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Afastado, vereador Agnaldo passa por perícia hoje no INSS

Parlamentar de Rio Grande foi baleado em março; quer voltar à Câmara semana que vem


Renan Matavelli
Especial para o Diário

22/11/2013 | 07:00


O vereador de Rio Grande da Serra Agnaldo de Almeida (PSDB), afastado por licença médica desde março, aguarda liberação médica para retornar às atividades na Câmara. Ele passa hoje por perícia no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O tucano se recupera dos três tiros que levou do próprio sobrinho: na bacia, coxa e joelho. Está há quase oito meses fora do Legislativo. Recupera-se por meio de fisioterapias e usa bengala como apoio.

A expectativa do tucano é retornar às atividades já na semana que vem e participar das últimas sessões na Câmara, inclusive da votação do LOA (Lei Orçamentária Anual), que prevê arrecadação de R$ 68 milhões para 2014. Apesar de não conversar nem com o suplente ou os demais vereadores da base de sustentação do governo Gabriel Maranhão (PSDB), tem falado com munícipes e feito encaminhamentos à Casa. “Apesar de estar afastado, as pessoas me procuram. Ajudo no que é possível. Tenho acompanhado as sessões pela internet, já que tenho dificuldades de locomoção. Agora, quando voltar, preciso fazer um esforço para subir aquela escadaria toda”, disse Agnaldo, referindo-se à falta de acessibilidade da Câmara, que fica em cima de uma farmácia.

DIREITOS TRABALHISTAS

Agnaldo pretende resolver os trâmites trabalhistas com a Câmara. Em parte do período de afastamento, diz que ficou sem receber salário de vereador, na ordem de R$ 6.012 mensais, nem repasse do INSS. O tucano acredita que demore um pouco para regularizar a situação. Com a proximidade do fim do ano, há possibilidade de que o parlamentar retorne apenas em fevereiro.

Com o impasse, Merisvaldo Lima Santos (PSDB) permanece na cadeira do correligionário no Legislativo. O suplente afirma que representou o parlamentar e, mesmo deixando a cadeira em breve, pretende continuar auxiliando a Casa. “Tivemos ótimas iniciativas do prefeito neste primeiro ano de governo. Fiz um projeto, aprovado, que obriga a Prefeitura divulgar o cronograma de obras pela internet, além dos inúmeros requerimentos. Nessas últimas sessões farei o projeto do Dia do Condutor Escolar”, explicou Merisvaldo.

Apesar de o tucano não ter contato com Agnaldo, afirma ter um bom relacionamento e aguarda melhoras do tucano. “Espero que ele consiga retornar e honrar o cargo que conquistou como vereador nas últimas eleições (foi o segundo vereador mais votado, com 828 votos)”, disse.

Em junho, Merisvaldo havia anunciado ao Diário projeto que faria antes de sair da cadeira. O parlamentar iria propor projeto em que os secretários da Prefeitura teriam de passar por sabatina dos vereadores antes de assumir o cargo. Porém, o projeto acabou na gaveta. “Conversei com o departamento jurídico, que alegou inconstitucionalidade, já que a nomeação dos secretários é de responsabilidade do Executivo.”



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Afastado, vereador Agnaldo passa por perícia hoje no INSS

Parlamentar de Rio Grande foi baleado em março; quer voltar à Câmara semana que vem

Renan Matavelli
Especial para o Diário

22/11/2013 | 07:00


O vereador de Rio Grande da Serra Agnaldo de Almeida (PSDB), afastado por licença médica desde março, aguarda liberação médica para retornar às atividades na Câmara. Ele passa hoje por perícia no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O tucano se recupera dos três tiros que levou do próprio sobrinho: na bacia, coxa e joelho. Está há quase oito meses fora do Legislativo. Recupera-se por meio de fisioterapias e usa bengala como apoio.

A expectativa do tucano é retornar às atividades já na semana que vem e participar das últimas sessões na Câmara, inclusive da votação do LOA (Lei Orçamentária Anual), que prevê arrecadação de R$ 68 milhões para 2014. Apesar de não conversar nem com o suplente ou os demais vereadores da base de sustentação do governo Gabriel Maranhão (PSDB), tem falado com munícipes e feito encaminhamentos à Casa. “Apesar de estar afastado, as pessoas me procuram. Ajudo no que é possível. Tenho acompanhado as sessões pela internet, já que tenho dificuldades de locomoção. Agora, quando voltar, preciso fazer um esforço para subir aquela escadaria toda”, disse Agnaldo, referindo-se à falta de acessibilidade da Câmara, que fica em cima de uma farmácia.

DIREITOS TRABALHISTAS

Agnaldo pretende resolver os trâmites trabalhistas com a Câmara. Em parte do período de afastamento, diz que ficou sem receber salário de vereador, na ordem de R$ 6.012 mensais, nem repasse do INSS. O tucano acredita que demore um pouco para regularizar a situação. Com a proximidade do fim do ano, há possibilidade de que o parlamentar retorne apenas em fevereiro.

Com o impasse, Merisvaldo Lima Santos (PSDB) permanece na cadeira do correligionário no Legislativo. O suplente afirma que representou o parlamentar e, mesmo deixando a cadeira em breve, pretende continuar auxiliando a Casa. “Tivemos ótimas iniciativas do prefeito neste primeiro ano de governo. Fiz um projeto, aprovado, que obriga a Prefeitura divulgar o cronograma de obras pela internet, além dos inúmeros requerimentos. Nessas últimas sessões farei o projeto do Dia do Condutor Escolar”, explicou Merisvaldo.

Apesar de o tucano não ter contato com Agnaldo, afirma ter um bom relacionamento e aguarda melhoras do tucano. “Espero que ele consiga retornar e honrar o cargo que conquistou como vereador nas últimas eleições (foi o segundo vereador mais votado, com 828 votos)”, disse.

Em junho, Merisvaldo havia anunciado ao Diário projeto que faria antes de sair da cadeira. O parlamentar iria propor projeto em que os secretários da Prefeitura teriam de passar por sabatina dos vereadores antes de assumir o cargo. Porém, o projeto acabou na gaveta. “Conversei com o departamento jurídico, que alegou inconstitucionalidade, já que a nomeação dos secretários é de responsabilidade do Executivo.”

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