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Azulão inicia saga para voltar à elite e estreia em 'campo neutro'


Marco Borba
Diário do Grande ABC

08/05/2010 | 07:42


O São Caetano inicia hoje, a partir das 16h10, diante do Figueirense, pelo quarto ano seguido, a jornada de retorno à elite do nacional. Mas logo na largada da primeira rodada da Série B do Brasileiro o Azulão terá de jogar em campo neutro. Embora mandante, irá atuar no Estádio do Canindé, casa da Portuguesa, por conta da interdição do Anacleto Campanella por falta de laudo de infraestrutura. E o time não gostou da má notícia.

"Aqui é nosso espaço, conhecemos bem o campo. Infelizmente já no primeiro jogo teremos de jogar fora de casa. A torcida pode ser pequena, mas comparece. Agora pode deixar de ir por causa da distância", analisa o lateral-esquerdo Bruno Recife. "Mas acho que logo a diretoria vai resolver isso", completou.


O técnico Roberto Fonseca também lamenta o episódio, mas não aceita fatos externos a seu trabalho como desculpas. "Aqui é nosso local de trabalho. É bom sentir o aconchego da nossa torcida. Não é o ideal jogarmos fora sendo que o mando é nosso, mas temos de nos adequar à realidade e lutarmos pela vitória."

Essa será a a terceira vez que o treinador comanda uma equipe na Segundona. Na primeira vez dirigiu o Londrina, em 2003, e na segunda, o América-RN, em 2009. Experiente, ele conta com a manutenção da base da equipe vice-campeã do Troféu do Interior para conseguir o acesso.

"Não devemos mudar muito. É um campeonato longo e é preciso ter um bom banco para repor quando surgirem as contusões e suspensões. Estamos com um grupo muito bom e confio nestes jogadores", disse Fonseca.

Outra preocupação do técnico do Azulão é a perda de jogadores durante a competição. "Tomara que o clube consiga segurá-los, porque às vezes tem empresário que pressiona porque não gosta de ver seu atleta na reserva e o jogador acaba saindo", comentou Fonseca.

O Azulão já contratou sete reforços para o restante da temporada e deve trazer ainda um zagueiro e um atacante. Três novatos podem estrear, o lateral-esquerdo Fernandinho, o volante Augusto Recife e o meia Kléber.

Os três treinaram parte do coletivo de ontem entre os titulares. Mas Fonseca não confirmou as escalações. No entanto, a estreia é quase certa.

A equipe não contará com o volante Lucas, machucado. Além de Augusto Recife, Moradei e Romário são candidatos à vaga. No ataque, o Azulão pode ter novidades com a entrada de Eduardo, artilheiro do time no Paulistão com dez gols, no lugar de Hugo.

Sobre o adversário, Fonseca resume. "É uma equipe jovem, mas com jogadores de qualidade, como o João Paulo e o Willian. É um time forte."

O Figueirense deve estrear com a mesma equipe que encerrou o Campeonato Catarinense.


Batatais vai para a quarta disputa

Capitão e referência em campo para os jogadores mais jovens, o zagueiro Marcelo Batatais, 35 anos, também vai para a quarta disputa na Série B. O jogador diz que não há receita específica para se alcançar sucesso na competição. Além do Azulão no ano passado, já defendeu Coritiba (2006) e Vitória (2007).

"Acho que importante é largar bem e acumular gordura, porque o equilíbrio será muito grande", disse o jogador, titular absoluto desde que chegou ao clube no início do ano passado. Em 2009 disputou 55 jogos.

Para Batatais, o torneio não será mais fácil Neste ano por conta da ausência dos chamados grandes clubes.

"Quando tinha um grande era praticamente uma vaga a menos. Agora estão todos nas mesmas condições. Pode se tornar ainda mais complicado, porque todos vão querer um lugar. Há muitas equipes de tradição, como o Sport, o Coritiba. Em casa temos de fazer a diferença e conquistar os três pontos, porque essas equipes têm o apoio muito forte da torcida. Não será fácil não", decreta o zagueiro.

Batatais também alerta o grupo sobre a importância da regularidade e acredita que a manutenção de boa parte do elenco que disputou o torneio em 2009 e o Paulistão poderá ajudar o time a ter sucesso na caminhada rumo à Série A do Campeonato Brasileiro.

"No ano passado começamos mal. Ficamos algumas rodadas na zona de rebaixamento, mas depois reagimos. Encaixamos a sequência de sete vitórias seguidas, mas não mantivemos o ritmo até o fim. Não podemos perder pontos em casa como aconteceu em 2009", lembra o zagueiro. (Marco Borba)



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Azulão inicia saga para voltar à elite e estreia em 'campo neutro'

Marco Borba
Diário do Grande ABC

08/05/2010 | 07:42


O São Caetano inicia hoje, a partir das 16h10, diante do Figueirense, pelo quarto ano seguido, a jornada de retorno à elite do nacional. Mas logo na largada da primeira rodada da Série B do Brasileiro o Azulão terá de jogar em campo neutro. Embora mandante, irá atuar no Estádio do Canindé, casa da Portuguesa, por conta da interdição do Anacleto Campanella por falta de laudo de infraestrutura. E o time não gostou da má notícia.

"Aqui é nosso espaço, conhecemos bem o campo. Infelizmente já no primeiro jogo teremos de jogar fora de casa. A torcida pode ser pequena, mas comparece. Agora pode deixar de ir por causa da distância", analisa o lateral-esquerdo Bruno Recife. "Mas acho que logo a diretoria vai resolver isso", completou.


O técnico Roberto Fonseca também lamenta o episódio, mas não aceita fatos externos a seu trabalho como desculpas. "Aqui é nosso local de trabalho. É bom sentir o aconchego da nossa torcida. Não é o ideal jogarmos fora sendo que o mando é nosso, mas temos de nos adequar à realidade e lutarmos pela vitória."

Essa será a a terceira vez que o treinador comanda uma equipe na Segundona. Na primeira vez dirigiu o Londrina, em 2003, e na segunda, o América-RN, em 2009. Experiente, ele conta com a manutenção da base da equipe vice-campeã do Troféu do Interior para conseguir o acesso.

"Não devemos mudar muito. É um campeonato longo e é preciso ter um bom banco para repor quando surgirem as contusões e suspensões. Estamos com um grupo muito bom e confio nestes jogadores", disse Fonseca.

Outra preocupação do técnico do Azulão é a perda de jogadores durante a competição. "Tomara que o clube consiga segurá-los, porque às vezes tem empresário que pressiona porque não gosta de ver seu atleta na reserva e o jogador acaba saindo", comentou Fonseca.

O Azulão já contratou sete reforços para o restante da temporada e deve trazer ainda um zagueiro e um atacante. Três novatos podem estrear, o lateral-esquerdo Fernandinho, o volante Augusto Recife e o meia Kléber.

Os três treinaram parte do coletivo de ontem entre os titulares. Mas Fonseca não confirmou as escalações. No entanto, a estreia é quase certa.

A equipe não contará com o volante Lucas, machucado. Além de Augusto Recife, Moradei e Romário são candidatos à vaga. No ataque, o Azulão pode ter novidades com a entrada de Eduardo, artilheiro do time no Paulistão com dez gols, no lugar de Hugo.

Sobre o adversário, Fonseca resume. "É uma equipe jovem, mas com jogadores de qualidade, como o João Paulo e o Willian. É um time forte."

O Figueirense deve estrear com a mesma equipe que encerrou o Campeonato Catarinense.


Batatais vai para a quarta disputa

Capitão e referência em campo para os jogadores mais jovens, o zagueiro Marcelo Batatais, 35 anos, também vai para a quarta disputa na Série B. O jogador diz que não há receita específica para se alcançar sucesso na competição. Além do Azulão no ano passado, já defendeu Coritiba (2006) e Vitória (2007).

"Acho que importante é largar bem e acumular gordura, porque o equilíbrio será muito grande", disse o jogador, titular absoluto desde que chegou ao clube no início do ano passado. Em 2009 disputou 55 jogos.

Para Batatais, o torneio não será mais fácil Neste ano por conta da ausência dos chamados grandes clubes.

"Quando tinha um grande era praticamente uma vaga a menos. Agora estão todos nas mesmas condições. Pode se tornar ainda mais complicado, porque todos vão querer um lugar. Há muitas equipes de tradição, como o Sport, o Coritiba. Em casa temos de fazer a diferença e conquistar os três pontos, porque essas equipes têm o apoio muito forte da torcida. Não será fácil não", decreta o zagueiro.

Batatais também alerta o grupo sobre a importância da regularidade e acredita que a manutenção de boa parte do elenco que disputou o torneio em 2009 e o Paulistão poderá ajudar o time a ter sucesso na caminhada rumo à Série A do Campeonato Brasileiro.

"No ano passado começamos mal. Ficamos algumas rodadas na zona de rebaixamento, mas depois reagimos. Encaixamos a sequência de sete vitórias seguidas, mas não mantivemos o ritmo até o fim. Não podemos perder pontos em casa como aconteceu em 2009", lembra o zagueiro. (Marco Borba)

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