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Demissões fazem parte da 2ª fase da reestruturação


Luiz Federico
Do Diário do Grande ABC

04/05/2006 | 07:45


As medidas anunciadas quarta-feira fazem parte da segunda fase de reestruturação da Volks no Brasil. A primeira, iniciada em julho de 2003, chamava-se Autovisão.

A montadora anunciou que demitiria 1.923 trabalhadores excedentes de sua fábrica em São Bernardo e 2.010 na unidade de Taubaté, no interior paulista. A proposta era demitir esses funcionários e encaminhá-los para um projeto intitulado Autovisão – uma espécie de empresa de recolocação profissional criada pelo Volks. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, nada foi injetado.

Parte do Autovisão consistia em investir R$ 300 milhões no país para o desenvolvimento de novos projetos. Como o acordo de estabilidade até novembro de 2006 vigorava, os sindicalistas iniciaram um processo de negociação que durou dois meses e que foi suficiente para segurar a onda de demissões em massa.

Depois dos dois meses de discussões, mais de 2 mil metalúrgicos da VW Anchieta, muitos deles aposentados ou em vias de aposentadoria, aderiram a um PDV (Programa de Demissões Voluntárias). Os funcionários ganharam 40% do salário por ano trabalhado, além de verbas rescisórias e mais 20 salários. O total de trabalhadores da planta Anchieta passou para 12,4 mil funcionários.

Questionado se o programa deu certo, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, José Feijóo, foi incisivo: "Alguém conhece algum empreendimento da Autovisão", questiona. Ele mesmo respondeu: "É tudo balela", afirmou.



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Demissões fazem parte da 2ª fase da reestruturação

Luiz Federico
Do Diário do Grande ABC

04/05/2006 | 07:45


As medidas anunciadas quarta-feira fazem parte da segunda fase de reestruturação da Volks no Brasil. A primeira, iniciada em julho de 2003, chamava-se Autovisão.

A montadora anunciou que demitiria 1.923 trabalhadores excedentes de sua fábrica em São Bernardo e 2.010 na unidade de Taubaté, no interior paulista. A proposta era demitir esses funcionários e encaminhá-los para um projeto intitulado Autovisão – uma espécie de empresa de recolocação profissional criada pelo Volks. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, nada foi injetado.

Parte do Autovisão consistia em investir R$ 300 milhões no país para o desenvolvimento de novos projetos. Como o acordo de estabilidade até novembro de 2006 vigorava, os sindicalistas iniciaram um processo de negociação que durou dois meses e que foi suficiente para segurar a onda de demissões em massa.

Depois dos dois meses de discussões, mais de 2 mil metalúrgicos da VW Anchieta, muitos deles aposentados ou em vias de aposentadoria, aderiram a um PDV (Programa de Demissões Voluntárias). Os funcionários ganharam 40% do salário por ano trabalhado, além de verbas rescisórias e mais 20 salários. O total de trabalhadores da planta Anchieta passou para 12,4 mil funcionários.

Questionado se o programa deu certo, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, José Feijóo, foi incisivo: "Alguém conhece algum empreendimento da Autovisão", questiona. Ele mesmo respondeu: "É tudo balela", afirmou.

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