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Aprovada há dois meses, CPI da Saúde fica para 2016

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Comissão foi avalizada em setembro, mas sequer integrantes foram definidos pela Casa


Caio dos Reis
Especial para o Diário

29/11/2015 | 07:10


Dois meses após aprovação, a CPI da Saúde não saiu do papel em Ribeirão Pires. Avalizada por unanimidade na Câmara em setembro, a primeira comissão da história do município só deve ter novos capítulos em 2016, já que o presidente da Casa, José Nelson de Barros (PSD), disse que não irá debater o assunto na última sessão do ano, que acontece amanhã.

“A CPI vai ficar apenas para o ano que vem. Não tenho nenhuma novidade hoje e já temos muitos projetos para votar na próxima sessão. Vamos definir essa questão apenas na volta do recesso com a assessoria jurídica particular”, garantiu Zé Nelson.

No dia 24 de setembro, os vereadores aprovaram dois requerimentos para criação de comissão para investigar a Saúde na cidade. O próximo passo seria a escolha dos cinco integrantes da CPI. “O advogado da assessoria jurídica particular até esteve aqui, mas a sessão estava com muitos temas para serem debatidos e acabamos nem tocando neste assunto”, alegou Zé Nelson. Ele é acusado de postergar a CPI e favorecer o prefeito Saulo Benevides (PMDB).

A única definição feita por Zé Nelson até o momento foi que pré-candidatos ao Paço não irão integrar a comissão. Sendo assim, Renato Foresto, que será o nome do PT para sucessão de Saulo, e Gabriel Roncon (PTB), número dois na chapa de Adler Kiko Teixeira (PSB), não serão escolhidos.

Diretora jurídica do Legislativo, Rosana Figueiredo preferiu não comentar a escolha de assessoria particular em detrimento da estrutura própria. Ex-integrante do primeiro escalão de Saulo – ocupava o comando da Secretaria de Assuntos Jurídicos –, Rosana faz parte da Rede Sustentabilidade e é uma das cotadas para encabeçar chapa majoritária da legenda em 2016.

Articulador do documento que prevê investigação em todo o setor, Rubens Fernandes, o Rubão (PMDB), citou que a demora é “absurdo”. “No ano que vem faremos pressão mais forte para a CPI sair. A população me cobra e temos que dar uma resposta para todos.”

Roncon afirmou que a mesa diretora da Casa não tem atualizado os vereadores sobre o andamento da comissão. “Fomos favoráveis à CPI e tenho trabalhado com afinco para ela existir.” 



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