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Governo americano critica concessoes feitas pela Microsoft


Do Diário do Grande ABC

18/05/2000 | 09:42


O governo norte-americano considerou, na quarta-feira, que as concessoes feitas pela Microsoft, condenada com base na lei antitruste norte-americana, que combate o monopólio do mercado, ``nao eram nem sérias nem razoáveis'', em resposta às propostas do grupo.

``A Microsoft propôs sançoes superficiais, que nao teriam virtualmente nenhum significado do ponto de vista da concorrência'', afirmaram o Departamento de Justiça e 17 Estados, num documento de cerca de 70 páginas entregue ao juiz Thomas Jackson.

``Nao reparariam o prejuízo infligido pela Microsoft à concorrência, nem os impediria de utilizar ilegalmente seu monopólio para infligir sérios prejuízos no futuro'', opinaram as autoridades no documento.

No final de abril, o governo norte-americano decidiu pela divisao do grupo Microsoft em duas empresas. As propostas da empresa número um do mundo em programas de informática foi apresentada na quarta-feira passada, para tentar evitar a divisao.

A Microsoft se propôs a modificar suas práticas comerciais, deixando de lado a prática de condicionar a concessao de licenças de fabricaçao apenas às empresas que se comprometessem a equipar seus produtos com o sistema operacional Windows.

A Microsoft pediu também que as audiências sobre as sançoes sejam adiadas para o começo de dezembro. ``Nao há legítima necessidade para um prazo'', criticaram, no entanto, o Departamento de Justiça e os Estados. ``É um esforço evidente para atrasar a determinaçao e a aplicaçao de sançoes pelo maior tempo possível'' afirmaram no documento.



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Governo americano critica concessoes feitas pela Microsoft

Do Diário do Grande ABC

18/05/2000 | 09:42


O governo norte-americano considerou, na quarta-feira, que as concessoes feitas pela Microsoft, condenada com base na lei antitruste norte-americana, que combate o monopólio do mercado, ``nao eram nem sérias nem razoáveis'', em resposta às propostas do grupo.

``A Microsoft propôs sançoes superficiais, que nao teriam virtualmente nenhum significado do ponto de vista da concorrência'', afirmaram o Departamento de Justiça e 17 Estados, num documento de cerca de 70 páginas entregue ao juiz Thomas Jackson.

``Nao reparariam o prejuízo infligido pela Microsoft à concorrência, nem os impediria de utilizar ilegalmente seu monopólio para infligir sérios prejuízos no futuro'', opinaram as autoridades no documento.

No final de abril, o governo norte-americano decidiu pela divisao do grupo Microsoft em duas empresas. As propostas da empresa número um do mundo em programas de informática foi apresentada na quarta-feira passada, para tentar evitar a divisao.

A Microsoft se propôs a modificar suas práticas comerciais, deixando de lado a prática de condicionar a concessao de licenças de fabricaçao apenas às empresas que se comprometessem a equipar seus produtos com o sistema operacional Windows.

A Microsoft pediu também que as audiências sobre as sançoes sejam adiadas para o começo de dezembro. ``Nao há legítima necessidade para um prazo'', criticaram, no entanto, o Departamento de Justiça e os Estados. ``É um esforço evidente para atrasar a determinaçao e a aplicaçao de sançoes pelo maior tempo possível'' afirmaram no documento.

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