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Auricchio apoiará candidato do grupo a deputado em 2010


Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

20/02/2009 | 07:00


O pensamento mudou. A estratégia política do prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB), inclina para lançar um candidato a deputado estadual pelo grupo que lidera na cidade no próximo ano. Ao contrário do que ocorreu no pleito de 2006, quando o petebista optou por se manter neutro na disputa por vagas na Assembleia Legislativa.

"É uma ideia para se discutir. A situação de hoje é: estamos estudando o assunto. Mas também não dá pra falar que não vamos fazer", pondera Auricchio. Nos bastidores, porém, há comentários de que o chefe do Executivo amadurece a intenção a cada dia.

Na segunda-feira, durante cerimônia de troca de comando do Caeps (Centro Avançado de Estudos e Pesquisas Sociais) - Geová Maria Faria (PSB) assumiu no lugar de Sérgio Tannuri (PTB) -, Auricchio corroborou com a colocação do presidente da Câmara, Gersio Sartori (PTB), de que o grupo deveria estar unido para uma eleição importante que se aproxima.

Para Auricchio, não são perdas ou ganhos de a cidade ter um representante no Legislativo estadual. "É apenas, democraticamente, ocupar um espaço no parlamento", ressalta o defensor do voto distrital misto (cada eleitor declara um voto para os nomes de uma lista partidária e outro para o candidato do distrito de domicílio do cidadão).

Um dos fatores que impulsionam o petebista a apadrinhar um candidato é justamente a expressiva votação obtida no ano passado. Foram 78,1% dos votos válidos que o reconduziram ao Palácio da Cerâmica.

Marca semelhante foi conquistada em 2000 pelo prefeito Luiz Tortorello (que morreu em 2004). Na ocasião, aglutinou 78,2% dos votos válidos. Dois anos mais tarde, faria seu filho, Marquinho Tortorello (PPS), um dos 94 parlamentares da Assembleia. "Não se trata de uma prova e sim de uma visão a longo prazo", comenta Auricchio.

O posicionamento imparcial adotado em 2006 é justificado pelo "momento" diferente pelo qual passava. "Era outro cenário, em que vários agentes políticos tinham condição de pleitear", observa. A postura de Auricchio incomodou alguns políticos locais e abriu espaço para que candidatos forasteiros atuassem em território são-caetanense sem concorrência acirrada, fato que aumentou a animosidade eleitoral na cidade.

Apesar de o lançamento de um candidato a deputado ser quase certo, Auricchio deixa um recado aos potenciais pleiteantes: "Ainda não temos um nome".



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Auricchio apoiará candidato do grupo a deputado em 2010

Beto Silva
Do Diário do Grande ABC

20/02/2009 | 07:00


O pensamento mudou. A estratégia política do prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior (PTB), inclina para lançar um candidato a deputado estadual pelo grupo que lidera na cidade no próximo ano. Ao contrário do que ocorreu no pleito de 2006, quando o petebista optou por se manter neutro na disputa por vagas na Assembleia Legislativa.

"É uma ideia para se discutir. A situação de hoje é: estamos estudando o assunto. Mas também não dá pra falar que não vamos fazer", pondera Auricchio. Nos bastidores, porém, há comentários de que o chefe do Executivo amadurece a intenção a cada dia.

Na segunda-feira, durante cerimônia de troca de comando do Caeps (Centro Avançado de Estudos e Pesquisas Sociais) - Geová Maria Faria (PSB) assumiu no lugar de Sérgio Tannuri (PTB) -, Auricchio corroborou com a colocação do presidente da Câmara, Gersio Sartori (PTB), de que o grupo deveria estar unido para uma eleição importante que se aproxima.

Para Auricchio, não são perdas ou ganhos de a cidade ter um representante no Legislativo estadual. "É apenas, democraticamente, ocupar um espaço no parlamento", ressalta o defensor do voto distrital misto (cada eleitor declara um voto para os nomes de uma lista partidária e outro para o candidato do distrito de domicílio do cidadão).

Um dos fatores que impulsionam o petebista a apadrinhar um candidato é justamente a expressiva votação obtida no ano passado. Foram 78,1% dos votos válidos que o reconduziram ao Palácio da Cerâmica.

Marca semelhante foi conquistada em 2000 pelo prefeito Luiz Tortorello (que morreu em 2004). Na ocasião, aglutinou 78,2% dos votos válidos. Dois anos mais tarde, faria seu filho, Marquinho Tortorello (PPS), um dos 94 parlamentares da Assembleia. "Não se trata de uma prova e sim de uma visão a longo prazo", comenta Auricchio.

O posicionamento imparcial adotado em 2006 é justificado pelo "momento" diferente pelo qual passava. "Era outro cenário, em que vários agentes políticos tinham condição de pleitear", observa. A postura de Auricchio incomodou alguns políticos locais e abriu espaço para que candidatos forasteiros atuassem em território são-caetanense sem concorrência acirrada, fato que aumentou a animosidade eleitoral na cidade.

Apesar de o lançamento de um candidato a deputado ser quase certo, Auricchio deixa um recado aos potenciais pleiteantes: "Ainda não temos um nome".

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