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Divina história de Elizeth Cardoso


Thiago Mariano
Especial para o Diário

11/04/2008 | 07:05


A vida da cantora Elizeth Cardoso é desvendada no espetáculo musical Divina Elizeth, que estréia nesta sexta-feira, no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, com direção de João Falcão.

O mês de maio, em que a montagem fica em cartaz, marca momentos importantes da música e da vida da cantora: a celebração de sua morte, ocorrida em 7 de maio de 1990, e o aniversário de 50 anos da bossa nova, que teve início com seu disco, Canção do Amor Demais. O álbum trazia composições de Tom Jobim e Vinicius de Moraes interpretadas por Elizeth, com o acompanhamento da diferente batida de violão do então desconhecido João Gilberto.

A ‘Divina’, como era chamada por muitos, marcou uma das presenças mais importantes no cenário musical brasileiro. Acompanhou o samba, o chorinho, a dor de cotovelo dos sambas-canções da década de 1950 e, posteriormente, a bossa nova, a partir de 1960.

Todas essas diferentes fases da cantora são interpretetadas, no espetáculo, por cinco atrizes. Entre elas está a filha de Paulinho da Viola, Beatriz Faria. A justificativa do autor e diretor do espetáculo, João Falcão, está na pluralidade da obra da intérprete. “Ela era sofisticada, mas era muito popular, até gravava música de terreiro. Tentamos mostrar seu drama e sua sensualidade de mulata nas personagens”, diz.

No espetáculo, 40 músicas refletem toda a carreira de Elizeth, como Até Amanhã, de Noel Rosa, passando pelo samba-canção Canção da Volta, de Antonio Maria e Ismael Neto e Consolação, de Baden Powell e Vinicius de Moraes.

Ao longo da pesquisa para o projeto, Falcão se deparou com muitas informações a respeito da vida de Elizeth: “Descobri milhões de coisas superimportantes, que nortearam a criação do espetáculo. Ela é a mulher que mais cantou o amor. Numa esfera maior, Elizeth representa a música do século 20, foi a ponte entre a antigüidade, com Carmen Miranda e Aracy de Almeida e a modernidade, influenciando o canto de Maysa, Maria Bethânia e todas as outras.” (Supervisão de Gislaine Gutierre)

Divina Elizeth – Musical. Estréia nesta sexta-feira, às 21h. Sextas e sábados, às 21h; domingo, às 19h. No Teatro Shopping Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569. Tel.: 3472- 2226. Ingr.: R$ 80. Até 1º de junho.


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Divina história de Elizeth Cardoso

Thiago Mariano
Especial para o Diário

11/04/2008 | 07:05


A vida da cantora Elizeth Cardoso é desvendada no espetáculo musical Divina Elizeth, que estréia nesta sexta-feira, no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, com direção de João Falcão.

O mês de maio, em que a montagem fica em cartaz, marca momentos importantes da música e da vida da cantora: a celebração de sua morte, ocorrida em 7 de maio de 1990, e o aniversário de 50 anos da bossa nova, que teve início com seu disco, Canção do Amor Demais. O álbum trazia composições de Tom Jobim e Vinicius de Moraes interpretadas por Elizeth, com o acompanhamento da diferente batida de violão do então desconhecido João Gilberto.

A ‘Divina’, como era chamada por muitos, marcou uma das presenças mais importantes no cenário musical brasileiro. Acompanhou o samba, o chorinho, a dor de cotovelo dos sambas-canções da década de 1950 e, posteriormente, a bossa nova, a partir de 1960.

Todas essas diferentes fases da cantora são interpretetadas, no espetáculo, por cinco atrizes. Entre elas está a filha de Paulinho da Viola, Beatriz Faria. A justificativa do autor e diretor do espetáculo, João Falcão, está na pluralidade da obra da intérprete. “Ela era sofisticada, mas era muito popular, até gravava música de terreiro. Tentamos mostrar seu drama e sua sensualidade de mulata nas personagens”, diz.

No espetáculo, 40 músicas refletem toda a carreira de Elizeth, como Até Amanhã, de Noel Rosa, passando pelo samba-canção Canção da Volta, de Antonio Maria e Ismael Neto e Consolação, de Baden Powell e Vinicius de Moraes.

Ao longo da pesquisa para o projeto, Falcão se deparou com muitas informações a respeito da vida de Elizeth: “Descobri milhões de coisas superimportantes, que nortearam a criação do espetáculo. Ela é a mulher que mais cantou o amor. Numa esfera maior, Elizeth representa a música do século 20, foi a ponte entre a antigüidade, com Carmen Miranda e Aracy de Almeida e a modernidade, influenciando o canto de Maysa, Maria Bethânia e todas as outras.” (Supervisão de Gislaine Gutierre)

Divina Elizeth – Musical. Estréia nesta sexta-feira, às 21h. Sextas e sábados, às 21h; domingo, às 19h. No Teatro Shopping Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569. Tel.: 3472- 2226. Ingr.: R$ 80. Até 1º de junho.

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