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Visitante do Parque Estoril sai frustrado

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em pleno feriado, teleférico e pedalinhos, principais atrações da área, estavam parados


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

22/04/2014 | 07:00


Feriado e sol são a combinação perfeita para um passeio agradável. Mas quem optou ontem por passar o dia de folga no Parque Estoril, em São Bernardo, frustrou-se com a interdição do teleférico e dos pedalinhos, duas das principais atrações da área verde.

O teleférico, inclusive, está sem funcionar desde o dia 11 de janeiro, após queda de um raio. Na ocasião, seis pessoas estavam no equipamento e precisaram esperar cerca de três horas pelo resgate.

O prazo dado pela Prefeitura no dia da ocorrência para investigações e execução de reparos no sistema era de até 45 dias. Indagado se há previsão para que o equipamento volte a operar, o Executivo disse apenas que “deverá estar em funcionamento ainda neste ano.”

O motorista Antonio Ramos, 31 anos, saiu de Diadema para conhecer o Estoril e ficou decepcionado por não poder utilizar o teleférico. Para ele, a resolução do problema está demorando demais. “Dependendo da gravidade, acho que 30 dias seriam suficientes para resolver a situação. Sem o teleférico, o parque perde um grande atrativo”, disse.

Já a paralisação dos pedalinhos tem cerca de 2 meses, segundo funcionários e comerciantes do local. Há quem diga que a interdição ocorreu após um dos flutuantes afundar durante o transporte de uma pessoa, que acabou perdendo documentos e o aparelho celular.

Outros dizem que a situação se deve à reforma pela qual passa o parque. Conforme o projeto, seria construído na área dos pedalinhos um deck de madeira, além de contratação de nova empresa para operar as embarcações. Representantes da Prefeitura não foram encontrados ontem para comentar a interdição.

Sem as atrações, os comerciantes da praça de alimentação reclamam que o movimento teve queda brusca. Quem resolveu passear por lá mesmo assim se queixou da falta de investimento no local, diante da cobrança pela entrada. “Custa R$ 10 para estacionar o carro, mais R$ 3 de cada pessoa que entra, porém, não tem nada para fazer”, protestou o garçom Antonio Joaquim, 52, morador de São Bernardo. “Se for só para caminhar, melhor ir ao Parque do Ibirapuera (na Capital) ou qualquer outro em que se entre de graça.” 



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Visitante do Parque Estoril sai frustrado

Em pleno feriado, teleférico e pedalinhos, principais atrações da área, estavam parados

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

22/04/2014 | 07:00


Feriado e sol são a combinação perfeita para um passeio agradável. Mas quem optou ontem por passar o dia de folga no Parque Estoril, em São Bernardo, frustrou-se com a interdição do teleférico e dos pedalinhos, duas das principais atrações da área verde.

O teleférico, inclusive, está sem funcionar desde o dia 11 de janeiro, após queda de um raio. Na ocasião, seis pessoas estavam no equipamento e precisaram esperar cerca de três horas pelo resgate.

O prazo dado pela Prefeitura no dia da ocorrência para investigações e execução de reparos no sistema era de até 45 dias. Indagado se há previsão para que o equipamento volte a operar, o Executivo disse apenas que “deverá estar em funcionamento ainda neste ano.”

O motorista Antonio Ramos, 31 anos, saiu de Diadema para conhecer o Estoril e ficou decepcionado por não poder utilizar o teleférico. Para ele, a resolução do problema está demorando demais. “Dependendo da gravidade, acho que 30 dias seriam suficientes para resolver a situação. Sem o teleférico, o parque perde um grande atrativo”, disse.

Já a paralisação dos pedalinhos tem cerca de 2 meses, segundo funcionários e comerciantes do local. Há quem diga que a interdição ocorreu após um dos flutuantes afundar durante o transporte de uma pessoa, que acabou perdendo documentos e o aparelho celular.

Outros dizem que a situação se deve à reforma pela qual passa o parque. Conforme o projeto, seria construído na área dos pedalinhos um deck de madeira, além de contratação de nova empresa para operar as embarcações. Representantes da Prefeitura não foram encontrados ontem para comentar a interdição.

Sem as atrações, os comerciantes da praça de alimentação reclamam que o movimento teve queda brusca. Quem resolveu passear por lá mesmo assim se queixou da falta de investimento no local, diante da cobrança pela entrada. “Custa R$ 10 para estacionar o carro, mais R$ 3 de cada pessoa que entra, porém, não tem nada para fazer”, protestou o garçom Antonio Joaquim, 52, morador de São Bernardo. “Se for só para caminhar, melhor ir ao Parque do Ibirapuera (na Capital) ou qualquer outro em que se entre de graça.” 

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