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Nova lei americana quebra privacidade do cliente


Do Diário do Grande ABC

29/05/2000 | 10:46


Uma nova lei criada nos Estados Unidos permite que bancos, seguradoras e instituiçoes de corretagem compartilhem os dados pessoais de seus clientes. Sob essa nova legislaçao, uma companhia de seguros, por exemplo, saberá que seu segurado usou o cartao de crédito para fazer uma compra.

A nova lei Gramm-Leach-Bliley permite que esses três tipos de instituiçoes compartilhem ou vendam serviços, uma às outras, ou ainda façam parcerias. Como resultado, um grande volume de informaçao pessoal - gastos com cartao de crédito, histórico médico e investimentos - será em breve comprado e vendido como commodities.

A única proteçao que os consumidores norte-americanos terao será uma proibiçao de que as companhias compartilhem ou comercializem as informaçoes. Além disso, será preciso escrever uma carta ou fazer um telefonema para requisitar que detalhes da vida pessoal do associado ou do assegurado nao sejam divididos com outras empresas parceiras.

Segundo analistas do mercado, movimentos devem surgir para que a lei seja alterada, invertendo a ordem das exigências, ou seja, obrigando as companhias a requisitarem uma permissao por parte dos associados e assegurados, para que suas informaçoes pessoais sejam negociadas.



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Nova lei americana quebra privacidade do cliente

Do Diário do Grande ABC

29/05/2000 | 10:46


Uma nova lei criada nos Estados Unidos permite que bancos, seguradoras e instituiçoes de corretagem compartilhem os dados pessoais de seus clientes. Sob essa nova legislaçao, uma companhia de seguros, por exemplo, saberá que seu segurado usou o cartao de crédito para fazer uma compra.

A nova lei Gramm-Leach-Bliley permite que esses três tipos de instituiçoes compartilhem ou vendam serviços, uma às outras, ou ainda façam parcerias. Como resultado, um grande volume de informaçao pessoal - gastos com cartao de crédito, histórico médico e investimentos - será em breve comprado e vendido como commodities.

A única proteçao que os consumidores norte-americanos terao será uma proibiçao de que as companhias compartilhem ou comercializem as informaçoes. Além disso, será preciso escrever uma carta ou fazer um telefonema para requisitar que detalhes da vida pessoal do associado ou do assegurado nao sejam divididos com outras empresas parceiras.

Segundo analistas do mercado, movimentos devem surgir para que a lei seja alterada, invertendo a ordem das exigências, ou seja, obrigando as companhias a requisitarem uma permissao por parte dos associados e assegurados, para que suas informaçoes pessoais sejam negociadas.

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