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Torcida festeja título na sede de organizada em Santo André

Cerca de 300 corintianos compareceram à Gaviões da Fiel para comemorar o hexa


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

20/11/2015 | 07:00


Para assistir ao duelo diante do Vasco e comemorar o hexacampeonato nacional, cerca de 300 torcedores do Corinthians se reuniram ontem à noite na subsede da Gaviões da Fiel, no bairro Campestre, em Santo André. Apesar de a maioria ter vestido camisas pretas da torcida e do clube, era possível ver vestes laranjas, roxas, azuis e brancas, todas fazendo alusão ao uniforme do Timão.

“Já somos campeões. Vai ser 1 a 0, com gol aos 45 minutos do segundo tempo, não importa quem marcar”, apostava o fresador são-bernardense Emiliano Rodrigues, 38 anos, que é colaborador da organizada do Corinthians. Ontem, ele estava vendendo fichas para serem trocadas por cerveja, água ou refrigerante na sede. “Fomos campeões lá em Minas (na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG)”, explicou, sobre a confiança. “Foi tranquilo (conviver com a ansiedade). É só acabar o jogo e gritar ‘é campeão’”, disse.

Já o andreense Wilson Antonio dos Santos, 46 anos, que é integrante da organizada e vendia sanduíches na porta do local, estava mais otimista. “Vai ser 2 a 0, com gols de Vagner Love, porque ele é raçudo, e Ralf, que é a cara do Corinthians”, apostou. “A parada (para os jogos das Eliminatórias) foi complicada, deixou a gente mais ansioso pelo título. Sabemos que vai ser um bom espetáculo, o time encaixou”, comentou, antes do duelo.

Questionado quem seria mais merecedor do título no elenco, Sadia, como é conhecido, não titubeou. “O Tite. Ele é ídolo. Esse título é 70% dele, que soube montar o time e deu força a jogadores que estavam desacreditados”, elogiou o corintiano, que vendia cada sanduíche por R$ 5. “Corintiano paga. Não tem frescura”, riu.

Durante o duelo diante do Vasco, a torcida cantou de tudo, desde o hino do clube até músicas ironizando e xingando os rivais da Capital e o Santos. Houve foguetório, rojões e sinalizadores, que ajudavam a aumentar o volume da cantoria. Mesmo confiantes, nenhum grito de “é campeão” foi ouvido antes do tempo. Nem mesmo os gols do São Paulo, já durante a segunda etapa, fizeram a torcida comemorar, apesar de alguns terem, de fato, festejado o gol tricolor. O som aumentou consideravelmente depois do terceiro tento são-paulino e esmaeceu um pouco com o gol vascaíno, mas voltou a subir após Vagner Love deixar tudo igual. Aí já era impossível segurar o grito pelo hexacampeonato, entalado há uma semana e meia na garganta do torcedor.



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Torcida festeja título na sede de organizada em Santo André

Cerca de 300 corintianos compareceram à Gaviões da Fiel para comemorar o hexa

Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

20/11/2015 | 07:00


Para assistir ao duelo diante do Vasco e comemorar o hexacampeonato nacional, cerca de 300 torcedores do Corinthians se reuniram ontem à noite na subsede da Gaviões da Fiel, no bairro Campestre, em Santo André. Apesar de a maioria ter vestido camisas pretas da torcida e do clube, era possível ver vestes laranjas, roxas, azuis e brancas, todas fazendo alusão ao uniforme do Timão.

“Já somos campeões. Vai ser 1 a 0, com gol aos 45 minutos do segundo tempo, não importa quem marcar”, apostava o fresador são-bernardense Emiliano Rodrigues, 38 anos, que é colaborador da organizada do Corinthians. Ontem, ele estava vendendo fichas para serem trocadas por cerveja, água ou refrigerante na sede. “Fomos campeões lá em Minas (na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG)”, explicou, sobre a confiança. “Foi tranquilo (conviver com a ansiedade). É só acabar o jogo e gritar ‘é campeão’”, disse.

Já o andreense Wilson Antonio dos Santos, 46 anos, que é integrante da organizada e vendia sanduíches na porta do local, estava mais otimista. “Vai ser 2 a 0, com gols de Vagner Love, porque ele é raçudo, e Ralf, que é a cara do Corinthians”, apostou. “A parada (para os jogos das Eliminatórias) foi complicada, deixou a gente mais ansioso pelo título. Sabemos que vai ser um bom espetáculo, o time encaixou”, comentou, antes do duelo.

Questionado quem seria mais merecedor do título no elenco, Sadia, como é conhecido, não titubeou. “O Tite. Ele é ídolo. Esse título é 70% dele, que soube montar o time e deu força a jogadores que estavam desacreditados”, elogiou o corintiano, que vendia cada sanduíche por R$ 5. “Corintiano paga. Não tem frescura”, riu.

Durante o duelo diante do Vasco, a torcida cantou de tudo, desde o hino do clube até músicas ironizando e xingando os rivais da Capital e o Santos. Houve foguetório, rojões e sinalizadores, que ajudavam a aumentar o volume da cantoria. Mesmo confiantes, nenhum grito de “é campeão” foi ouvido antes do tempo. Nem mesmo os gols do São Paulo, já durante a segunda etapa, fizeram a torcida comemorar, apesar de alguns terem, de fato, festejado o gol tricolor. O som aumentou consideravelmente depois do terceiro tento são-paulino e esmaeceu um pouco com o gol vascaíno, mas voltou a subir após Vagner Love deixar tudo igual. Aí já era impossível segurar o grito pelo hexacampeonato, entalado há uma semana e meia na garganta do torcedor.

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