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Sol e temperatura elevada lotam as praias santistas


Do Diário do Grande ABC

15/01/2000 | 14:24


O sol e a temperatura elevada levaram muita gente às praias na manha de sábado, em toda a Baixada Santista. Os transtornos enfrentados por muitos turistas na descida da serra logo foram esquecidos com a chegada em Santos, onde nem mesmo a bandeira vermelha, indicando que a Praia do Gonzaga estava imprópria para o banho de mar, tirou o bom humor dos paulistanos.

As famílias de Maria Regina de Souza Oliveira e a Sueli Oliveira, que vieram de Guarapiranga, Zona Sul de Sao Paulo, chegaram cedo à Praia do Boqueirao, a fim de passar o dia à beira-mar. "Cientes dos problemas no Sistema Anchieta-Imigrantes, nós saímos cedo de casa, por volta das 6h30 e ficamos até surpresos com a tranqüilidade da estrada, já que às 9 horas estávamos estacionando o carro na orla", afirmava Maria Regina que, por outro lado, manifestava preocupaçao com a subida, no final da tarde de domingo.

Ismerindo Lauro de Souza Oliveira dizia que é raro as duas famílias pegarem praia na temporada, porque os problemas, ora na descida e ora na subida, sao inevitáveis. "É por isso, que a gente prefere descer sempre fora da temporada", assegura. E, sem querer arriscar eventuais transtornos na subida da serra, a aposentada Darcy de Lucca tentava bronzear-se na areia da Praia do Boqueirao, lembrando que bom mesmo seria estar na sua chácara em Campinas. "Mas quem é que se sujeita a enfrentar o estresse dos congestionamentos e das enchentes, comuns nesta época do ano", lamentava, preferindo permanecer no seu apartamento, em Santos.

Com a temperatura em torno de 36 graus, às 10 horas, o encarregado do quiosque de coco verde do Canal 3, Fábio Silva de Oliveira, queixava-se apenas da falta do produto, quando a praia estava fervilhando. "Trouxemos só 30 cocos e logo já estávamos na mao, sem poder atender pelo menos uns 50 fregueses", reclamava, torcendo para que seu pai chegasse logo, trazendo mais frutos do depósito. Cada coco gelado estava custando R$ 2 00. Mas ninguém reclamava do preço e sim da falta do produto, para amenizar a sede e hidratar o corpo, em pleno sol do meio-dia.



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Sol e temperatura elevada lotam as praias santistas

Do Diário do Grande ABC

15/01/2000 | 14:24


O sol e a temperatura elevada levaram muita gente às praias na manha de sábado, em toda a Baixada Santista. Os transtornos enfrentados por muitos turistas na descida da serra logo foram esquecidos com a chegada em Santos, onde nem mesmo a bandeira vermelha, indicando que a Praia do Gonzaga estava imprópria para o banho de mar, tirou o bom humor dos paulistanos.

As famílias de Maria Regina de Souza Oliveira e a Sueli Oliveira, que vieram de Guarapiranga, Zona Sul de Sao Paulo, chegaram cedo à Praia do Boqueirao, a fim de passar o dia à beira-mar. "Cientes dos problemas no Sistema Anchieta-Imigrantes, nós saímos cedo de casa, por volta das 6h30 e ficamos até surpresos com a tranqüilidade da estrada, já que às 9 horas estávamos estacionando o carro na orla", afirmava Maria Regina que, por outro lado, manifestava preocupaçao com a subida, no final da tarde de domingo.

Ismerindo Lauro de Souza Oliveira dizia que é raro as duas famílias pegarem praia na temporada, porque os problemas, ora na descida e ora na subida, sao inevitáveis. "É por isso, que a gente prefere descer sempre fora da temporada", assegura. E, sem querer arriscar eventuais transtornos na subida da serra, a aposentada Darcy de Lucca tentava bronzear-se na areia da Praia do Boqueirao, lembrando que bom mesmo seria estar na sua chácara em Campinas. "Mas quem é que se sujeita a enfrentar o estresse dos congestionamentos e das enchentes, comuns nesta época do ano", lamentava, preferindo permanecer no seu apartamento, em Santos.

Com a temperatura em torno de 36 graus, às 10 horas, o encarregado do quiosque de coco verde do Canal 3, Fábio Silva de Oliveira, queixava-se apenas da falta do produto, quando a praia estava fervilhando. "Trouxemos só 30 cocos e logo já estávamos na mao, sem poder atender pelo menos uns 50 fregueses", reclamava, torcendo para que seu pai chegasse logo, trazendo mais frutos do depósito. Cada coco gelado estava custando R$ 2 00. Mas ninguém reclamava do preço e sim da falta do produto, para amenizar a sede e hidratar o corpo, em pleno sol do meio-dia.

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