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Após presidência, Banha deve ser líder do governo

Vereador já conversou com prefeito Clóvis Volpi mas aguarda definição


Cynthia Tavares
Especial para o Diário

08/01/2011 | 07:42


Edson Savietto, o Banha (PDT) deve ser o novo líder do governo na Câmara de Ribeirão Pires. O nome do vereador tem circulado nos bastidores como favorito, desde o fim do ano, quando deixou a presidência da Casa após dois anos de mandato.

O atual comandante do Legislativo, Gérson Constantino (PV) - antigo líder - chegou a indicar o nome do colega para o chefe do Executivo, Clóvis Volpi (PV). "O Banha é um nome citado e que colocamos na mesa quando conversamos com o prefeito. O vereador possui aceitação muito grande. Além do mais, tem muito tempo de Câmara", analisou. "Mostrei as vantagens de tê-lo como líder", ressaltou.

Mesmo sem falar que é seu preferido, o verde não poupou elogios ao colega, com quem diz ter "grande convivência". "O Banha tem experiência, já foi presidente nos últimos dois anos e não teve nenhum problema com os pares ou com o prefeito. Conhece bastante os projetos", considerou.

Na época das eleições para presidência da Câmara, no fim de 2010, Banha apoiou Constantino para se tornar seu sucessor. Nos corredores do Legislativo corre a informação que a moeda de troca para sacramentar o acordo seria, justamente, a liderança do governo para este ano.

Volpi, por sua vez, desconversa sobre sua decisão. "Não defini isso ainda. É algo que vou indicar antes do processo legislativo começar (no dia 1º de fevereiro). Vou fazer uma opção, mas ainda não sei qual", afirmou o verde.

Banha também mantém o tom de indefinição. "Não tem uma coisa certa. O prefeito chegou a conversar comigo, mas não sei como fica, pois estou ocupando o cargo de 1º secretário".

Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo não gostaria que houvesse acúmulo de funções para o seu líder do governo. "Não sei ainda como fica minha situação por causa dessa questão da mesa diretora. Ele (Volpi) estava pensando sobre o assunto, afinal de contas, ele que vai definir", disse.

Constantino não acredita que o fato de agregar duas atividades seja determinante para a escolha. "Um líder se constitui em experiência. Se o Clóvis indicar outro nome, com certeza, não seria por causa do acúmulo de cargos. O líder precisa ser alguém que entenda de projetos", avaliou.

Caso essa hipótese levantada por Banha seja confirmada, quem pode se beneficiar e ganhar a liderança é Antonio Yosiaki Muraki (PTB), que corre por fora pela liderança. "Estamos com a conversa em andamento e elas estão adiantadas. Devo falar com o prefeito no começo da semana que vem", salientou.

O petebista foi enfático ao falar do favoritismo de Banha, mas aposta em sua experiência como líder do governo em 2005 e 2006. "Ele também tem a capacidade de assumir. Eu já fui líder anteriormente", pontuou.



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Após presidência, Banha deve ser líder do governo

Vereador já conversou com prefeito Clóvis Volpi mas aguarda definição

Cynthia Tavares
Especial para o Diário

08/01/2011 | 07:42


Edson Savietto, o Banha (PDT) deve ser o novo líder do governo na Câmara de Ribeirão Pires. O nome do vereador tem circulado nos bastidores como favorito, desde o fim do ano, quando deixou a presidência da Casa após dois anos de mandato.

O atual comandante do Legislativo, Gérson Constantino (PV) - antigo líder - chegou a indicar o nome do colega para o chefe do Executivo, Clóvis Volpi (PV). "O Banha é um nome citado e que colocamos na mesa quando conversamos com o prefeito. O vereador possui aceitação muito grande. Além do mais, tem muito tempo de Câmara", analisou. "Mostrei as vantagens de tê-lo como líder", ressaltou.

Mesmo sem falar que é seu preferido, o verde não poupou elogios ao colega, com quem diz ter "grande convivência". "O Banha tem experiência, já foi presidente nos últimos dois anos e não teve nenhum problema com os pares ou com o prefeito. Conhece bastante os projetos", considerou.

Na época das eleições para presidência da Câmara, no fim de 2010, Banha apoiou Constantino para se tornar seu sucessor. Nos corredores do Legislativo corre a informação que a moeda de troca para sacramentar o acordo seria, justamente, a liderança do governo para este ano.

Volpi, por sua vez, desconversa sobre sua decisão. "Não defini isso ainda. É algo que vou indicar antes do processo legislativo começar (no dia 1º de fevereiro). Vou fazer uma opção, mas ainda não sei qual", afirmou o verde.

Banha também mantém o tom de indefinição. "Não tem uma coisa certa. O prefeito chegou a conversar comigo, mas não sei como fica, pois estou ocupando o cargo de 1º secretário".

Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo não gostaria que houvesse acúmulo de funções para o seu líder do governo. "Não sei ainda como fica minha situação por causa dessa questão da mesa diretora. Ele (Volpi) estava pensando sobre o assunto, afinal de contas, ele que vai definir", disse.

Constantino não acredita que o fato de agregar duas atividades seja determinante para a escolha. "Um líder se constitui em experiência. Se o Clóvis indicar outro nome, com certeza, não seria por causa do acúmulo de cargos. O líder precisa ser alguém que entenda de projetos", avaliou.

Caso essa hipótese levantada por Banha seja confirmada, quem pode se beneficiar e ganhar a liderança é Antonio Yosiaki Muraki (PTB), que corre por fora pela liderança. "Estamos com a conversa em andamento e elas estão adiantadas. Devo falar com o prefeito no começo da semana que vem", salientou.

O petebista foi enfático ao falar do favoritismo de Banha, mas aposta em sua experiência como líder do governo em 2005 e 2006. "Ele também tem a capacidade de assumir. Eu já fui líder anteriormente", pontuou.

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