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Lista dos mais procurados tem criminoso da região

Ministério da Justiça divulgou ontem nomes de 27 indivíduos cuja prisão é estratégica para o País


Da Redação

31/01/2020 | 00:03


O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou, ontem, lista com os criminosos mais procurados do País. O documento tem 27 nomes cuja prisão é “estratégica para o enfraquecimento da atuação criminosa no País”, segundo a pasta. Dos crimonosos, pelo menos um é natural do Grande ABC, o andreense Sergio de Oliveira Silva, conhecido como Serginho Boy, 49 anos.

Serginho Boy atuava em todos os Estados e em países do Mercosul e é acusado de crimes contra o patrimônio. Na década de 1990, chegou a ser considerado um dos maiores assaltantes do Brasil. Ele é suspeito de ter participado do roubo de 61 quilos de ouro no aeroporto de Brasília em 2000.

Dados como o CPF, o mandado de prisão, e um resumo dos crimes imputados aos investigados e condenados estão no banco de informações tornado público pela pasta. Segundo publicação no Twitter do ministro Sergio Moro, “a lista ajudará na captura”, seguindo a orientação do presidente Jair Bolsonaro de “sermos firmes contra o crime organizado”.

Entre os nomes dos procurados está Juvenal Laurindo, o Carcará, que participou do “assalto ao Banco Central em Fortaleza (no Ceará)”. Também acumula condenações por receptação, formação de quadrilha, e está sob suspeita de ter cometido roubo à maior mineradora de diamantes da América Latina, em Nordestina, na Bahia, e de ter participado da explosão da lotérica do município de Independência, no Ceará.

Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, é investigado por ser mentor de dois planos de fuga de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, da Penitenciária de Presidente Venceslau, em 2014, e em 2019. Também é suspeito de ser o mandante da morte de Gegê do Mangue, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) assassinado em 2018.

O banco com os nomes, de acordo com o Ministério da Justiça, “foi construído a partir de informações dos Estados e também dados públicos, fornecidos pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e teve como foco criminosos condenados por agirem em mais de um Estado”.

“A análise seguiu 11 critérios, entre os quais estão a atuação interestadual e transnacional, rede de relacionamento, posição de liderança em organização criminosa violenta, capacidade financeira, entre outros”, afirma a pasta.

Para escolha dos nomes, foram ouvidos profissionais com experiência e atuação no enfrentamento a crimes violentos em diversas unidades federativas, além de agentes policiais estaduais e federal. O projeto não considera criminosos de atuação local e eventuais crimes que não possuam vínculo com organizações criminosas. </CW

A lista será atualizada mensalmente. Denúncias e informações podem ser encaminhadas ao disque-denúncia das secretarias de Segurança Pública dos Estados. 



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Lista dos mais procurados tem criminoso da região

Ministério da Justiça divulgou ontem nomes de 27 indivíduos cuja prisão é estratégica para o País

Da Redação

31/01/2020 | 00:03


O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou, ontem, lista com os criminosos mais procurados do País. O documento tem 27 nomes cuja prisão é “estratégica para o enfraquecimento da atuação criminosa no País”, segundo a pasta. Dos crimonosos, pelo menos um é natural do Grande ABC, o andreense Sergio de Oliveira Silva, conhecido como Serginho Boy, 49 anos.

Serginho Boy atuava em todos os Estados e em países do Mercosul e é acusado de crimes contra o patrimônio. Na década de 1990, chegou a ser considerado um dos maiores assaltantes do Brasil. Ele é suspeito de ter participado do roubo de 61 quilos de ouro no aeroporto de Brasília em 2000.

Dados como o CPF, o mandado de prisão, e um resumo dos crimes imputados aos investigados e condenados estão no banco de informações tornado público pela pasta. Segundo publicação no Twitter do ministro Sergio Moro, “a lista ajudará na captura”, seguindo a orientação do presidente Jair Bolsonaro de “sermos firmes contra o crime organizado”.

Entre os nomes dos procurados está Juvenal Laurindo, o Carcará, que participou do “assalto ao Banco Central em Fortaleza (no Ceará)”. Também acumula condenações por receptação, formação de quadrilha, e está sob suspeita de ter cometido roubo à maior mineradora de diamantes da América Latina, em Nordestina, na Bahia, e de ter participado da explosão da lotérica do município de Independência, no Ceará.

Gilberto Aparecido dos Santos, o Fuminho, é investigado por ser mentor de dois planos de fuga de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, da Penitenciária de Presidente Venceslau, em 2014, e em 2019. Também é suspeito de ser o mandante da morte de Gegê do Mangue, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital) assassinado em 2018.

O banco com os nomes, de acordo com o Ministério da Justiça, “foi construído a partir de informações dos Estados e também dados públicos, fornecidos pelo Banco Nacional de Mandados de Prisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e teve como foco criminosos condenados por agirem em mais de um Estado”.

“A análise seguiu 11 critérios, entre os quais estão a atuação interestadual e transnacional, rede de relacionamento, posição de liderança em organização criminosa violenta, capacidade financeira, entre outros”, afirma a pasta.

Para escolha dos nomes, foram ouvidos profissionais com experiência e atuação no enfrentamento a crimes violentos em diversas unidades federativas, além de agentes policiais estaduais e federal. O projeto não considera criminosos de atuação local e eventuais crimes que não possuam vínculo com organizações criminosas. </CW

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