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'Vai demorar para eu pôr os pés no chao', diz Oswaldo


Angelo Verotti
Enviado ao Rio de Janeiro

15/01/2000 | 00:58


Tomar um chope com a família. Esse era o maior desejo do técnico corintiano Oswaldo de Oliveira nesta sexta à noite, após a conquista do Mundial de Clubes, conta o Vasco da Gama, no Maracana. Emocionado, o treinador nao conseguia explicar ao certo o que estava sentindo, mas garantia que estar vivendo um dos melhores momentos de sua vida. "Eu estou conversando com vocês aqui, mas nao sei ao certo o que estou dizendo", chegou a dizer, durante um momento da entrevista. "Vai demorar muito tempo para eu colocar os pés no chao e cair na realidade".

Para Oswaldo, a garra, a determinaçao e o amor à camisa do Corinthians foram os principais responsáveis pela conquista do Mundial. "Quando você está em um clube que te dá todas as condiçoes de trabalho e tem no seu grupo jogadores que têm amor pelo time que defendem e estao buscando o mesmo objetivo, as coisas ficam mais fáceis. Esse título é o reconhecimento por tudo o que fizemos neste último ano. Disputamos mais de 85 jogos na temporada e conseguimos sair vitoriosos em três torneio (Paulista, Brasileiro e Mundial). O que posso mais eu querer?", questionou o treinador.

O volante Vampeta, que nao esteve bem nas últimas partidas disputadas pela equipe do Parque Sao Jorge, preferiu responder aos críticos em vez de falar do título. "Gostaria de dedicar esse campeonato às pessoas que insistem em dizer que nós somos um time caseiro, que só vence torneios nacionais. O Corinthians nao tem limite. Somos um grupo vencedor e todas essas conquistas dos últimos dois anos mostram isso", afirmou.

O meia Marcelinho, que foi o único jogador corintiano a desperdiçar uma cobrança de pênaltis, era o jogador mais contente do grupo. "Assim como o Dinei, eu sou um dos caras mais vitoriosos do Corinthians. Quero fazer história nesse clube", disse o jogador. Sobre a penalidade perdida, Marcelinho nao quis falar muito. "Eu ia bater no canto direito do goleiro, como costumo fazer todas as vezes. Mas nao sei o que aconteceu na hora. Resolvi mudar de lado. O goleiro deles estava atento e fez a defesa".

Para Macelinho, a sua maior alegria nesta sexta foi ter visto o Edmundo (Vasco) desperdiçar o último pênalti, que deu o título ao Corinthians. "Já pensou se eu tivesse dado o título para eles? Nao sei o que eu ia fazer. A nossa torcida ia me matar", garantiu.

Principal esperança da equipe do Parque Sao Jorge durante os pênaltis, o goleiro Dida manteve a sua natural tranquilidade. "Eu estava muito confiante na hora dos pênaltis. Só fiquei um pouco nervoso na hora que o Romário bateu a primeira penalidade e a bola passou por baixo do meu corpo. Mas depois a confiança voltou e consegui defender o chute do Gilberto. Acho que todos os jogadores estao de parabéns por todo o esforço que fizeram para chegarmos ao título. Foi algo for a do normal e o resultado está aí para todos verem", disse.



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'Vai demorar para eu pôr os pés no chao', diz Oswaldo

Angelo Verotti
Enviado ao Rio de Janeiro

15/01/2000 | 00:58


Tomar um chope com a família. Esse era o maior desejo do técnico corintiano Oswaldo de Oliveira nesta sexta à noite, após a conquista do Mundial de Clubes, conta o Vasco da Gama, no Maracana. Emocionado, o treinador nao conseguia explicar ao certo o que estava sentindo, mas garantia que estar vivendo um dos melhores momentos de sua vida. "Eu estou conversando com vocês aqui, mas nao sei ao certo o que estou dizendo", chegou a dizer, durante um momento da entrevista. "Vai demorar muito tempo para eu colocar os pés no chao e cair na realidade".

Para Oswaldo, a garra, a determinaçao e o amor à camisa do Corinthians foram os principais responsáveis pela conquista do Mundial. "Quando você está em um clube que te dá todas as condiçoes de trabalho e tem no seu grupo jogadores que têm amor pelo time que defendem e estao buscando o mesmo objetivo, as coisas ficam mais fáceis. Esse título é o reconhecimento por tudo o que fizemos neste último ano. Disputamos mais de 85 jogos na temporada e conseguimos sair vitoriosos em três torneio (Paulista, Brasileiro e Mundial). O que posso mais eu querer?", questionou o treinador.

O volante Vampeta, que nao esteve bem nas últimas partidas disputadas pela equipe do Parque Sao Jorge, preferiu responder aos críticos em vez de falar do título. "Gostaria de dedicar esse campeonato às pessoas que insistem em dizer que nós somos um time caseiro, que só vence torneios nacionais. O Corinthians nao tem limite. Somos um grupo vencedor e todas essas conquistas dos últimos dois anos mostram isso", afirmou.

O meia Marcelinho, que foi o único jogador corintiano a desperdiçar uma cobrança de pênaltis, era o jogador mais contente do grupo. "Assim como o Dinei, eu sou um dos caras mais vitoriosos do Corinthians. Quero fazer história nesse clube", disse o jogador. Sobre a penalidade perdida, Marcelinho nao quis falar muito. "Eu ia bater no canto direito do goleiro, como costumo fazer todas as vezes. Mas nao sei o que aconteceu na hora. Resolvi mudar de lado. O goleiro deles estava atento e fez a defesa".

Para Macelinho, a sua maior alegria nesta sexta foi ter visto o Edmundo (Vasco) desperdiçar o último pênalti, que deu o título ao Corinthians. "Já pensou se eu tivesse dado o título para eles? Nao sei o que eu ia fazer. A nossa torcida ia me matar", garantiu.

Principal esperança da equipe do Parque Sao Jorge durante os pênaltis, o goleiro Dida manteve a sua natural tranquilidade. "Eu estava muito confiante na hora dos pênaltis. Só fiquei um pouco nervoso na hora que o Romário bateu a primeira penalidade e a bola passou por baixo do meu corpo. Mas depois a confiança voltou e consegui defender o chute do Gilberto. Acho que todos os jogadores estao de parabéns por todo o esforço que fizeram para chegarmos ao título. Foi algo for a do normal e o resultado está aí para todos verem", disse.

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