta de aumento salarial de 9%

Funcionários votarão proposta dia 11

Tauana Marin
do Diário do Grande ABC

01/11/2011 | 07:00


Trabalhadores do setor químico aguardam assembleia no dia 11 para decidirem se aprovam ou não a proposta feita ontem à tarde pelos patrões, de reajuste salarial de 9%.

O índice é válido para salário cujo teto é de R$ 6.841,68. Funcionários que recebem acima do teto terão direito a um valor fixo de R$ 615,75. Nesse caso, o aumento real é de 2,04%. As informações são do Sindicato dos Químicos do ABC.

Se aprovada, a proposta prevê alta de 10,11% no piso salarial, que passaria de R$ 815 para R$ 980, enquanto que o valor mínimo da Participação nos Lucros e Resultados teria alta de 10,61%, passando para R$ 730.

A categoria atravessa sua campanha salarial estadual, cuja data base é hoje (1º de novembro).

Na pauta de reivindicações que foi entregue aos empresários do setor, os funcionários pediram correção de 13% nos salários, o que corresponde a 6% de ganhos reais no ano. Além disso, pedem aumento do piso para R$ 1.200, melhoria nos valores pagos de horas extras, passando ao equivalente a 80% do quanto eles recebem por dia durante a semana e a 130% nos dias de descanso.

Quanto à jornada de trabalho, pedem redução para 40 horas semanais.

CONTRAPROPOSTA - No início das negociações de ontem, os empresários propuseram reajuste de 8,5% até o teto de R$ 6.810,23. Após intervalo, resolveram aumentar para 9% o reajuste.

 

 

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