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China: redução de juros é início de ciclo, diz banco



24/11/2014 | 04:45


A surpreendente redução de taxa de juros anunciada pelo banco central chinês na sexta-feira passada é só o início de um ciclo de relaxamento monetário no país, aposta o Deutsche Bank. "A orientação da política econômica mudou claramente para uma flexibilização de base ampla", diz o relatório da instituição financeira, divulgado há pouco. "Esperamos que esse ciclo dure ao longo de todo o ano de 2015".

Na sexta-feira, o Banco do Povo da China (PBOC) decidiu diminuir as taxas de juros de referência, algo que não ocorria desde julho de 2012. A taxa de juros de empréstimo de um ano foi reduzida em 0,4 ponto porcentual, para 5,6%. Além disso, houve um corte da taxa de juros de depósito de um ano em 0,25 ponto porcentual, para 2,75%. A autoridade monetária chinesa também deu mais flexibilidade para a taxas de depósito, ao permitir que bancos ofereçam até 1,2 vez o nível da taxa de referência, de 1,1 vez anteriormente.

O Deutsche Bank acredita que o corte foi motivado principalmente por uma pressão fiscal acumulada ao nível do governo local, em vez de uma forte desaceleração brusca na atividade econômica. Muitos economistas acreditam que a China deve ficar aquém de sua meta de crescimento econômico anual de cerca de 7,5%.



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China: redução de juros é início de ciclo, diz banco


24/11/2014 | 04:45


A surpreendente redução de taxa de juros anunciada pelo banco central chinês na sexta-feira passada é só o início de um ciclo de relaxamento monetário no país, aposta o Deutsche Bank. "A orientação da política econômica mudou claramente para uma flexibilização de base ampla", diz o relatório da instituição financeira, divulgado há pouco. "Esperamos que esse ciclo dure ao longo de todo o ano de 2015".

Na sexta-feira, o Banco do Povo da China (PBOC) decidiu diminuir as taxas de juros de referência, algo que não ocorria desde julho de 2012. A taxa de juros de empréstimo de um ano foi reduzida em 0,4 ponto porcentual, para 5,6%. Além disso, houve um corte da taxa de juros de depósito de um ano em 0,25 ponto porcentual, para 2,75%. A autoridade monetária chinesa também deu mais flexibilidade para a taxas de depósito, ao permitir que bancos ofereçam até 1,2 vez o nível da taxa de referência, de 1,1 vez anteriormente.

O Deutsche Bank acredita que o corte foi motivado principalmente por uma pressão fiscal acumulada ao nível do governo local, em vez de uma forte desaceleração brusca na atividade econômica. Muitos economistas acreditam que a China deve ficar aquém de sua meta de crescimento econômico anual de cerca de 7,5%.

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