Fechar
Publicidade

Domingo, 19 de Janeiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Setecidades

setecidades@dgabc.com.br | 4435-8319

Protesto não sensibiliza Prefeitura de S.Bernardo


Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

04/05/2006 | 07:59


O secretário municipal de Habitação e Meio Ambiente de São Bernardo, Ademir Silvestre, negou quarta-feira aos moradores dos jardins Paraíso e Lavínia que esteja sendo feito qualquer cadastramento municipal de famílias moradoras de áreas desocupadas da cidade. Os moradores foram recebidos quarta-feira de manhã por Silvestre no prédio da secretaria, no Rudge Ramos, após fazerem protesto com 50 pessoas no Plenário da Câmara Municipal. Os manifestantes estavam confiantes de que seria aberto novo cadastramento para as famílias desabrigadas, dos dois bairros.

A manifestação dos moradores na Câmara começou por volta das 9h. Eles se acomodaram na parte superior do auditório e levaram faixas e cartazes, que foram amarrados dentro do salão da Câmara. A pressão dos manifestantes serviu para que os vereadores conseguissem um encontro com Ademir Silvestre. Uma comissão com oito representantes sentou para conversar com o secretário.

Na secretaria, os moradores do Jardim Lavínia reivindicaram a reabertura de cadastramento de famílias para serem transferidas a habitações municipais. O secretário de Habitação informou que não há previsão de abertura de cadastros de famílias na cidade porque não existem novos projetos habitacionais previstos.

Já as famílias do Jardim Paraíso, que tiveram de sair da área onde moravam há duas semanas, se apóiam em liminar da Justiça que interrompia integração de posse no local. A decisão judicial chegou tarde demais, após a demolição das casas. Mesmo assim, os antigos moradores fazem planos para voltar a ocupar o terreno. Eles pediram à Prefeitura ajuda para a retirada dos destroços das casas demolidas na ação. Nesse caso, o secretário afirmou que a área é particular e que, por isso, não cabem ações do poder público no local.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Protesto não sensibiliza Prefeitura de S.Bernardo

Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

04/05/2006 | 07:59


O secretário municipal de Habitação e Meio Ambiente de São Bernardo, Ademir Silvestre, negou quarta-feira aos moradores dos jardins Paraíso e Lavínia que esteja sendo feito qualquer cadastramento municipal de famílias moradoras de áreas desocupadas da cidade. Os moradores foram recebidos quarta-feira de manhã por Silvestre no prédio da secretaria, no Rudge Ramos, após fazerem protesto com 50 pessoas no Plenário da Câmara Municipal. Os manifestantes estavam confiantes de que seria aberto novo cadastramento para as famílias desabrigadas, dos dois bairros.

A manifestação dos moradores na Câmara começou por volta das 9h. Eles se acomodaram na parte superior do auditório e levaram faixas e cartazes, que foram amarrados dentro do salão da Câmara. A pressão dos manifestantes serviu para que os vereadores conseguissem um encontro com Ademir Silvestre. Uma comissão com oito representantes sentou para conversar com o secretário.

Na secretaria, os moradores do Jardim Lavínia reivindicaram a reabertura de cadastramento de famílias para serem transferidas a habitações municipais. O secretário de Habitação informou que não há previsão de abertura de cadastros de famílias na cidade porque não existem novos projetos habitacionais previstos.

Já as famílias do Jardim Paraíso, que tiveram de sair da área onde moravam há duas semanas, se apóiam em liminar da Justiça que interrompia integração de posse no local. A decisão judicial chegou tarde demais, após a demolição das casas. Mesmo assim, os antigos moradores fazem planos para voltar a ocupar o terreno. Eles pediram à Prefeitura ajuda para a retirada dos destroços das casas demolidas na ação. Nesse caso, o secretário afirmou que a área é particular e que, por isso, não cabem ações do poder público no local.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;