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Dilma considera absurda crítica da oposição



29/11/2008 | 07:01


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse considerar absurda a crítica da oposição sobre o empréstimo de R$ 2 bilhões da CEF (Caixa Econômica Federal) à Petrobras. "O fato de emprestarmos para a Petrobras não significa que não emprestemos para outras empresas", disse Dilma.

"A Sadia teve recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), nós emprestamos para a Aracruz, para Votorantim. Mas agora que história é essa de que não podemos emprestar para uma das empresas mais sólidas do Brasil?"

Para a ministra, a crise internacional e a restrição ao crédito externo justificam a ação da CEF. Dilma disse ainda discordar que o banco tenha se desviado de suas funções originais, como por exemplo, direcionar recursos para o crédito imobiliário, ao emprestar dinheiro à Petrobras. "Os bancos públicos federais são grandes instrumentos do País para que a crise de crédito não tenha um efeito perverso sobre toda a economia. A CEF pode perfeitamente emprestar para a Petrobras. Ela é uma ótima pagadora. Além disso à Caixa não está faltando recursos, pois o governo liberou mais de R$ 100 bilhões de compulsórios, para os bancos", afirmou . "Então não há falta de crédito. Há uma disputa política absolutamente indevida."

A Petrobras divulgou em comunicado seu Plano de Negócios 2008/2012 que prevê investimentos de US$ 112,4 bilhões, com necessidade de captações médias anuais de US$ 4 bilhões.



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Dilma considera absurda crítica da oposição


29/11/2008 | 07:01


A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse considerar absurda a crítica da oposição sobre o empréstimo de R$ 2 bilhões da CEF (Caixa Econômica Federal) à Petrobras. "O fato de emprestarmos para a Petrobras não significa que não emprestemos para outras empresas", disse Dilma.

"A Sadia teve recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), nós emprestamos para a Aracruz, para Votorantim. Mas agora que história é essa de que não podemos emprestar para uma das empresas mais sólidas do Brasil?"

Para a ministra, a crise internacional e a restrição ao crédito externo justificam a ação da CEF. Dilma disse ainda discordar que o banco tenha se desviado de suas funções originais, como por exemplo, direcionar recursos para o crédito imobiliário, ao emprestar dinheiro à Petrobras. "Os bancos públicos federais são grandes instrumentos do País para que a crise de crédito não tenha um efeito perverso sobre toda a economia. A CEF pode perfeitamente emprestar para a Petrobras. Ela é uma ótima pagadora. Além disso à Caixa não está faltando recursos, pois o governo liberou mais de R$ 100 bilhões de compulsórios, para os bancos", afirmou . "Então não há falta de crédito. Há uma disputa política absolutamente indevida."

A Petrobras divulgou em comunicado seu Plano de Negócios 2008/2012 que prevê investimentos de US$ 112,4 bilhões, com necessidade de captações médias anuais de US$ 4 bilhões.

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