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Santo André 'sente golpe' da goleada no Estádio Barradão

Sérgio Guedes assume que o tropeço 'feriu a dignidade profissional' do grupo, que está abalado


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

30/06/2009 | 07:00


O técnico Sérgio Guedes assume que o Santo André sentiu o golpe provocado pela derrota para o Vitória, domingo, no Barradão, em Salvador. Segundo ele, não havia como negar as evidências constatadas no semblante dos jogadores, tanto no vestiário quanto nas dependências do hotel.

"Nem poderíamos esperar outra coisa de um grupo que tem dignidade profissional. A goleada (4 a 1) feriu nossa hombridade", observa.

Apesar dos estragos que abalaram o elenco, Guedes pediu a todos que procurem assimilar depressa o que aconteceu na última rodada. "É a única saída. Precisamos reagir depressa, e logo contra o Barueri que ganhou do líder (4 a 2 no Atlético-MG). E o Goiás que também goleou o Botafogo no Rio? As referências negativas não nos interessariam, mas isso mostra que o campeonato é muito equilibrado", exemplifica.

Na opinião de Sérgio Guedes, o pênalti que Marcelinho Carioca bateu na trave desmoronou o Santo André.

"Era como se naquele momento abdicássemos da vitória. Tínhamos condições de reverter o placar, mas desistimos de reagir. Então, nos desorganizamos e adversário se aproveitou", reclama.

Guedes procurou deixar bem claro que não atribui culpa ao Xodó. "Refiro-me a uma das circunstâncias do jogo, nada mais. Não sou de transferir responsabilidades. Estamos juntos nas vitórias ou nas derrotas."

Apesar de tudo, o técnico admite mudanças na equipe diante do Barueri, sábado, às 18h30, no Estádio Bruno Daniel. Duas novidades estão asseguradas: Élvis e Nunes, que cumpriram suspensão. Às 14h de hoje, Guedes comanda um treino contra o Pão de Açúcar no campo do Schmidt, em Mauá.



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Santo André 'sente golpe' da goleada no Estádio Barradão

Sérgio Guedes assume que o tropeço 'feriu a dignidade profissional' do grupo, que está abalado

Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

30/06/2009 | 07:00


O técnico Sérgio Guedes assume que o Santo André sentiu o golpe provocado pela derrota para o Vitória, domingo, no Barradão, em Salvador. Segundo ele, não havia como negar as evidências constatadas no semblante dos jogadores, tanto no vestiário quanto nas dependências do hotel.

"Nem poderíamos esperar outra coisa de um grupo que tem dignidade profissional. A goleada (4 a 1) feriu nossa hombridade", observa.

Apesar dos estragos que abalaram o elenco, Guedes pediu a todos que procurem assimilar depressa o que aconteceu na última rodada. "É a única saída. Precisamos reagir depressa, e logo contra o Barueri que ganhou do líder (4 a 2 no Atlético-MG). E o Goiás que também goleou o Botafogo no Rio? As referências negativas não nos interessariam, mas isso mostra que o campeonato é muito equilibrado", exemplifica.

Na opinião de Sérgio Guedes, o pênalti que Marcelinho Carioca bateu na trave desmoronou o Santo André.

"Era como se naquele momento abdicássemos da vitória. Tínhamos condições de reverter o placar, mas desistimos de reagir. Então, nos desorganizamos e adversário se aproveitou", reclama.

Guedes procurou deixar bem claro que não atribui culpa ao Xodó. "Refiro-me a uma das circunstâncias do jogo, nada mais. Não sou de transferir responsabilidades. Estamos juntos nas vitórias ou nas derrotas."

Apesar de tudo, o técnico admite mudanças na equipe diante do Barueri, sábado, às 18h30, no Estádio Bruno Daniel. Duas novidades estão asseguradas: Élvis e Nunes, que cumpriram suspensão. Às 14h de hoje, Guedes comanda um treino contra o Pão de Açúcar no campo do Schmidt, em Mauá.

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