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Polícia do Rio cerca Rocinha para evitar conflitos entre traficantes


Do Diário OnLine

02/11/2005 | 13:10



Cento e cinqüenta homens da Polícia Militar continuam fazendo o policiamento no entorno da favela da Rocinha, em São Conrado, no Rio de Janeiro, para garantir a segurança dos moradores. O objetivo da ação também é evitar confrontos entre facções rivais após a morte do traficante Erismar Rodrigues Moreira, o Bem-Te-Vi, ex-chefe do tráfico na favela.

Segundo moradores da Rocinha, na madrugada de segunda-feira vários traficantes foram executados por homens da quadrilha de Bem-Te-Vi, que lutam para dominar os pontos de venda de drogas na região. O secretário de Segurança Pública estadual, Marcelo Itagiba, determinou a instauração de inquérito para apurar o caso.

De acordo com o Chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, o inquérito foi aberto na delegacia de polícia do bairro da Gávea. O primeiro convocado a prestar depoimento será o presidente da Associação de Moradores da parte baixa da Rocinha, Sebastião José Filho.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Hudson de Aguiar Miranda, disse que homens da corporação não vão deixar a favela enquanto a tranqüilidade não voltar à região. Ele explicou que devido à geografia da favela, a polícia deve trabalhar com o serviço de inteligência para agir com precisão contra o tráfico de drogas. Ele lembrou que a população da Rocinha, com mais de 150 mil habitantes, "é muito superior a muitos municípios fluminenses".

O policiamento está concentrado principalmente no entorno da favela para evitar que novos tiroteios venham a fechar o túnel Zuzu Angel, a Auto-Estrada Lagoa-Barra e a avenida Niemeyer, principais ligações da zona sul com a Barra da Tijuca, no outro extremo da cidade.



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Polícia do Rio cerca Rocinha para evitar conflitos entre traficantes

Do Diário OnLine

02/11/2005 | 13:10



Cento e cinqüenta homens da Polícia Militar continuam fazendo o policiamento no entorno da favela da Rocinha, em São Conrado, no Rio de Janeiro, para garantir a segurança dos moradores. O objetivo da ação também é evitar confrontos entre facções rivais após a morte do traficante Erismar Rodrigues Moreira, o Bem-Te-Vi, ex-chefe do tráfico na favela.

Segundo moradores da Rocinha, na madrugada de segunda-feira vários traficantes foram executados por homens da quadrilha de Bem-Te-Vi, que lutam para dominar os pontos de venda de drogas na região. O secretário de Segurança Pública estadual, Marcelo Itagiba, determinou a instauração de inquérito para apurar o caso.

De acordo com o Chefe de Polícia Civil, delegado Álvaro Lins, o inquérito foi aberto na delegacia de polícia do bairro da Gávea. O primeiro convocado a prestar depoimento será o presidente da Associação de Moradores da parte baixa da Rocinha, Sebastião José Filho.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Hudson de Aguiar Miranda, disse que homens da corporação não vão deixar a favela enquanto a tranqüilidade não voltar à região. Ele explicou que devido à geografia da favela, a polícia deve trabalhar com o serviço de inteligência para agir com precisão contra o tráfico de drogas. Ele lembrou que a população da Rocinha, com mais de 150 mil habitantes, "é muito superior a muitos municípios fluminenses".

O policiamento está concentrado principalmente no entorno da favela para evitar que novos tiroteios venham a fechar o túnel Zuzu Angel, a Auto-Estrada Lagoa-Barra e a avenida Niemeyer, principais ligações da zona sul com a Barra da Tijuca, no outro extremo da cidade.

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