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Consumidor está com maior disposição para honrar dívidas


Vinicius Gorczeski
Especial para o Diário

15/01/2011 | 07:00


Apesar da crescente preocupação de especialistas do mercado quanto ao aumento nos índices de inadimplência, houve manutenção da qualidade de crédito (que significa menor chance de inadimplência). Indicador da Serasa Experian da qualidade de crédito, divulgado ontem, revelou que o último trimestre de 2010 manteve-se em 80 pontos, frente o terceiro trimestre do mesmo ano.

O destaque no balanço foi a qualidade dos empréstimos para a baixa renda. Para quem recebe até R$ 500 por mês, houve alta do indicador, em 0,2%. Foi a única faixa salarial que cresceu; as demais classes experimentaram recuos ou estabilidade no mesmo período.

Apesar disso, os mais pobres continuam com níveis inferiores na qualidade de crédito, em 75,6 pontos. Na outra ponta, quem recebe acima de R$ 10 mil está com 91,9 pontos.

O assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, ressalta que, desde 2007 - quando teve início a série histórica -, a pontuação geral vem caindo, com poucas oscilações.

O melhor resultado foi obtido naquele ano, 81,5 pontos. No ano passado, por conta do crescimento do País no primeiro trimestre, a taxa era de 0,5 ponto superior à atual, quando começou a cair.

 "Isso ocorreu principalmente em função do aumento do endividamento do consumidor e as condições do crédito, com financiamentos em prazos mais longos e taxas de juros mais baixas", explica.

A projeção do economista é de que o próximo balanço apresente nova queda - menos expressiva - em razão de um trimestre "gostoso" para o consumidor, podendo atingir cerca de 79,8 a 79,9 pontos.

As associações comerciais da região, conforme reportagens do Diário nesta semana, já revelaram que o Grande ABC segue tendência à parte do panorama nacional - em se tratando da obtenção de crédito, por conta da agilidade e modernidade do comércio. Além disso, a boa situação econômica e o baixo índice de desemprego são alicerces que destacam o consumidor da região que opta pelos empréstimos.



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Consumidor está com maior disposição para honrar dívidas

Vinicius Gorczeski
Especial para o Diário

15/01/2011 | 07:00


Apesar da crescente preocupação de especialistas do mercado quanto ao aumento nos índices de inadimplência, houve manutenção da qualidade de crédito (que significa menor chance de inadimplência). Indicador da Serasa Experian da qualidade de crédito, divulgado ontem, revelou que o último trimestre de 2010 manteve-se em 80 pontos, frente o terceiro trimestre do mesmo ano.

O destaque no balanço foi a qualidade dos empréstimos para a baixa renda. Para quem recebe até R$ 500 por mês, houve alta do indicador, em 0,2%. Foi a única faixa salarial que cresceu; as demais classes experimentaram recuos ou estabilidade no mesmo período.

Apesar disso, os mais pobres continuam com níveis inferiores na qualidade de crédito, em 75,6 pontos. Na outra ponta, quem recebe acima de R$ 10 mil está com 91,9 pontos.

O assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida, ressalta que, desde 2007 - quando teve início a série histórica -, a pontuação geral vem caindo, com poucas oscilações.

O melhor resultado foi obtido naquele ano, 81,5 pontos. No ano passado, por conta do crescimento do País no primeiro trimestre, a taxa era de 0,5 ponto superior à atual, quando começou a cair.

 "Isso ocorreu principalmente em função do aumento do endividamento do consumidor e as condições do crédito, com financiamentos em prazos mais longos e taxas de juros mais baixas", explica.

A projeção do economista é de que o próximo balanço apresente nova queda - menos expressiva - em razão de um trimestre "gostoso" para o consumidor, podendo atingir cerca de 79,8 a 79,9 pontos.

As associações comerciais da região, conforme reportagens do Diário nesta semana, já revelaram que o Grande ABC segue tendência à parte do panorama nacional - em se tratando da obtenção de crédito, por conta da agilidade e modernidade do comércio. Além disso, a boa situação econômica e o baixo índice de desemprego são alicerces que destacam o consumidor da região que opta pelos empréstimos.

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