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Vicentinho e bancada não dialogam e entrave persiste

Nario Barbosa/DGABC:  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em Diadema, havia expectativa de encontro
para amenizar ânimos entre deputado e vereadores


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2015 | 07:00


O deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), e a bancada de vereadores do petismo de Diadema ainda não conseguiram estabelecer diálogo com vistas à sucessão municipal do ano que vem, deixando o clima de incerteza no diretório petista.

Vicentinho mudou domicílio eleitoral de São Bernardo para a Diadema em 29 de setembro, se colocando com uma das opções entre os representantes da legenda pela corrida pelo comando do Paço, hoje nas mãos do rival Lauro Michels (PV). Sugeriu reunião com os vereadores para expor seu pensamento, mas o encontro não ocorreu, reforçando tom incisivo de contrariedade da bancada, que, de imediato, tratou por descartar a vinda do parlamentar.

O plano de Vicentinho foi pensado após o ex-prefeito diademense José de Filippi Júnior (PT) declarar que não tem intenção de entrar na disputa. Filippi é considerado plano A da sigla.

No entanto, a bancada do PT local, composta por seis vereadores, rejeitou chegada de Vicentinho. Os parlamentares Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e José Antônio da Silva, inclusive, já colocaram seus nomes à disposição do partido para eventual candidatura, em caso de descarte definitivo de Filippi. Os demais vereadores Ronaldo Lacerda, Orlando Vitoriano e Josa Queiroz consideraram “oportunista” a manobra de Vicentinho e entoaram o tom de ataque ao parlamentar, que esteve com domicílio em São Bernardo nos últimos 16 anos. “O PT aqui em Diadema tem a sua força e seu trabalho para construir projetos políticos. E é o que vamos fazer. O Vicentinho, como militante e parlamentar é bem-vindo”, comentou Josa.

O deputado federal, que está em seu quarto mandato no Congresso, se filiou no diretório diademense em evento no dia 1º e não foi recepcionado por nenhum vereador. Na ocasião, garantiu respeitar postura e enfatizou que ingressava na sigla “sendo o reserva do reserva” em relação ao projeto sucessão eleitoral. No diretório, Vicentinho tem o nome defendido por algumas lideranças, cuja ligação é atrelada aos movimentos sindicais.

Preferido na sigla municipal, Filippi novamente se esquivou sobre futuro na política. Questionado pelo Diário, o ex-prefeito despistou. “Estou de férias. Volto somente em 3 de novembro”.

Já o presidente estadual do PT, o ex-prefeito de Osasco Emidio de Souza, argumentou que o plano da sigla é alçar Filippi novamente, não considerando Vicentinho como uma das opções para o pleito na cidade. “O Filippi é o quadro principal em Diadema. Estamos conversando com ele, no sentido que seja o candidato a prefeito. O Vicentinho migrou para lá, que é um direito dele, mas o principal nome, se ele quiser, é o Filippi”, frisou.

O diretório do PT do município, que é presidido pelo ex-prefeito Mário Reali, realizará no sábado plenária com o objetivo de inserir estratégia de campanha na pauta.

A meta dos petistas é definir nome até dezembro. 



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Vicentinho e bancada não dialogam e entrave persiste

Em Diadema, havia expectativa de encontro
para amenizar ânimos entre deputado e vereadores

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2015 | 07:00


O deputado federal Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT), e a bancada de vereadores do petismo de Diadema ainda não conseguiram estabelecer diálogo com vistas à sucessão municipal do ano que vem, deixando o clima de incerteza no diretório petista.

Vicentinho mudou domicílio eleitoral de São Bernardo para a Diadema em 29 de setembro, se colocando com uma das opções entre os representantes da legenda pela corrida pelo comando do Paço, hoje nas mãos do rival Lauro Michels (PV). Sugeriu reunião com os vereadores para expor seu pensamento, mas o encontro não ocorreu, reforçando tom incisivo de contrariedade da bancada, que, de imediato, tratou por descartar a vinda do parlamentar.

O plano de Vicentinho foi pensado após o ex-prefeito diademense José de Filippi Júnior (PT) declarar que não tem intenção de entrar na disputa. Filippi é considerado plano A da sigla.

No entanto, a bancada do PT local, composta por seis vereadores, rejeitou chegada de Vicentinho. Os parlamentares Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e José Antônio da Silva, inclusive, já colocaram seus nomes à disposição do partido para eventual candidatura, em caso de descarte definitivo de Filippi. Os demais vereadores Ronaldo Lacerda, Orlando Vitoriano e Josa Queiroz consideraram “oportunista” a manobra de Vicentinho e entoaram o tom de ataque ao parlamentar, que esteve com domicílio em São Bernardo nos últimos 16 anos. “O PT aqui em Diadema tem a sua força e seu trabalho para construir projetos políticos. E é o que vamos fazer. O Vicentinho, como militante e parlamentar é bem-vindo”, comentou Josa.

O deputado federal, que está em seu quarto mandato no Congresso, se filiou no diretório diademense em evento no dia 1º e não foi recepcionado por nenhum vereador. Na ocasião, garantiu respeitar postura e enfatizou que ingressava na sigla “sendo o reserva do reserva” em relação ao projeto sucessão eleitoral. No diretório, Vicentinho tem o nome defendido por algumas lideranças, cuja ligação é atrelada aos movimentos sindicais.

Preferido na sigla municipal, Filippi novamente se esquivou sobre futuro na política. Questionado pelo Diário, o ex-prefeito despistou. “Estou de férias. Volto somente em 3 de novembro”.

Já o presidente estadual do PT, o ex-prefeito de Osasco Emidio de Souza, argumentou que o plano da sigla é alçar Filippi novamente, não considerando Vicentinho como uma das opções para o pleito na cidade. “O Filippi é o quadro principal em Diadema. Estamos conversando com ele, no sentido que seja o candidato a prefeito. O Vicentinho migrou para lá, que é um direito dele, mas o principal nome, se ele quiser, é o Filippi”, frisou.

O diretório do PT do município, que é presidido pelo ex-prefeito Mário Reali, realizará no sábado plenária com o objetivo de inserir estratégia de campanha na pauta.

A meta dos petistas é definir nome até dezembro. 

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