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Espanha envia 50 soldados para o Iraque


Da AFP

26/07/2003 | 10:32


Um grupo de 50 militares espanhóis saiu neste sábado de Santiago de Compostela (noroeste) a bordo de um avião Hércules com destino ao Iraque, afirmaram fontes do aeroporto.

Estes militares fazem parte de um contingente espanhol de cerca de 1,3 mil soldados que será enviado às províncias meridionais iraquianas de Qadissieh e Nadjaf, para a divisão que estará sob comando polonês.

Na quarta-feira passada, 60 militares espanhóis foram despachados para o Iraque com a missão de preparar o terreno para a chegada progressiva, durante os meses de julho e agosto, do contingente espanhol cujo mandato vai terminar no dia 30 de dezembro.

Os militares espanhóis que viajam neste sábado e que farão escala no Kuwait pertencem à força de ação rápida da brigada aerotransportada (Brilat), baseada em Figueiredo (província de Pontevedra, noroeste).

Aos soldados espanhóis se somaram 1,1 mil militares da América Central que formarão juntos a brigada hispano-centro-americana "Plus Ultra" sob comando polonês. Esta brigada tem por missão oficial "estabilizar" a situação e participar da reconstrução do Iraque nas províncias meridionais na região.

O envio de militares causou muita polêmica na Espanha, provocada pela presença da cruz de Santiago, símbolo da Reconquista espanhola sobre os árabes, no escudo que cada soldado levará para o Iraque em seu uniforme, na altura do braço.

Em um editorial, o jornal de Madri El Mundo avaliou que "teria sido difícil escolher um símbolo mais ofensivo para a população xiita que a cruz. Ainda mais quando se trata da cruz de Santiago com todas suas conotações de guerra contra os árabes".

O governo de José María Aznar apoiou sem reservas a intervenção militar anglo-americana no Iraque.



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Espanha envia 50 soldados para o Iraque

Da AFP

26/07/2003 | 10:32


Um grupo de 50 militares espanhóis saiu neste sábado de Santiago de Compostela (noroeste) a bordo de um avião Hércules com destino ao Iraque, afirmaram fontes do aeroporto.

Estes militares fazem parte de um contingente espanhol de cerca de 1,3 mil soldados que será enviado às províncias meridionais iraquianas de Qadissieh e Nadjaf, para a divisão que estará sob comando polonês.

Na quarta-feira passada, 60 militares espanhóis foram despachados para o Iraque com a missão de preparar o terreno para a chegada progressiva, durante os meses de julho e agosto, do contingente espanhol cujo mandato vai terminar no dia 30 de dezembro.

Os militares espanhóis que viajam neste sábado e que farão escala no Kuwait pertencem à força de ação rápida da brigada aerotransportada (Brilat), baseada em Figueiredo (província de Pontevedra, noroeste).

Aos soldados espanhóis se somaram 1,1 mil militares da América Central que formarão juntos a brigada hispano-centro-americana "Plus Ultra" sob comando polonês. Esta brigada tem por missão oficial "estabilizar" a situação e participar da reconstrução do Iraque nas províncias meridionais na região.

O envio de militares causou muita polêmica na Espanha, provocada pela presença da cruz de Santiago, símbolo da Reconquista espanhola sobre os árabes, no escudo que cada soldado levará para o Iraque em seu uniforme, na altura do braço.

Em um editorial, o jornal de Madri El Mundo avaliou que "teria sido difícil escolher um símbolo mais ofensivo para a população xiita que a cruz. Ainda mais quando se trata da cruz de Santiago com todas suas conotações de guerra contra os árabes".

O governo de José María Aznar apoiou sem reservas a intervenção militar anglo-americana no Iraque.

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