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Grana realoca R$ 6 milhões para contrapartida do BID

Petista remaneja verba que estava destinada às obras de recuperação do prédio do Paço


Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

17/04/2015 | 07:00


O prefeito de Santo André, Carlos Grana (PT), vai realocar R$ 6,7 milhões do Orçamento municipal para injetar como contrapartida às obras viárias do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O montante sairá da dotação deste ano que estava reservada para recuperação estrutural do prédio do Paço, no valor total de R$ 15,6 milhões – quantia dividida em dois anos, medida que servirá para remanejar o investimento de compensação do empréstimo junto à instituição financeira. A proposta do Executivo será enviada na próxima semana para a Câmara.

O anúncio foi feito ontem durante coletiva no Paço, ao lados dos secretários de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos, Paulinho Serra (PSD), e de Administração, Antônio Leite (PT). A mudança na peça orçamentária, segundo Grana, permitirá a agilização no início das intervenções de mobilidade, projeto em trâmite no BID, como o alteamento da Avenida dos Estados, na altura do Viaduto Castelo Branco, no bairro Santa Terezinha, e a construção da segunda alça do Viaduto Antônio Adib Chammas, no Centro, além do corredor de ônibus Centro – Santos Dumont.

O Executivo também encaminhará ao Legislativo matéria autorizativa ao acordo com o banco. A administração petista estima que a obra do Adib Chammas – R$ 15 milhões – comece no segundo semestre. Prevendo gasto de R$ 40 milhões, o alteamento, por sua vez, entraria na cota do ano que vem. A perspectiva é a de que a licitação para as duas medidas seja efetivada entre maio e junho.

REFORMA
A recuperação do prédio do Paço atende à recomendação do instituto Falcão Bauer, que identificou série de problemas de segurança no edifício. Os trabalhos devem durar cerca de 11 meses e serão executados pela empresa Preserva Engenharia. O local sofreu dois abalos em 2012, que também teve queda de concreto. Em uma das situações, após tremores, o espaço chegou a ser evacuado.

“Temos entendimento com a empresa vencedora das obras de recuperação pelo qual faremos cronograma de pagamento para os próximos dois anos. O objetivo é deixar o prédio do Executivo sem risco algum de instabilidade”, alegou Grana. 



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