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Obras estaduais contra cheias ainda nao têm prazo


Do Diário do Grande ABC

14/01/2000 | 09:08


Ainda levará tempo para que alguns pontos da capital fiquem livres de enchentes. Feitas pelo governo estadual, as obras de rebaixamento completo da calha do Rio Tietê e de construçao de piscinoes do Rio Tamanduateí nao têm previsao de quando estarao concluídas.

Com a chuva de quarta-feira, alguns dos seis piscinoes do Rio Tamanduateí transbordaram. Os reservatórios foram concluídos no ano passado pela Secretaria de Recursos Hídricos, Saneamento e Obras do Estado de Sao Paulo.

Segundo o secretário Antônio Carlos Mendes Thame, os piscinoes têm capacidade para 560 mil metros cúbicos. "Precisaríamos de 3 milhoes de metros cúbicos para ficarmos livres do problema naquela área", disse.

Thame informou que o Governo do Estado pretende iniciar a construçao de outros seis piscinoes na regiao do Tamanduateí até o fim do semestre. Mesmo quando os novos reservatórios estiverem concluídos, a soma da vazao nao chegará a 3 milhoes de metros cúbicos.

De acordo com Thame, a primeira etapa do rebaixamento da calha do Rio Tietê - que vai do Cebolao a Santana de Parnaíba, na Grande Sao Paulo - está prestes a ser concluída. Nao foi fixada, no entanto, uma data para o início da segunda parte do projeto, no trecho de 24 quilômetros entre o Cebolao e a Penha. "Em cinco anos, investimos R$ 500 milhoes em obras contra enchentes", destacou.

Empréstimo - O governador Mário Covas (PSDB) afirmou nesta sexta-feira que o Estado tem feito muito para combater os alagamentos. Como exemplo, citou o rebaixamento da calha do Rio Tietê. "As obras da primeira etapa custaram metade do previsto", afirmou.

Covas está pleiteando o uso do valor restante do empréstimo, feito pelo governo japonês, para a segunda parte do projeto. O governador acrescentou ainda que alguns dos locais atingidos pela chuva de anteontem nao costumavam ser vítimas das cheias. "Soube que houve alagamentos em áreas que nunca haviam inundado."

No Brooklin, moradores reclamaram da obra de prolongamento do corredor de trólebus da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), feita pela Companhia do Metropolitano (Metrô). Várias pessoas afirmaram que a obra, que ligará o bairro a Diadema, na Grande Sao Paulo, tem causado cheias na Avenida Roque Petroni Júnior.

De acordo com a Assessoria de Imprensa do Metrô, nao há relaçao entre o corredor e as enchentes. A origem das inundaçoes seria a falta de manutençao no canal subterrâneo que transporta as águas dos Córregos do Cordeiro e Agua Espraiada para a Usina Elevatória de Traiçao, no Rio Pinheiros. O duto está sob responsabilidade da Prefeitura.

A Assessoria de Imprensa informou que a relaçao do corredor da EMTU com o Córrego do Cordeiro dá-se apenas no encontro das Avenidas Roque Petroni Júnior e Santo Amaro. Fez-se o alargamento das galerias, que teriam resolvido o problema de enchentes constantes naquele ponto.



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Obras estaduais contra cheias ainda nao têm prazo

Do Diário do Grande ABC

14/01/2000 | 09:08


Ainda levará tempo para que alguns pontos da capital fiquem livres de enchentes. Feitas pelo governo estadual, as obras de rebaixamento completo da calha do Rio Tietê e de construçao de piscinoes do Rio Tamanduateí nao têm previsao de quando estarao concluídas.

Com a chuva de quarta-feira, alguns dos seis piscinoes do Rio Tamanduateí transbordaram. Os reservatórios foram concluídos no ano passado pela Secretaria de Recursos Hídricos, Saneamento e Obras do Estado de Sao Paulo.

Segundo o secretário Antônio Carlos Mendes Thame, os piscinoes têm capacidade para 560 mil metros cúbicos. "Precisaríamos de 3 milhoes de metros cúbicos para ficarmos livres do problema naquela área", disse.

Thame informou que o Governo do Estado pretende iniciar a construçao de outros seis piscinoes na regiao do Tamanduateí até o fim do semestre. Mesmo quando os novos reservatórios estiverem concluídos, a soma da vazao nao chegará a 3 milhoes de metros cúbicos.

De acordo com Thame, a primeira etapa do rebaixamento da calha do Rio Tietê - que vai do Cebolao a Santana de Parnaíba, na Grande Sao Paulo - está prestes a ser concluída. Nao foi fixada, no entanto, uma data para o início da segunda parte do projeto, no trecho de 24 quilômetros entre o Cebolao e a Penha. "Em cinco anos, investimos R$ 500 milhoes em obras contra enchentes", destacou.

Empréstimo - O governador Mário Covas (PSDB) afirmou nesta sexta-feira que o Estado tem feito muito para combater os alagamentos. Como exemplo, citou o rebaixamento da calha do Rio Tietê. "As obras da primeira etapa custaram metade do previsto", afirmou.

Covas está pleiteando o uso do valor restante do empréstimo, feito pelo governo japonês, para a segunda parte do projeto. O governador acrescentou ainda que alguns dos locais atingidos pela chuva de anteontem nao costumavam ser vítimas das cheias. "Soube que houve alagamentos em áreas que nunca haviam inundado."

No Brooklin, moradores reclamaram da obra de prolongamento do corredor de trólebus da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), feita pela Companhia do Metropolitano (Metrô). Várias pessoas afirmaram que a obra, que ligará o bairro a Diadema, na Grande Sao Paulo, tem causado cheias na Avenida Roque Petroni Júnior.

De acordo com a Assessoria de Imprensa do Metrô, nao há relaçao entre o corredor e as enchentes. A origem das inundaçoes seria a falta de manutençao no canal subterrâneo que transporta as águas dos Córregos do Cordeiro e Agua Espraiada para a Usina Elevatória de Traiçao, no Rio Pinheiros. O duto está sob responsabilidade da Prefeitura.

A Assessoria de Imprensa informou que a relaçao do corredor da EMTU com o Córrego do Cordeiro dá-se apenas no encontro das Avenidas Roque Petroni Júnior e Santo Amaro. Fez-se o alargamento das galerias, que teriam resolvido o problema de enchentes constantes naquele ponto.

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