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Caso Semasa não mancha
PMDB, afirma Baleia Rossi

Segundo presidente estadual, a apuração do episódio é
apenas uma questão local, sem envolver linha partidária


Fábio Martins
do Diário do Grande ABC

23/04/2012 | 07:00


O presidente estadual do PMDB, deputado Baleia Rossi, avalia que as investigações do suposto esquema de venda de licenças ambientais no Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) não irão influenciar negativamente as pré-candidaturas da legenda no Grande ABC. Segundo o dirigente, a apuração do episódio é apenas uma questão local, sem envolver a linha partidária. "Não afeta as nossas campanhas e de maneira alguma mancha o PMDB."

O parlamentar considera que os políticos ligados ao PMDB, citados em alguns depoimentos na Polícia Civil e na CPI da Câmara, conseguirão fazer a defesa, saindo do caso ilesos, sem qualquer prejuízo eleitoral. "Eles vão mostrar que estão sendo vítimas de ataques infundados."

 

DIÁRIO - As investigações de suposto esquema de propina na liberação de licenças ambientais no Semasa estão envolvendo políticos filiados ao PMDB. O sr. acredita que o episódio pode atrapalhar as campanhas peemedebistas no Grande ABC, principalmente em Santo André ou em São Caetano?

BALEIA ROSSI - Não, porque é uma questão local na cidade. Primeiro, que está sendo apurado (não é um julgamento), então, não influencia em absolutamente nada. Além disso, não é algo que envolve o partido. Nós estamos fazendo trabalho sério de crescimento da legenda, atuação para fortalecer nossas pré-candidaturas. Isso não afeta as campanhas, e, de maneira alguma, mancha o PMDB.

 

DIÁRIO - O sr. faz essa avaliação mesmo com alguns depoimentos citando nominalmente pessoas ligadas ao PMDB, como o superintendente do Semasa, Ângelo Pavin, o pré-candidato à Prefeitura de Santo André, Nilson Bonome, e o ex-diretor de Gestão Ambiental da autarquia Jarbas Zuri?

BALEIA - Não é uma questão partidária e tenho certeza que essas pessoas vão explicar a situação e conseguirão mostrar que estão sendo vítimas de ataques infundados.

 

DIÁRIO - Depois de todo o imbróglio envolvendo a direção do PMDB em São Caetano, o sr. enxerga racha na condução interna da corrida eleitoral com o vereador Paulo Pinheiro no comando da executiva?

BALEIA - Vejo que é um passo importante para a confirmação da pré-candidatura do doutor Paulo, algo que o partido almeja para o fortalecimento do PMDB e também que São Caetano tenha futuro prefeito compromissado com as questões do município. Ele tem apoio de todo o partido, nas esferas estadual e nacional, além de lideranças. Com isso, vamos hipotecar essa adesão. Isso é extremamente importante porque há muito tempo não disputa eleição majoritária (desde 1996), sem candidato competitivo, e o Paulo significa esse momento novo do PMDB com o trabalho que a gente tem desenvolvido desde que assumiu a presidência.

 

DIÁRIO - Após a autodissolução do diretório municipal de Santo André, quando a comissão provisória do PMDB será definida?

BALEIA - Nós vamos decidir a comissão provisória nos próximos 15 dias, mas a pré-candidatura do Bonome é o objetivo do partido, independentemente de quem encabecará a comissão.

 

DIÁRIO - O Bonome deve ficar à frente da comissão?

BALEIA - É possível, porém estamos discutindo. Além disso, ele vai assumir a Fundação Ulysses Guimarães. A entidade já está fazendo os cursos e estamos montando a nova sede.

 

DIÁRIO - Além do PSL, em Santo André tem alguma articulação na Assembleia Legislativa para encorpar o arco de alianças do Bonome?

BALEIA - Estamos trabalhando outros partidos. Isso está à cargo do Bonome, fazendo as conversas, aguardando para poder lançar os novos apoios para consolidar ainda mais a nossa pré-candidatura, que já está sacramentada.

 

DIÁRIO - Em São Bernardo, apesar de colocada a pré-candidatura ao Paço do vereador Tunico Vieira, o sr. acredita que há espaço para aliança com o PT, do prefeito Luiz Marinho?

BALEIA - O Tunico continua como nosso pré-candidato, com total apoio do partido. Tenho trabalhado nesse sentido, me reunido com ele. Temos conversado com outros partidos. Não está fechado, mas o DEM está próximo, com diálogo bastante adiantado, além de outras legendas. A pré-candidatura em São Bernardo também faz parte do projeto, que também ocorre com a Adriana Afonso, em Guarulhos, o doutor Paulo, em São Caetano, a Vanessa Damo, em Mauá, o Saulo Benevides, em Ribeirão Pires, o Valmir Copina, em Rio Grande da Serra, e tantos outros.

 

DIÁRIO - O diretório estadual estuda vincular alianças em São Bernardo, em especial, de adesões firmadas em São Paulo?

BALEIA - Essa é posição que tem de ser perguntada ao nosso pré-candidato. Não posso afirmar que há possibilidade, senão enfraqueço a nossa candidatura. Hoje a pré-candidatura está posta e tem apoio. As conversas não são por parte da direção estadual. Os diálogos sobre as alianças municipais são realizados pelos pré-candidatos e diretórios locais. Eles têm autonomia para as composições.



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