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Ministra descarta doações irregulares



14/07/2007 | 07:05


A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou a ligação entre as denúncias de fraude em licitações na Petrobras e doações para o PT das empresas envolvidas nas irregularidades apontadas na Operação Águas Profundas. “As empresas não doaram somente para o PT, mas para outros partidos também”, disse a ministra.

Segundo Dilma, as investigações da Polícia Federal, que encontrou indícios de corrupção na Petrobras, demonstram “um aperfeiçoamento do sistema. Assim como não existe pessoa alguma acima de qualquer suspeita, também não existe uma empresa acima de qualquer suspeita. Não estamos falando de uma empresa com alto grau de obscuridade, e sim de uma das mais transparentes do País”, observou, ressaltando que “há um fortalecimento das instituições do governo”.

“Isso deixa claro para a sociedade que não há mais impunidade. Acho que no Brasil vivemos em uma época diferente hoje. Uma época em que as coisas que estavam debaixo do tapete estão sendo colocadas a público”, disse.

Superfaturamento - Sobre a denúncia do TCU a respeito de superfaturamento nas plataformas P-51 e P-52, a ministra ponderou que “é preciso muito cuidado com essas declarações”. Destacando o papel do TCU “no fortalecimento institucional”, Dilma declarou que, quando uma avaliação desse tipo é identificada, a Petrobras tem de responder a processo.

Ela afirmou também que houve um aumento nos custos do setor de petróleo durante o período de construção das duas plataformas e que essa “pressão altista” tem que ser considerada nas avaliações.



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Ministra descarta doações irregulares


14/07/2007 | 07:05


A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou a ligação entre as denúncias de fraude em licitações na Petrobras e doações para o PT das empresas envolvidas nas irregularidades apontadas na Operação Águas Profundas. “As empresas não doaram somente para o PT, mas para outros partidos também”, disse a ministra.

Segundo Dilma, as investigações da Polícia Federal, que encontrou indícios de corrupção na Petrobras, demonstram “um aperfeiçoamento do sistema. Assim como não existe pessoa alguma acima de qualquer suspeita, também não existe uma empresa acima de qualquer suspeita. Não estamos falando de uma empresa com alto grau de obscuridade, e sim de uma das mais transparentes do País”, observou, ressaltando que “há um fortalecimento das instituições do governo”.

“Isso deixa claro para a sociedade que não há mais impunidade. Acho que no Brasil vivemos em uma época diferente hoje. Uma época em que as coisas que estavam debaixo do tapete estão sendo colocadas a público”, disse.

Superfaturamento - Sobre a denúncia do TCU a respeito de superfaturamento nas plataformas P-51 e P-52, a ministra ponderou que “é preciso muito cuidado com essas declarações”. Destacando o papel do TCU “no fortalecimento institucional”, Dilma declarou que, quando uma avaliação desse tipo é identificada, a Petrobras tem de responder a processo.

Ela afirmou também que houve um aumento nos custos do setor de petróleo durante o período de construção das duas plataformas e que essa “pressão altista” tem que ser considerada nas avaliações.

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