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Pressão dita começo do Verdão no Brasileiro


Das Agências

08/05/2010 | 07:40


O Palmeiras inicia o Brasileirão da mesma maneira que terminou a edição de 2009: pressionado. Com a eliminação na Copa do Brasil, o time se vê cada vez mais cobrado pela torcida. O primeiro duelo é diante do Vitória, a partir das 18h30, no Palestra Itália.

Além do fracasso na competição que era a prioridade palmeirense na temporada, a diretoria ainda tem de controlar um outro problema: Diego Souza.

O jogador não deve mais atuar no Palmeiras. Alegando dores na coxa direita, não enfrentou o Atlético-GO em Goiânia. Além da suposta lesão (os próprios diretores palmeirenses acham que o atleta já está em condições de jogar), ele estaria de fora do jogo de amanhã por estar suspenso.

A cúpula palmeirense já não quer mais Diego Souza na equipe - teme que a relação torcida/time piore com o meia em campo.

Dona dos direitos do jogador, a Traffic está aberta a negociação, mas já recusou proposta de 4 milhões de euros (menos de R$ 10 milhões, o mesmo valor que gastou quando o contratou em 2008) do Al-Rayyan, do Catar. A empresa quer ao menos R$ 5 milhões a mais e só espera a oferta chegar para vendê-lo.

O cenário é parecido ao do ano passado. A crise cerca o clube e os direitos de imagem estão constantemente atrasados. Em 2009, o Palmeiras liderou o campeonato por 19 rodadas e, na reta final, caiu de produção. No último jogo, perdeu para o Botafogo e nem a vaga na Libertadores conseguiu.

Neste ano, após um fraco início no Paulistão, a diretoria trocou o técnico Muricy Ramalho por Antonio Carlos em busca de melhorias, mas nada mudou.

O time que enfrenta o Vitória vai ter novidades. Vitor estreia na lateral direita e o zagueiro Leandro Amaro, outro recém-contratado, deve ficar no banco de reserva. O zagueiro Danilo, que foi suspenso por 11 jogos após confusão com Manoel, do Atlético-PR, também não joga.

O Vitória manteve o mesmo time que disputou o último estadual.

 
Diego Souza é suspenso por um jogo

Os dias de Diego Souza andam mesmo turbulentos. Ontem não foi diferente. O jogador foi punido com um jogo de suspensão por fazer gestos obscenos e proferir xingamentos à torcida do Palmeiras após ter sido substituído no segundo tempo do primeiro confronto com o Atlético-GO pelas quartas de final da Copa do Brasil.

A decisão, por maioria de votos, foi proferida pelos auditores da Quarta Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

O advogado do Palmeiras, José Mauro Filho, disse que a atitude foi direcionada a determinados torcedores que estavam na ‘zona do amendoim' e pediu a absolvição alegando ser a primeira vez que o jogador cometeu o ato.

Porém, o auditor Rodrigo Fux disse que um jogador profissional não pode se equiparar a torcedores e responder com gestos ou xingamentos.

O jurista manteve a denúncia no artigo 258 (provocar o público durante partida, que prevê suspensão de duas a seis partidas) e aplicou dois jogos de suspensão a Diego Souza. Como houve empate na votação (2 a 2), prevaleceu a pena mais leve. (Das Agências)



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Pressão dita começo do Verdão no Brasileiro

Das Agências

08/05/2010 | 07:40


O Palmeiras inicia o Brasileirão da mesma maneira que terminou a edição de 2009: pressionado. Com a eliminação na Copa do Brasil, o time se vê cada vez mais cobrado pela torcida. O primeiro duelo é diante do Vitória, a partir das 18h30, no Palestra Itália.

Além do fracasso na competição que era a prioridade palmeirense na temporada, a diretoria ainda tem de controlar um outro problema: Diego Souza.

O jogador não deve mais atuar no Palmeiras. Alegando dores na coxa direita, não enfrentou o Atlético-GO em Goiânia. Além da suposta lesão (os próprios diretores palmeirenses acham que o atleta já está em condições de jogar), ele estaria de fora do jogo de amanhã por estar suspenso.

A cúpula palmeirense já não quer mais Diego Souza na equipe - teme que a relação torcida/time piore com o meia em campo.

Dona dos direitos do jogador, a Traffic está aberta a negociação, mas já recusou proposta de 4 milhões de euros (menos de R$ 10 milhões, o mesmo valor que gastou quando o contratou em 2008) do Al-Rayyan, do Catar. A empresa quer ao menos R$ 5 milhões a mais e só espera a oferta chegar para vendê-lo.

O cenário é parecido ao do ano passado. A crise cerca o clube e os direitos de imagem estão constantemente atrasados. Em 2009, o Palmeiras liderou o campeonato por 19 rodadas e, na reta final, caiu de produção. No último jogo, perdeu para o Botafogo e nem a vaga na Libertadores conseguiu.

Neste ano, após um fraco início no Paulistão, a diretoria trocou o técnico Muricy Ramalho por Antonio Carlos em busca de melhorias, mas nada mudou.

O time que enfrenta o Vitória vai ter novidades. Vitor estreia na lateral direita e o zagueiro Leandro Amaro, outro recém-contratado, deve ficar no banco de reserva. O zagueiro Danilo, que foi suspenso por 11 jogos após confusão com Manoel, do Atlético-PR, também não joga.

O Vitória manteve o mesmo time que disputou o último estadual.

 
Diego Souza é suspenso por um jogo

Os dias de Diego Souza andam mesmo turbulentos. Ontem não foi diferente. O jogador foi punido com um jogo de suspensão por fazer gestos obscenos e proferir xingamentos à torcida do Palmeiras após ter sido substituído no segundo tempo do primeiro confronto com o Atlético-GO pelas quartas de final da Copa do Brasil.

A decisão, por maioria de votos, foi proferida pelos auditores da Quarta Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva).

O advogado do Palmeiras, José Mauro Filho, disse que a atitude foi direcionada a determinados torcedores que estavam na ‘zona do amendoim' e pediu a absolvição alegando ser a primeira vez que o jogador cometeu o ato.

Porém, o auditor Rodrigo Fux disse que um jogador profissional não pode se equiparar a torcedores e responder com gestos ou xingamentos.

O jurista manteve a denúncia no artigo 258 (provocar o público durante partida, que prevê suspensão de duas a seis partidas) e aplicou dois jogos de suspensão a Diego Souza. Como houve empate na votação (2 a 2), prevaleceu a pena mais leve. (Das Agências)

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