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João Bosco: banquinho, violão e banda em Sto.André


Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

10/09/2005 | 07:58


Um dos nomes mais reverenciados da música popular brasileira, o cantor e compositor João Bosco, se apresenta neste sábado, às 20h, no Espaço de Eventos do Sesc Santo André. Além do banquinho e de seu inseparável violão, ele subirá ao palco acompanhado por Nelson Faria (guitarra e violões), Kiko Freitas (bateria) e Ney Conceição (baixo). Os ingressos vão de R$ 7 a R$ 20.

Na parte do show dedicada aos trabalhos mais recentes, João Bosco irá mostrar as canções de Malabaristas do Sinal Vermelho, seu último CD de estúdio, lançado em 2002. Mesmo composto por canções inéditas, o álbum, saudado pela crítica especializada como um dos melhores da carreira do músico, tem um caráter retrospectivo.

A definição se explica pelo fato de que as músicas contêm elementos bastante utilizados na obra de João Bosco. Há espaço para a preocupação com a realidade social brasileira, expressa na faixa-título; para a africanidade, explicitada na versão de Andar com Fé, de Gilberto Gil; o samba azeitado (Terreiro de Jesus); e, ainda, o samba-canção (Não me Arrependo de Nada). Durante o show, essas canções se juntam às pérolas produzidas em parceria com Aldir Blanc, como Nação, Tiro de Misericórdia, Memória de Pele, Jade e Papel Maché, todas velhas conhecidas do público.

Instrumentista virtuoso e mestre nas divisões rítmicas, João Bosco estabeleceu contato com o universo musical ainda na infância. Incentivado pela família, repleta de músicos, ele começou a tocar seus primeiros acordes aos 12 anos, em Minas Gerais, seu estado natal. Anos mais tarde ingressou na Faculdade de Engenharia Metalúrgica de Ouro Preto, e, sem abandonar os estudos, dedica-se ao violão, atraído, principalmente, por jazz, bossa nova e tropicalismo.

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O Bêbado e o Equilibrista - Em 1971, conheceu o letrista Aldir Blanc, com quem iniciou uma série de parcerias geniais, como Bala com Bala, De Frente pro Crime, Kid Cavaquinho, Caça à Raposa, Falso Brilhante e O Bêbado e o Equilibrista. No ano seguinte, terminou a faculdade e se transferiu definitivamente para o Rio, onde gravou sua primeira música, Agnus Sei (parceria com Aldir), no lado B do Disco de Bolso, lançado pelo jornal O Pasquim.

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O lado A era preenchido por um dos maiores sucessos do maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994), Águas de Março. Nas décadas de 80 e 90, depois de encerrar a parceria com Aldir Blanc, passou a atuar freqüentemente como cantor e encontrou outros parceiros como Capinam e Wally Salomão, Antônio Cícero, além do filho poeta, Francisco Bosco.

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Virginia Woolf é tema de palestra\r\n

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Cássio Gomes Neves<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Os Seminários Avançados sobre a Modernidade - Literatura e Filosofia do Século XX avançam para sua quarta semana com o debate de sábado. O tema é a obra de uma escritora elementar para a literatura feminina, bem como para a literatura desgarrada do realismo que regeu as letras até os anos 20 do século passado. Virginia Woolf (1882-1941), autora britânica de Mrs. Dalloway (1925) e Rumo ao Farol (1927), monopolizará as atenções do professor e palestrante Ricardo Lísias, a partir das 15h de sábado em Santo André.

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Um texto-base, Tudo Muito Normal, trabalho fundamental para o melhor entendimento da palestra de Lísias, pode ser lido no site do Diário (",1]);//-->

Um de seus primeiros parceiros foi o poeta Vinicius de Moraes (1913-1980), que o encorajou a se mudar para o Rio. Entre as composições da dupla destacam-se Rosa dos Ventos, Samba do Pouso e O Mergulhador.

O Bêbado e o Equilibrista - Em 1971, conheceu o letrista Aldir Blanc, com quem iniciou uma série de parcerias geniais, como Bala com Bala, De Frente pro Crime, Kid Cavaquinho, Caça à Raposa, Falso Brilhante e O Bêbado e o Equilibrista. No ano seguinte, terminou a faculdade e se transferiu definitivamente para o Rio, onde gravou sua primeira música, Agnus Sei (parceria com Aldir), no lado B do Disco de Bolso, lançado pelo jornal O Pasquim.

O lado A era preenchido por um dos maiores sucessos do maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994), Águas de Março. Nas décadas de 80 e 90, depois de encerrar a parceria com Aldir Blanc, passou a atuar freqüentemente como cantor e encontrou outros parceiros como Capinam e Wally Salomão, Antônio Cícero, além do filho poeta, Francisco Bosco.



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João Bosco: banquinho, violão e banda em Sto.André

Dojival Filho
Do Diário do Grande ABC

10/09/2005 | 07:58


Um dos nomes mais reverenciados da música popular brasileira, o cantor e compositor João Bosco, se apresenta neste sábado, às 20h, no Espaço de Eventos do Sesc Santo André. Além do banquinho e de seu inseparável violão, ele subirá ao palco acompanhado por Nelson Faria (guitarra e violões), Kiko Freitas (bateria) e Ney Conceição (baixo). Os ingressos vão de R$ 7 a R$ 20.

Na parte do show dedicada aos trabalhos mais recentes, João Bosco irá mostrar as canções de Malabaristas do Sinal Vermelho, seu último CD de estúdio, lançado em 2002. Mesmo composto por canções inéditas, o álbum, saudado pela crítica especializada como um dos melhores da carreira do músico, tem um caráter retrospectivo.

A definição se explica pelo fato de que as músicas contêm elementos bastante utilizados na obra de João Bosco. Há espaço para a preocupação com a realidade social brasileira, expressa na faixa-título; para a africanidade, explicitada na versão de Andar com Fé, de Gilberto Gil; o samba azeitado (Terreiro de Jesus); e, ainda, o samba-canção (Não me Arrependo de Nada). Durante o show, essas canções se juntam às pérolas produzidas em parceria com Aldir Blanc, como Nação, Tiro de Misericórdia, Memória de Pele, Jade e Papel Maché, todas velhas conhecidas do público.

Instrumentista virtuoso e mestre nas divisões rítmicas, João Bosco estabeleceu contato com o universo musical ainda na infância. Incentivado pela família, repleta de músicos, ele começou a tocar seus primeiros acordes aos 12 anos, em Minas Gerais, seu estado natal. Anos mais tarde ingressou na Faculdade de Engenharia Metalúrgica de Ouro Preto, e, sem abandonar os estudos, dedica-se ao violão, atraído, principalmente, por jazz, bossa nova e tropicalismo.

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O Bêbado e o Equilibrista - Em 1971, conheceu o letrista Aldir Blanc, com quem iniciou uma série de parcerias geniais, como Bala com Bala, De Frente pro Crime, Kid Cavaquinho, Caça à Raposa, Falso Brilhante e O Bêbado e o Equilibrista. No ano seguinte, terminou a faculdade e se transferiu definitivamente para o Rio, onde gravou sua primeira música, Agnus Sei (parceria com Aldir), no lado B do Disco de Bolso, lançado pelo jornal O Pasquim.

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O lado A era preenchido por um dos maiores sucessos do maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994), Águas de Março. Nas décadas de 80 e 90, depois de encerrar a parceria com Aldir Blanc, passou a atuar freqüentemente como cantor e encontrou outros parceiros como Capinam e Wally Salomão, Antônio Cícero, além do filho poeta, Francisco Bosco.

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Virginia Woolf é tema de palestra\r\n

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Cássio Gomes Neves<br>Do Diário do Grande ABC\r\n
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Os Seminários Avançados sobre a Modernidade - Literatura e Filosofia do Século XX avançam para sua quarta semana com o debate de sábado. O tema é a obra de uma escritora elementar para a literatura feminina, bem como para a literatura desgarrada do realismo que regeu as letras até os anos 20 do século passado. Virginia Woolf (1882-1941), autora britânica de Mrs. Dalloway (1925) e Rumo ao Farol (1927), monopolizará as atenções do professor e palestrante Ricardo Lísias, a partir das 15h de sábado em Santo André.

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Um texto-base, Tudo Muito Normal, trabalho fundamental para o melhor entendimento da palestra de Lísias, pode ser lido no site do Diário (",1]);//-->

Um de seus primeiros parceiros foi o poeta Vinicius de Moraes (1913-1980), que o encorajou a se mudar para o Rio. Entre as composições da dupla destacam-se Rosa dos Ventos, Samba do Pouso e O Mergulhador.

O Bêbado e o Equilibrista - Em 1971, conheceu o letrista Aldir Blanc, com quem iniciou uma série de parcerias geniais, como Bala com Bala, De Frente pro Crime, Kid Cavaquinho, Caça à Raposa, Falso Brilhante e O Bêbado e o Equilibrista. No ano seguinte, terminou a faculdade e se transferiu definitivamente para o Rio, onde gravou sua primeira música, Agnus Sei (parceria com Aldir), no lado B do Disco de Bolso, lançado pelo jornal O Pasquim.

O lado A era preenchido por um dos maiores sucessos do maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994), Águas de Março. Nas décadas de 80 e 90, depois de encerrar a parceria com Aldir Blanc, passou a atuar freqüentemente como cantor e encontrou outros parceiros como Capinam e Wally Salomão, Antônio Cícero, além do filho poeta, Francisco Bosco.

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