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O QR e a convergência de mídias

O QR Code, ou código de resposta rápida, é um código de barras que pode ser interpretado ...


Dgabc

25/04/2012 | 00:00


O QR Code, ou código de resposta rápida, é um código de barras que pode ser interpretado usando a maioria dos celulares equipados com câmera. Ao ser interpretado, o código se transforma em texto ou palavras, endereço de internet, número, endereço de e-mail, entre outros. A tecnologia QR Code é ótima, porém é praticamente inexplorada no Brasil, em comparação a países como Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. Um case muito interessante é o de supermercado que espalhou painéis com QR Codes em estação de Metrô, permitindo que o usuário fizesse compras escaneando os códigos via smartphone. Esse é exemplo de como essa tecnologia pode contribuir para facilitar o cotidiano.

Acreditamos que as empresas brasileiras que apostarem e investirem no desenvolvimento e utilização de QR Code terão muito sucesso. Essa tecnologia ainda tem muito a oferecer no Brasil, mas precisa se difundir. Esperamos que o mercado comece a utilizar o QR Code não apenas para ações promocionais, mas também para conteúdos pessoais e informativos. Segundo estudo sobre a utilização de QR no mundo, os produtos em que o código está mais propenso a ser escaneado são: comida e bebida (35%); saúde e beleza (18%); livros (13%); DVDs (12%); e eletrônicos (10%). Assim, os conteúdos mais informativos e usuais têm mais chances de serem consumidos.

Entre os exemplos de utilização de QR Code, mais usual e informativo, está o recebimento de SMS ou e-mails com conteúdo sobre determinado assunto de interesse do receptor. Através da leitura de um QR é possível receber o código de rastreio de um produto, por exemplo. Devemos criar maneiras de utilizar a tecnologia de forma criativa para que ela se torne mais atrativa para os usuários. Essa tecnologia atrai muitas empresas, principalmente pela integração com outras tecnologias e conectividade com outras empresas, além de proporcionar maior alcance do público. É possível utilizar o QR Code através de SMS, e-mail, via WAP, via web (diretamente na página de internet), ou seja, cada vez mais a convergência entre as mídias fica evidente.

A própria utilização de SMS no Brasil agora está ganhando mais força com aplicações criativas como m-payment, m-health, m-agriculture. São infinitas as possibilidades de aproveitamento da tecnologia, temos apenas que deixar de ser receosos, assumindo postura mais aberta à quebra de paradigmas.

Valdomiro Souza é gerente de operações.

PALAVRA DO LEITOR

Meia maratona

Desorganização. Essa é a palavra que podemos usar para definir a Meia Maratona Shopping ABC realizada dia 22. A começar pela inscrição, onde não se aceitavam cartões de débito nem cheques. A falta de camisetas quando da retirada dos kits foi outro fato marcante e, para encerrar com chave de ouro, o pagamento do estacionamento, que no regulamento da prova dizia ser gratuito.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Conflitos

Sobre os conflitos de terra que estão acontecendo no Sul da Bahia, perguntar não ofende: os índios invadiram as terras dos fazendeiros ou foram os fazendeiros que invadiram as terras que são dos índios desde sempre? Os latifundiários dizem que compraram as terras. Compraram de quem? E quem vendeu a eles, de quem comprou?

Gilberto Tadeu de Lima

São Caetano

Resposta

Em resposta ao leitor Renato Abreu, diretor da Uniserv de Mauá (Vice em Mauá, dia 17), gostaria de corrigir as informações da reportagem (Política, dia 13) e esclarecer que fui funcionário público por muito tempo e sou casado com uma diretora de escola pública em Mauá. Sou professor de Matemática e, enquanto estive na ativa, no setor público, pude conhecer um pouquinho das dificuldades e anseios do servidor, sei o quanto o sistema desestimula o servidor público, com o achatamento dos salários e a falta de reconhecimento. Sei também que, às vezes, o servidor de carreira paga a conta pela ineficiência de alguns comissionados que, por força política, acabam ocupando cargos sem a devida competência. E o quanto os colaboradores, tanto do poder público quanto da iniciativa privada, são fundamentais para a boa prestação de serviços. Em concordância com o senhor, gostaria de esclarecer que o agente político tem que prover as condições para serviço público mais eficiente, e assim conquistar o seu chamado ‘lucro', que na iniciativa privada se mostra em resultados financeiros e, no poder público, na satisfação do munícipe, que infelizmente nos dias de hoje não é a realidade de Mauá.

José Roberto Lourencine

Mauá

Omissão

Em mais de dez anos que passo para caminhar no Parque Regional da Criança, em Santo André, só presenciei umas duas ou três vezes a fiscalização de trânsito no local. A Rua Aracanga, ao lado do parque, e ruas transversais são de mão única de direção, mas essa contramão deixa de existir entre 6h e 8h, pois o fluxo de veículos na contramão é tanto que seria necessária uma filmadora para registrar e posteriormente autuar os infratores, automóveis, ônibus, caminhões e até transporte escolar! Há casos de ter que parar para o infrator passar, o cúmulo! Nas ruas adjacentes, ainda, os moradores se acham no direito de estacionar seus veículos sobre a calçada, obrigando os pedestres a caminharem pela rua.

Carlos Alberto Frabetti

Santo André

Cachoeira

Ex-assessor e amigo do peito de Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo passado, Rogério Buratti, que pode ser convocado à CPI do Cachoeira, apontou o angolano Roberto Kurzweil como intermediário da suposta doação de R$ 1 milhão à campanha presidencial em 2002, sob o compromisso de o presidente legalizar os bingos. O doador, disse Buratti, foi o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A doação de Cachoeira, que revelou Rogério Buratti à CPI dos Bingos, seria para o caixa dois da campanha. Na Operação Xeque-Mate da PF, até Vavá, irmão de Lula, enrolou-se nos bingos de Dario Morelli Filho, compadre preso do ex-presidente. Lula vai acabar emudecendo de tanto falar com visitas políticas, entre as sessões de fonoaudiologia.

Luizinho Fernandes



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O QR e a convergência de mídias

O QR Code, ou código de resposta rápida, é um código de barras que pode ser interpretado ...

Dgabc

25/04/2012 | 00:00


O QR Code, ou código de resposta rápida, é um código de barras que pode ser interpretado usando a maioria dos celulares equipados com câmera. Ao ser interpretado, o código se transforma em texto ou palavras, endereço de internet, número, endereço de e-mail, entre outros. A tecnologia QR Code é ótima, porém é praticamente inexplorada no Brasil, em comparação a países como Estados Unidos, Japão e Coréia do Sul. Um case muito interessante é o de supermercado que espalhou painéis com QR Codes em estação de Metrô, permitindo que o usuário fizesse compras escaneando os códigos via smartphone. Esse é exemplo de como essa tecnologia pode contribuir para facilitar o cotidiano.

Acreditamos que as empresas brasileiras que apostarem e investirem no desenvolvimento e utilização de QR Code terão muito sucesso. Essa tecnologia ainda tem muito a oferecer no Brasil, mas precisa se difundir. Esperamos que o mercado comece a utilizar o QR Code não apenas para ações promocionais, mas também para conteúdos pessoais e informativos. Segundo estudo sobre a utilização de QR no mundo, os produtos em que o código está mais propenso a ser escaneado são: comida e bebida (35%); saúde e beleza (18%); livros (13%); DVDs (12%); e eletrônicos (10%). Assim, os conteúdos mais informativos e usuais têm mais chances de serem consumidos.

Entre os exemplos de utilização de QR Code, mais usual e informativo, está o recebimento de SMS ou e-mails com conteúdo sobre determinado assunto de interesse do receptor. Através da leitura de um QR é possível receber o código de rastreio de um produto, por exemplo. Devemos criar maneiras de utilizar a tecnologia de forma criativa para que ela se torne mais atrativa para os usuários. Essa tecnologia atrai muitas empresas, principalmente pela integração com outras tecnologias e conectividade com outras empresas, além de proporcionar maior alcance do público. É possível utilizar o QR Code através de SMS, e-mail, via WAP, via web (diretamente na página de internet), ou seja, cada vez mais a convergência entre as mídias fica evidente.

A própria utilização de SMS no Brasil agora está ganhando mais força com aplicações criativas como m-payment, m-health, m-agriculture. São infinitas as possibilidades de aproveitamento da tecnologia, temos apenas que deixar de ser receosos, assumindo postura mais aberta à quebra de paradigmas.

Valdomiro Souza é gerente de operações.

PALAVRA DO LEITOR

Meia maratona

Desorganização. Essa é a palavra que podemos usar para definir a Meia Maratona Shopping ABC realizada dia 22. A começar pela inscrição, onde não se aceitavam cartões de débito nem cheques. A falta de camisetas quando da retirada dos kits foi outro fato marcante e, para encerrar com chave de ouro, o pagamento do estacionamento, que no regulamento da prova dizia ser gratuito.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Conflitos

Sobre os conflitos de terra que estão acontecendo no Sul da Bahia, perguntar não ofende: os índios invadiram as terras dos fazendeiros ou foram os fazendeiros que invadiram as terras que são dos índios desde sempre? Os latifundiários dizem que compraram as terras. Compraram de quem? E quem vendeu a eles, de quem comprou?

Gilberto Tadeu de Lima

São Caetano

Resposta

Em resposta ao leitor Renato Abreu, diretor da Uniserv de Mauá (Vice em Mauá, dia 17), gostaria de corrigir as informações da reportagem (Política, dia 13) e esclarecer que fui funcionário público por muito tempo e sou casado com uma diretora de escola pública em Mauá. Sou professor de Matemática e, enquanto estive na ativa, no setor público, pude conhecer um pouquinho das dificuldades e anseios do servidor, sei o quanto o sistema desestimula o servidor público, com o achatamento dos salários e a falta de reconhecimento. Sei também que, às vezes, o servidor de carreira paga a conta pela ineficiência de alguns comissionados que, por força política, acabam ocupando cargos sem a devida competência. E o quanto os colaboradores, tanto do poder público quanto da iniciativa privada, são fundamentais para a boa prestação de serviços. Em concordância com o senhor, gostaria de esclarecer que o agente político tem que prover as condições para serviço público mais eficiente, e assim conquistar o seu chamado ‘lucro', que na iniciativa privada se mostra em resultados financeiros e, no poder público, na satisfação do munícipe, que infelizmente nos dias de hoje não é a realidade de Mauá.

José Roberto Lourencine

Mauá

Omissão

Em mais de dez anos que passo para caminhar no Parque Regional da Criança, em Santo André, só presenciei umas duas ou três vezes a fiscalização de trânsito no local. A Rua Aracanga, ao lado do parque, e ruas transversais são de mão única de direção, mas essa contramão deixa de existir entre 6h e 8h, pois o fluxo de veículos na contramão é tanto que seria necessária uma filmadora para registrar e posteriormente autuar os infratores, automóveis, ônibus, caminhões e até transporte escolar! Há casos de ter que parar para o infrator passar, o cúmulo! Nas ruas adjacentes, ainda, os moradores se acham no direito de estacionar seus veículos sobre a calçada, obrigando os pedestres a caminharem pela rua.

Carlos Alberto Frabetti

Santo André

Cachoeira

Ex-assessor e amigo do peito de Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo passado, Rogério Buratti, que pode ser convocado à CPI do Cachoeira, apontou o angolano Roberto Kurzweil como intermediário da suposta doação de R$ 1 milhão à campanha presidencial em 2002, sob o compromisso de o presidente legalizar os bingos. O doador, disse Buratti, foi o bicheiro Carlinhos Cachoeira. A doação de Cachoeira, que revelou Rogério Buratti à CPI dos Bingos, seria para o caixa dois da campanha. Na Operação Xeque-Mate da PF, até Vavá, irmão de Lula, enrolou-se nos bingos de Dario Morelli Filho, compadre preso do ex-presidente. Lula vai acabar emudecendo de tanto falar com visitas políticas, entre as sessões de fonoaudiologia.

Luizinho Fernandes

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