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Corinthians faz festa em São Januário e coroa campanha perfeita com título

Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Empate por 1 a 1 diante do Vasco fez time
celebrar o hexa com três rodadas de antecedência


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/11/2015 | 07:00


Não foi o roteiro que o corintiano sonhava. Mas hoje isso não tem a menor importância. O empate por 1 a 1 com o Vasco, ontem, em São Januário, somado à derrota do Atlético-MG para o São Paulo, por 4 a 2, foram suficientes para o torcedor soltar o grito de hexacampeão brasileiro – levou também em 1990, 1998, 1999, 2005 e 2011. Os números tornam incontestável a conquista: restando três rodadas, são incríveis 12 pontos de diferença – 77 a 65 – para o Galo, vice-líder.

Ontem, quase nada funcionou no time de Tite. Os passes não foram tão precisos como de costume, as chances criadas foram desperdiçadas e ainda a equipe viu o adversário, brigando contra o rebaixamento, atuar com aplicação incrível.

Tite surpreendeu ao iniciar o jogo com Elias, Gil e Renato Augusto, que 48 horas antes haviam defendido a Seleção Brasileira, ao contrário do que aconteceu nas oitavas de final da Copa do Brasil, quando poupou Elias e Fagner. A atitude demonstrava que o treinador encarava o duelo como decisão.

O clima era mesmo de final. Se era considerada um problema, a torcida do Vasco se comportou e cumpriu o seu papel.

No segundo tempo, uma entrada criminosa de Rodrigo em Malcom, aos 16 minutos, mandou o zagueiro para o chuveiro. Nem com um a mais o Corinthians conseguiu se impor.

Para piorar, aos 26, o improvável aconteceu. Júlio César tabelou com Nenê e mandou para a rede, fazendo o torcedor delirar em São Januário.

Neste momento, certamente os corintianos já sabiam que o Atlético-MG estava perdendo para o São Paulo, resultado que garantia o título. Mas o Timão não queria celebrar o hexa com derrota e foi ao ataque.

Quis o destino que o jogador mais contestado durante toda a temporada, Vagner Love, marcasse o gol do título. Aos 36, Lucca escorou e ele empurrou para a rede, ratificando o sexto título do Brasileiro. 



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Corinthians faz festa em São Januário e coroa campanha perfeita com título

Empate por 1 a 1 diante do Vasco fez time
celebrar o hexa com três rodadas de antecedência

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/11/2015 | 07:00


Não foi o roteiro que o corintiano sonhava. Mas hoje isso não tem a menor importância. O empate por 1 a 1 com o Vasco, ontem, em São Januário, somado à derrota do Atlético-MG para o São Paulo, por 4 a 2, foram suficientes para o torcedor soltar o grito de hexacampeão brasileiro – levou também em 1990, 1998, 1999, 2005 e 2011. Os números tornam incontestável a conquista: restando três rodadas, são incríveis 12 pontos de diferença – 77 a 65 – para o Galo, vice-líder.

Ontem, quase nada funcionou no time de Tite. Os passes não foram tão precisos como de costume, as chances criadas foram desperdiçadas e ainda a equipe viu o adversário, brigando contra o rebaixamento, atuar com aplicação incrível.

Tite surpreendeu ao iniciar o jogo com Elias, Gil e Renato Augusto, que 48 horas antes haviam defendido a Seleção Brasileira, ao contrário do que aconteceu nas oitavas de final da Copa do Brasil, quando poupou Elias e Fagner. A atitude demonstrava que o treinador encarava o duelo como decisão.

O clima era mesmo de final. Se era considerada um problema, a torcida do Vasco se comportou e cumpriu o seu papel.

No segundo tempo, uma entrada criminosa de Rodrigo em Malcom, aos 16 minutos, mandou o zagueiro para o chuveiro. Nem com um a mais o Corinthians conseguiu se impor.

Para piorar, aos 26, o improvável aconteceu. Júlio César tabelou com Nenê e mandou para a rede, fazendo o torcedor delirar em São Januário.

Neste momento, certamente os corintianos já sabiam que o Atlético-MG estava perdendo para o São Paulo, resultado que garantia o título. Mas o Timão não queria celebrar o hexa com derrota e foi ao ataque.

Quis o destino que o jogador mais contestado durante toda a temporada, Vagner Love, marcasse o gol do título. Aos 36, Lucca escorou e ele empurrou para a rede, ratificando o sexto título do Brasileiro. 

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