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Luz do S.Caetano apaga aos 46


Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

09/06/2011 | 00:02


Sob o aparato de geradores, em razão da falta de energia desde a véspera no Anacleto Campanellla, o São Caetano não foi além do 1 a 1 com a Ponte Preta, nesta quarta-feira à noite, e segue sem vencer em casa e na zona intermediária da Série B, em oitavo lugar, com cinco pontos. A Macaca chegou à vice-liderança, com sete.

Como já estava previsto, as equipes se valeram da cautela extrema desde o início da partida. A estratégia da Ponte Preta, como esperavam comissão técnica e jogadores do Azulão, era se fechar atrás da linha da bola e tentar vacilo do adversário para se dar bem. Dessa maneira, a equipe do Grande ABC também não se expôs. Calculou e caprichou cada saída do campo defensivo para o ataque.

Por conta da boa marcação da Macaca, o Azulão não imprimiu seu ritmo. A dificuldade para se projetar, sobretudo pelo lado esquerdo, ocorreu porque tanto Fernandes quanto Diego não tiveram espaço, como ocorreu diante do Bragantino, quando foram os principais destaques da equipe.

Pouco contundente, o São Caetano só criou boa chance aos dez minutos. Ailton tabelou com Nunes, recebeu na frente e finalizou. Só que o árbitro pegou impedimento na jogada.

A Ponte Preta só assustou aos 26 minutos, em chute de Tiago Luís que passou rente ao travessão do goleiro Luiz.

Aos 35, após cobrança de escanteio, Nunes desviou de cabeça para marcar o primeiro dele (1 a 0) com a camisa do Azulão. Após o gol, fez gesto de silêncio para pequeno grupo de torcedores do próprio time que, na derrota para o Ituiutaba (2 a 0), na segunda rodada, pegou no pé dele.

Na etapa complementar, o jogo teve o mesmo ritmo. À frente no placar, o São Caetano tocou a bola para abrir espaços, mas criou poucas oportunidades. A tática era ficar o maior tempo possível com a bola.

Apesar das mudanças feitas por Márcio Goiano, o time não botou pressão no adversário. Só esteve perto do segundo gol aos 37, em falta cobrada por Alan, que explodiu no travessão.

Nos minutos finais, a Ponte tocou a bola e depois de ver Anderson Marques salvar quase em cima da linha bola cabeceada por Ricardinho, chegou ao empate em chute cruzado de Uendel, que entrou livre pela esquerda, aos 46 minutos.

 

Geradores garantem energia e custo extra à agremiação

O presidente Nairo Ferreira de Souza disse que o São Caetano terá de arcar com parte dos custos do adiamento da partida com a Ponte Preta, de terça para quarta-feira, no Anacleto Campanella. É que com a falta de energia até o horário do jogo, em razão do vendaval que atingiu a cidade na véspera, o Azulão teve de alugar dois geradores de energia. O aluguel ficou em R$ 4.800 e a renda foi de R$ 1.980.

Os equipamentos, movidos a óleo diesel e que têm autonomia para até 12 horas de uso ininterruptas, serviram para alimentar as duas torres de energia, vestiários e cabines de rádio, TV e internet. Os aparelhos começaram a funcionar a partir das 19h30.

Até o fechamento da edição desta quarta-feira, a Eletropaulo não respondeu o pedido de informações sobre as causas da falta de energia no Anacleto Campanella.



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Luz do S.Caetano apaga aos 46

Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

09/06/2011 | 00:02


Sob o aparato de geradores, em razão da falta de energia desde a véspera no Anacleto Campanellla, o São Caetano não foi além do 1 a 1 com a Ponte Preta, nesta quarta-feira à noite, e segue sem vencer em casa e na zona intermediária da Série B, em oitavo lugar, com cinco pontos. A Macaca chegou à vice-liderança, com sete.

Como já estava previsto, as equipes se valeram da cautela extrema desde o início da partida. A estratégia da Ponte Preta, como esperavam comissão técnica e jogadores do Azulão, era se fechar atrás da linha da bola e tentar vacilo do adversário para se dar bem. Dessa maneira, a equipe do Grande ABC também não se expôs. Calculou e caprichou cada saída do campo defensivo para o ataque.

Por conta da boa marcação da Macaca, o Azulão não imprimiu seu ritmo. A dificuldade para se projetar, sobretudo pelo lado esquerdo, ocorreu porque tanto Fernandes quanto Diego não tiveram espaço, como ocorreu diante do Bragantino, quando foram os principais destaques da equipe.

Pouco contundente, o São Caetano só criou boa chance aos dez minutos. Ailton tabelou com Nunes, recebeu na frente e finalizou. Só que o árbitro pegou impedimento na jogada.

A Ponte Preta só assustou aos 26 minutos, em chute de Tiago Luís que passou rente ao travessão do goleiro Luiz.

Aos 35, após cobrança de escanteio, Nunes desviou de cabeça para marcar o primeiro dele (1 a 0) com a camisa do Azulão. Após o gol, fez gesto de silêncio para pequeno grupo de torcedores do próprio time que, na derrota para o Ituiutaba (2 a 0), na segunda rodada, pegou no pé dele.

Na etapa complementar, o jogo teve o mesmo ritmo. À frente no placar, o São Caetano tocou a bola para abrir espaços, mas criou poucas oportunidades. A tática era ficar o maior tempo possível com a bola.

Apesar das mudanças feitas por Márcio Goiano, o time não botou pressão no adversário. Só esteve perto do segundo gol aos 37, em falta cobrada por Alan, que explodiu no travessão.

Nos minutos finais, a Ponte tocou a bola e depois de ver Anderson Marques salvar quase em cima da linha bola cabeceada por Ricardinho, chegou ao empate em chute cruzado de Uendel, que entrou livre pela esquerda, aos 46 minutos.

 

Geradores garantem energia e custo extra à agremiação

O presidente Nairo Ferreira de Souza disse que o São Caetano terá de arcar com parte dos custos do adiamento da partida com a Ponte Preta, de terça para quarta-feira, no Anacleto Campanella. É que com a falta de energia até o horário do jogo, em razão do vendaval que atingiu a cidade na véspera, o Azulão teve de alugar dois geradores de energia. O aluguel ficou em R$ 4.800 e a renda foi de R$ 1.980.

Os equipamentos, movidos a óleo diesel e que têm autonomia para até 12 horas de uso ininterruptas, serviram para alimentar as duas torres de energia, vestiários e cabines de rádio, TV e internet. Os aparelhos começaram a funcionar a partir das 19h30.

Até o fechamento da edição desta quarta-feira, a Eletropaulo não respondeu o pedido de informações sobre as causas da falta de energia no Anacleto Campanella.

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