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José Silva visa melhorar Saúde que já existe

Para candidato socialista, não adianta construir equipamentos agora


Luís Felipe Soares
do Diário do Grande ABC

11/08/2012 | 07:00


Na visão do aspirante ao Paço mauaense pelo Psol, José Silva, promessas de construção de postos de atendimento não irão melhorar a Saúde na cidade. Ele rebate a proposta da concorrente Vanessa Damo (PMDB), que deseja trazer para Mauá cinco UPAs (Unidades de Pronto Atendimento 24 horas) e acredita que a prioridade é que o atual sistema - marcado por problemas de falta de medicação, equipamentos e de profissionais nos centros médicos do município - funcione adequadamente.

"Não vou construir nenhum hospital ou UPA. Primeiro é necessário fazer funcionar o que existe. Quando uma grande parcela da sociedade estiver contente com o atendimento da Saúde da cidade, daí sim iremos sentar e conversar a necessidade da abertura de postos. Levantar prédios logo de início não vai adiantar nada. Ela (Vanessa) está mentindo na cara da população", afirmou o prefeiturável, explicando que utilizará os conselhos populares a serem montados para mapear as áreas que mais necessitam de ajuda no setor.

O professor também prega que o Hospital Nardini deve ser deixado nas mãos do Estado e que os serviços de diagnóstico e de realização de exames devem ser agilizado. "As únicas coisas que pretendo trazer de novo para Mauá nos próximos quatro anos é o Hospital da Mulher e montar um centro de especialidades."

José Silva está finalizando a primeira etapa de sua campanha ao Executivo, na qual tem se apresentado aos eleitores nas principais vias da cidade e nos centros comerciais. Ontem à tarde, ele terminou de fazer corpo a corpo na Avenida Itapark, em caminhada dividida em etapas, iniciada quinta-feira. O próximo passo é buscar votos nos bairros residenciais na próxima semana.

Na caminhada, o socialista criticou a diferença entre os investimentos para a corrida eleitoral existente entre os candidatos. O Psol planeja gastar cerca de R$ 1 milhão, enquanto o maior valor apresentado foi o do PMDB de Vanessa Damo, com R$ 15 milhões. José Silva deseja que, no futuro, seja implantado em todo o País um financiamento público de campanha, no qual seria proibida qualquer ajuda externa para se conseguir dinheiro.



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