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Banda larga popular estará disponível até fevereiro


Alexandre Melo
Do Diário do Grande ABC

09/12/2009 | 07:00


Após um mês de silêncio, a Telefônica afirmou, ontem, que seu projeto de banda larga popular encontra-se em teste e será comercializado entre janeiro e fevereiro de 2010. A operadora utilizará tecnologia sem fio (Wi-Fi) para fornecer acesso à internet rápida de 1 megabit por segundo (Mbps) aos consumidores de baixa renda, com custo de R$ 29,90.

O sistema atenderá também os clientes que não têm assinatura residencial. Segundo Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica, o serviço foi reposicionado devido às regras do decreto do governo de São Paulo, que condiciona a isenção do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) à venda exclusiva do acesso à internet, sem estar atrelado à linha telefônica.

"Estamos buscando soluções tecnológicas não ortodoxas, visto que há muitos problemas técnicos nas residências que passarão a ser atendidas", diz Valente. A meta inicial era comercializar o plano a partir de 9 de novembro. A empresa foi impedida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e pelos órgãos de defesa do consumidor de promover venda casada do produto.

De acordo com Fabio Bruggioni, diretor executivo do segmento residencial, a Telefônica ampliará a quantidade de postos de transmissão (hotspots) em São Paulo de 300 para 500. É cogitado ainda que o assinante residencial da banda larga popular tenha desconto ou isenção da taxa para usar a rede de transmissão da companhia fora de seu domicílio, como em aeroportos.

Bruggioni dispara que a operadora está focada na popularização do acesso à internet rápida, tanto que baixou em 30% o custo da assinatura para os novos clientes que aderirem ao pacote com velocidade de 1 Mbps.

Valente afirmou que o serviço de banda larga é prioridade nos investimentos. Dos R$ 2,4 bilhões anunciados para este ano, a maior fatia está sendo destinada para a área. Desde que foi impedida de vender o speedy por alguns meses, a empresa garante ter aplicado R$ 70 milhões para ampliar a infraestrutura do serviço.

Entretanto, a operadora reconheceu que "não deverá alcançar" o patamar de investimento por causa da suspensão das vendas do speedy e da valorização do real frente o dólar. Segundo Bruggioni, até o terceiro trimestre foi desembolsado R$ 1,4 bilhão, sendo que os aportes serão acelerados até o fim deste trimestre.

Para 2010, a banda larga continua sendo a prioridade dos investimentos. Até dezembro deste ano, a empresa ofertará o serviço a 591 municípios do Estado, enquanto o objetivo até março de 2010 é totalizar 622 cidades.

Cerca de 3,7% dos domicílios do País paga TV por assinatura

Com 62.186 novas assinaturas em outubro - crescimento de 0,88% em relação a setembro e 13,3% acumulados em 2009 -, o Brasil chega a 7.160.566 domicílios com TV por assinatura. O dado da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) mostra que aproximadamente 3,7% da população nacional possui canais além da TV aberta.

O acumulado em dez meses do ano, de 841.562 assinaturas, é o segundo nos últimos quatro anos, perdendo apenas para 2008, - quando, entre janeiro e outubro, foram 932.371 assinaturas e o total de domicílios com TV por assinatura chegou a 1.062.522.

A região que mostra maior expansão de janeiro a outubro é a Norte, com crescimento de 20,1%, seguida pela Nordeste, com 16,7%. A região Sudeste aparece em seguida, com 14,1% de alta no número de novos clientes.

A tecnologia mais popular segue sendo a por cabo, com 60% de participação, equivalente a cerca de 4,3 milhões de clientes. Já a tecnologia por satélite (DTH) detém 35% de presença, ou quase 2,5 milhões de assinantes. A tecnologia distribuída por micro-ondas de rádio (MMDS) é a menos popular entre os assinantes, com 5% de detenção de mercado, que representa 364.882 de domicílios no País.

REGIÃO - No Grande ABC não há número oficial sobre residências com TV por assinatura. Entre as operadoras que prestam serviço na região estão a NET e a Sky e os preços médios variam de R$ 60 a R$ 120 pelo pacote de canais extras. (Michele Loureiro)



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