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Restaurantes esperam demanda fraca na Páscoa

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Crise econômica deve influenciar na queda
da procura para Sexta-Feira Santa e Páscoa


Fábio Munhoz
Marina Teodoro

02/04/2015 | 07:00


Comerciantes esperam movimentação fraca nos restaurantes da região durante os almoços de Sexta-Feira Santa e Páscoa. Diante da crise econômica e da queda no poder de compra da população, o setor avalia que, no melhor dos cenários, os estabelecimentos terão o mesmo número de clientes do ano passado.

O presidente do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), Roberto Moreira, considera que a procura deve ser estável em relação a 2014. “Em vista da atual situação, já é um resultado muito bom”, admite. Apesar da crise, ele avalia que a possibilidade de manutenção no número de clientes existe em razão da cultura do brasileiro. “Mesmo com cenário complicado economicamente, as pessoas abrem mão de outros gastos para comemorar a data especial.”

No Baby Beef Jardim, de Santo André, o almoço da Sexta-Feira Santa terá festival de peixes a R$ 96,50 por pessoa. Já no domingo, o bufê especial com saladas, pratos quentes e sobremesas custará R$ 129. O diferencial, no dia da Páscoa, será a oficina de cupcakes para os pequenos. “É a nossa primeira ação do tipo. O objetivo é aproximar as crianças do universo gastronômico”, explica a gerente Patricia Caseiro. É necessário reserva.

Já no 7 Mares, de São Caetano, o almoço de amanhã terá preço individual de R$ 54,90 e inclui sete tipos de bacalhau, além de comida oriental. No domingo, o cliente pode optar pelo térreo – com o mesmo serviço oferecido na Sexta-Feira Santa – ou pelo primeiro andar, onde haverá bufê especial com 60 variedades de pratos, além de bebidas à vontade e música ao vivo. É necessário fazer reserva e o valor por pessoa é de R$ 110. Apesar da atratividade, o chef Simon Calcin avalia que dificilmente a procura será maior do que no ano passado.

Para quem prefere serviço à la carte, o Vereda do Bacalhau, em Santo André, tem pratos entre R$ 60 (para duas pessoas) e R$ 120 (quatro pessoas). “Trabalhamos com produtos importados, o que eleva o preço e complica para alguns nessa situação de crise”, explica o proprietário do restaurante, Nilo Fernandes de Souza.

No Bacalhau e Vinho Verde, de São Bernardo, a expectativa também é de que não haja aumento de público. Entretanto, a procura deverá ser três vezes maior do que em dias normais, comenta a proprietária, Isabela Pereira. “Para a Sexta-Feira Santa, alugamos salão para 190 pessoas em frente ao restaurante. A casa tem capacidade para 100 clientes.” O bacalhau à Gomes de Sá ou grelhado com brócolis e batata à dorê sai a R$ 89,90 e serve duas pessoas. Quem não gosta de peixe poderá optar por carne bovina, frango ou linguiça portuguesa. (Colaborou Juliana Bontorim)

Supermercados oferecem opções baratas

Para quem prefere ficar em casa ou quer gastar pouco com os almoços especiais da Sexta-Feira Santa e da Páscoa, os supermercados oferecem opções práticas e baratas. No Hipermercado Extra, o Kit Páscoa serve até seis pessoas e conta com bacalhoada tradicional, arroz com açafrão, maionese com atum e torta de camarão. O preço é R$ 79,90 e o produto tem de ser encomendado com até 48 horas de antecedência no setor de rotisseria de cada loja.

Também é possível comprar individualmente pratos como cuscuz de sardinha e bolinho de bacalhau, além de outros tipos de peixes.

No Pão de Açúcar, o Kit Páscoa Especial, que serve até quatro pessoas, custa R$ 120, é composto por linguado em crosta de parmesão e limão siciliano, arroz verde com castanha-do-Pará, tarte de camarão e bolinho de bacalhau. Para oito pessoas, é vendido a R$ 170 e inclui bacalhau à Gomes de Sá, peito de frango recheado, arroz branco, arroz verde com castanha-do-Pará e cestinha de siri. Encomendas também devem ser feitas 48 horas antes.

Já no Carrefour também serão vendidos pratos prontos, mas oferecidos separadamente. Cada produto será cobrado por quilo, como o bacalhau à Gomes de Sá (R$ 55,90), a moqueca de peixe (R$ 45,90) e os legumes sauté (R$ 23,90). Os itens serão oferecidos apenas nas unidades São Caetano (Rua Aquidaban) e Oratório, em Santo André. É necessário encomendar dois dias antes. 



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Restaurantes esperam demanda fraca na Páscoa

Crise econômica deve influenciar na queda
da procura para Sexta-Feira Santa e Páscoa

Fábio Munhoz
Marina Teodoro

02/04/2015 | 07:00


Comerciantes esperam movimentação fraca nos restaurantes da região durante os almoços de Sexta-Feira Santa e Páscoa. Diante da crise econômica e da queda no poder de compra da população, o setor avalia que, no melhor dos cenários, os estabelecimentos terão o mesmo número de clientes do ano passado.

O presidente do Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC), Roberto Moreira, considera que a procura deve ser estável em relação a 2014. “Em vista da atual situação, já é um resultado muito bom”, admite. Apesar da crise, ele avalia que a possibilidade de manutenção no número de clientes existe em razão da cultura do brasileiro. “Mesmo com cenário complicado economicamente, as pessoas abrem mão de outros gastos para comemorar a data especial.”

No Baby Beef Jardim, de Santo André, o almoço da Sexta-Feira Santa terá festival de peixes a R$ 96,50 por pessoa. Já no domingo, o bufê especial com saladas, pratos quentes e sobremesas custará R$ 129. O diferencial, no dia da Páscoa, será a oficina de cupcakes para os pequenos. “É a nossa primeira ação do tipo. O objetivo é aproximar as crianças do universo gastronômico”, explica a gerente Patricia Caseiro. É necessário reserva.

Já no 7 Mares, de São Caetano, o almoço de amanhã terá preço individual de R$ 54,90 e inclui sete tipos de bacalhau, além de comida oriental. No domingo, o cliente pode optar pelo térreo – com o mesmo serviço oferecido na Sexta-Feira Santa – ou pelo primeiro andar, onde haverá bufê especial com 60 variedades de pratos, além de bebidas à vontade e música ao vivo. É necessário fazer reserva e o valor por pessoa é de R$ 110. Apesar da atratividade, o chef Simon Calcin avalia que dificilmente a procura será maior do que no ano passado.

Para quem prefere serviço à la carte, o Vereda do Bacalhau, em Santo André, tem pratos entre R$ 60 (para duas pessoas) e R$ 120 (quatro pessoas). “Trabalhamos com produtos importados, o que eleva o preço e complica para alguns nessa situação de crise”, explica o proprietário do restaurante, Nilo Fernandes de Souza.

No Bacalhau e Vinho Verde, de São Bernardo, a expectativa também é de que não haja aumento de público. Entretanto, a procura deverá ser três vezes maior do que em dias normais, comenta a proprietária, Isabela Pereira. “Para a Sexta-Feira Santa, alugamos salão para 190 pessoas em frente ao restaurante. A casa tem capacidade para 100 clientes.” O bacalhau à Gomes de Sá ou grelhado com brócolis e batata à dorê sai a R$ 89,90 e serve duas pessoas. Quem não gosta de peixe poderá optar por carne bovina, frango ou linguiça portuguesa. (Colaborou Juliana Bontorim)

Supermercados oferecem opções baratas

Para quem prefere ficar em casa ou quer gastar pouco com os almoços especiais da Sexta-Feira Santa e da Páscoa, os supermercados oferecem opções práticas e baratas. No Hipermercado Extra, o Kit Páscoa serve até seis pessoas e conta com bacalhoada tradicional, arroz com açafrão, maionese com atum e torta de camarão. O preço é R$ 79,90 e o produto tem de ser encomendado com até 48 horas de antecedência no setor de rotisseria de cada loja.

Também é possível comprar individualmente pratos como cuscuz de sardinha e bolinho de bacalhau, além de outros tipos de peixes.

No Pão de Açúcar, o Kit Páscoa Especial, que serve até quatro pessoas, custa R$ 120, é composto por linguado em crosta de parmesão e limão siciliano, arroz verde com castanha-do-Pará, tarte de camarão e bolinho de bacalhau. Para oito pessoas, é vendido a R$ 170 e inclui bacalhau à Gomes de Sá, peito de frango recheado, arroz branco, arroz verde com castanha-do-Pará e cestinha de siri. Encomendas também devem ser feitas 48 horas antes.

Já no Carrefour também serão vendidos pratos prontos, mas oferecidos separadamente. Cada produto será cobrado por quilo, como o bacalhau à Gomes de Sá (R$ 55,90), a moqueca de peixe (R$ 45,90) e os legumes sauté (R$ 23,90). Os itens serão oferecidos apenas nas unidades São Caetano (Rua Aquidaban) e Oratório, em Santo André. É necessário encomendar dois dias antes. 

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