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Deixar Exército por longo período no Rio é dar 'férias' a bandidos, diz ministro

Antônio Cruz / Agência Brasil  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


17/10/2017 | 13:28


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse na manhã desta terça-feira, 17, que a permanência das Forças Armadas em comunidades do Rio de Janeiro "não leva a resultados" (positivo). "Nós entendemos que deixar as Forças Armadas fazendo o policiamento por longos períodos em comunidades do Rio é dar férias aos bandidos."

Em entrevista à TV Estadão, o ministro afirmou ainda que o papel das Forças Armadas no Rio de Janeiro é de apoiar a demanda das polícias e da Segurança no Estado. "Nós fazemos o cerco, fazemos varreduras, atuamos na inteligência apoiando as ações das polícias, até porque são as polícias que recebem as ordens de prisão, as ordens de busca e apreensão, e nós atuamos no apoio", explicou.

Jungmann afirmou que o custo para manutenção das Forças Armadas nas comunidades do Rio de Janeiro "é altíssimo". Ele lembrou que, por R$ 400 milhões, o Exército passou um ano e meio na comunidade da Maré, no Rio, em 2015, e que quando saíram o crime voltou. "Quando nós estamos lá, eles (criminosos) se retraem, mas quando saímos, eles voltam. Isso é jogar dinheiro fora", disse.

Ainda de acordo com o ministro, o combate a criminalidade é feito através de ações de inteligência e as Forças Armadas não atacam a capacidade operacional do crime.



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Deixar Exército por longo período no Rio é dar 'férias' a bandidos, diz ministro


17/10/2017 | 13:28


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse na manhã desta terça-feira, 17, que a permanência das Forças Armadas em comunidades do Rio de Janeiro "não leva a resultados" (positivo). "Nós entendemos que deixar as Forças Armadas fazendo o policiamento por longos períodos em comunidades do Rio é dar férias aos bandidos."

Em entrevista à TV Estadão, o ministro afirmou ainda que o papel das Forças Armadas no Rio de Janeiro é de apoiar a demanda das polícias e da Segurança no Estado. "Nós fazemos o cerco, fazemos varreduras, atuamos na inteligência apoiando as ações das polícias, até porque são as polícias que recebem as ordens de prisão, as ordens de busca e apreensão, e nós atuamos no apoio", explicou.

Jungmann afirmou que o custo para manutenção das Forças Armadas nas comunidades do Rio de Janeiro "é altíssimo". Ele lembrou que, por R$ 400 milhões, o Exército passou um ano e meio na comunidade da Maré, no Rio, em 2015, e que quando saíram o crime voltou. "Quando nós estamos lá, eles (criminosos) se retraem, mas quando saímos, eles voltam. Isso é jogar dinheiro fora", disse.

Ainda de acordo com o ministro, o combate a criminalidade é feito através de ações de inteligência e as Forças Armadas não atacam a capacidade operacional do crime.

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