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CPI da Educação tem adeptos suficientes em Santo André

Ailton e Sardano indicam que assinarão requerimento; cinco rubricaram documento a favor da investigação dos contratos de Silvério e Uniks


Caio dos Reis
Especial para o Diário

18/04/2015 | 07:00


Levantamento feito pelo Diário mostra que um terço da Câmara de Santo André se coloca a favor da instauração de CPI para analisar os contratos entre a Secretaria de Educação, chefiada por Gilmar Silvério (PT), e a Uniks Comercial Eireli. Sete vereadores disseram que vão ou já assinaram o requerimento solicitando a investigação legislativa, número suficiente para aprovação da apuração interna.

Por enquanto, cinco parlamentares rubricaram o documento: Evilasio Santana, o Bahia (DEM), Toninho de Jesus (SD), Roberto Rautenberg (PTB), Sargento Lobo (SD) e o presidente da Casa, bispo Ronaldo de Castro (PRB). Declaram favoráveis à CPI os vereadores Ailton Lima (SD) e Edson Sardano (PTB), que indicaram que vão assinar o pedido da comissão.

Ailton afirmou que não assinou o documento na terça-feira porque no dia que foi apresentado o requerimento de informações apresentado pelos vereadores em fevereiro, quando o Diário denunciou suspeitas nos contratos de R$ 14,9 milhões – indício de irregularidade está no fato de a Uniks ser constituída legalmente sete meses antes do primeiro acordo, em 2013. “As assinaturas foram pegas de forma repentina, sem nenhuma discussão ou reunião. Esse tipo de ação atabalhoada eu não entro”, justificou o oposicionista.

O parlamentar ainda argumentou não ter “dificuldade nenhuma para assinar (a CPI)”. “Mas no meu mandato de vereador não vou aceitar movimentos de criadores de dificuldades para venderem facilidades. Estou cansado de ver CPI que não resulta em nada.”

Favorável à comissão, Sardano criticou a visita do secretario Gilmar Silvério ao Legislativo em
fevereiro. “Ele não levou documentos. Não teve nenhuma resposta oficial. Tem muita coisa que precisa ser esclarecida ainda. Se a Casa achar que a CPI é o instrumento adequado para essa investigação, estou disposto assinar sem problema nenhum.”

PANORAMA
Quatro vereadores declararam que não sabem se vão assinar o requerimento: Marcos Pinchiari (Pros), Luiz Zacarias (PTB), Donizeti Pereira (PV) e Carlos Ferreira (PDT). A bancada governista
em peso se manifestou contrariamente à CPI (veja arte ao lado).

Pinchiari disse que quer se reunir com outros vereadores antes de tomar alguma decisão. “Vou sentar com os autores da CPI e dos requerimentos dos contratos com a Uniks e ver se eles se sentiram contemplados com as respostas. Minha decisão fica dependente dessa conversa, mas, no meu caso, eu fui contemplado com a maioria das respostas que eu solicitei”, explicou. 



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CPI da Educação tem adeptos suficientes em Santo André

Ailton e Sardano indicam que assinarão requerimento; cinco rubricaram documento a favor da investigação dos contratos de Silvério e Uniks

Caio dos Reis
Especial para o Diário

18/04/2015 | 07:00


Levantamento feito pelo Diário mostra que um terço da Câmara de Santo André se coloca a favor da instauração de CPI para analisar os contratos entre a Secretaria de Educação, chefiada por Gilmar Silvério (PT), e a Uniks Comercial Eireli. Sete vereadores disseram que vão ou já assinaram o requerimento solicitando a investigação legislativa, número suficiente para aprovação da apuração interna.

Por enquanto, cinco parlamentares rubricaram o documento: Evilasio Santana, o Bahia (DEM), Toninho de Jesus (SD), Roberto Rautenberg (PTB), Sargento Lobo (SD) e o presidente da Casa, bispo Ronaldo de Castro (PRB). Declaram favoráveis à CPI os vereadores Ailton Lima (SD) e Edson Sardano (PTB), que indicaram que vão assinar o pedido da comissão.

Ailton afirmou que não assinou o documento na terça-feira porque no dia que foi apresentado o requerimento de informações apresentado pelos vereadores em fevereiro, quando o Diário denunciou suspeitas nos contratos de R$ 14,9 milhões – indício de irregularidade está no fato de a Uniks ser constituída legalmente sete meses antes do primeiro acordo, em 2013. “As assinaturas foram pegas de forma repentina, sem nenhuma discussão ou reunião. Esse tipo de ação atabalhoada eu não entro”, justificou o oposicionista.

O parlamentar ainda argumentou não ter “dificuldade nenhuma para assinar (a CPI)”. “Mas no meu mandato de vereador não vou aceitar movimentos de criadores de dificuldades para venderem facilidades. Estou cansado de ver CPI que não resulta em nada.”

Favorável à comissão, Sardano criticou a visita do secretario Gilmar Silvério ao Legislativo em
fevereiro. “Ele não levou documentos. Não teve nenhuma resposta oficial. Tem muita coisa que precisa ser esclarecida ainda. Se a Casa achar que a CPI é o instrumento adequado para essa investigação, estou disposto assinar sem problema nenhum.”

PANORAMA
Quatro vereadores declararam que não sabem se vão assinar o requerimento: Marcos Pinchiari (Pros), Luiz Zacarias (PTB), Donizeti Pereira (PV) e Carlos Ferreira (PDT). A bancada governista
em peso se manifestou contrariamente à CPI (veja arte ao lado).

Pinchiari disse que quer se reunir com outros vereadores antes de tomar alguma decisão. “Vou sentar com os autores da CPI e dos requerimentos dos contratos com a Uniks e ver se eles se sentiram contemplados com as respostas. Minha decisão fica dependente dessa conversa, mas, no meu caso, eu fui contemplado com a maioria das respostas que eu solicitei”, explicou. 

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