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Donisete aposta no Bilhete Único

Candidato do PT em Mauá prevê economia de R$ 52,80 por mês a usuários do sistema


Mark Ribeiro
do Diário do Grande ABC

19/09/2012 | 07:00


O candidato a prefeito de Mauá pelo PT, Donisete Braga, madrugou ontem para fazer campanha em frente aos terminais ferroviário e rodoviário do Centro. O petista chegou ao local às 5h. O esforço tem explicação: levar a proposta de Bilhete Único para ônibus e trem aos usuários do transporte coletivo.

Além da integração do sistema, o projeto prevê a redução no valor das tarifas, que são de R$ 2,90 para ônibus e de R$ 3 para trens. Pela proposta, cada uma delas diminuiria R$ 0,60. Considerando trajetos de ida e volta, o custo total das viagens cairia de R$ 11,80 para R$ 9,40. Ao fim de um mês de trabalho (22 dias), a economia para o usuário seria de R$ 52,80: de R$ 259,60 para R$ 206,80.

Donisete classifica a integração como "grande desafio" e "fundamental". "Quando falamos em Bilhete Único, o usuário sabe que terá economia significativa no valor das passagens." Tamanha a importância dada pelo prefeiturável ao tema que ele repetiu o corpo a corpo nos terminais à noite.

O plano do petista para o Transporte Público e Mobilidade Urbana, lançado em agosto na Praça 22 de Novembro, contempla pelo menos outros dois eixos prioritários: a conclusão das marginais das Avenidas Barão de Mauá e Castelo Branco, e a criação de um terminal rodoferroviário.

A segunda proposta teve ontem o nome alterado para terminal de transferência de passageiros. "Mudamos pelo conceito, que é o de propiciar agilidade e fluidez na integração ônibus/trem", explicou.

Divisas - Além do transporte coletivo, Donisete Braga focou a agenda de ontem nas divisas de Mauá com São Paulo. À tarde, passou pela Avenida Cidade de Mauá, que começa no Jardim Zaíra e termina no Parque São Rafael, na Capital.

Encravada no topo de morro, a via sofre com buracos, falta de pavimentação e lixo jogado aos cantos, especialmente no trecho paulistano. "Às vezes as divisas não recebem a atenção que merecem e as famílias perdem a referência de onde buscar atendimento. As pessoas não podem ser penalizadas por morar nas divisas. O poder público tem a responsabilidade de atender estes moradores", avaliou o petista.

O candidato projetou que, se eleito, buscará parcerias com as cidades vizinhas para mapear as áreas. "Quero uma agenda para tratar disso com o Carlos Grana e o Fernando Haddad (candidatos do PT às prefeituras de Santo André e São Paulo, respectivamente). Temos de ter um olhar especial."



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