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‘Sangue Negro’ é promessa de Oscar para Day-Lewis


Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

15/02/2008 | 07:01


Não falta mais nada para começar a participar de bolões do prêmio principal do Oscar deste ano, a ser realizado no próximo dia 24. Sangue Negro (There Will Be Blood no Original, ou Haverá Sangue), o único candidato ainda inédito no circuito, estréia hoje apenas nos cinemas paulistanos.

Para os cinéfilos brasileiros, a estréia não deve ser ignorada. Na prática, a cerimônia em Los Angeles é uma disputa direta do filme do alternativo Paul Thomas Anderson com Onde os Fracos Não Têm Vez, de Joel e Ethan Coen: ambos com oito indicações, das quais se enfrentam em seis (filme, diretor, fotografia, edição, edição de som e roteiro adaptado).

Se os Coen têm o assustador Javier Bardem, PTA (apelido do jovem cineasta) tem Daniel Day-Lewis. Para compor o papel do explorador de petróleo Daniel Plainview, Lewis vai do completo silêncio – os primeiros 15 minutos não têm um único diálogo – à mais exagerada expressão corporal.

Sua segunda premiação pela Academia é dada como certa (em 1989, ganhou por Meu Pé Esquerdo).

A história de Plainview foi criada por PTA com base em Oil!, romance de Upton Sinclair publicado em 1927 (mas não chega a ser uma adaptação). No século 19, ao lado do filho pequeno, que chama de sócio, disputa terras para procurar por petróleo – coisa que chega a fazer com as próprias mãos. Sua ganância esbarra no fanatismo do jovem pastor Eli (Paul Dano).


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‘Sangue Negro’ é promessa de Oscar para Day-Lewis

Ângela Corrêa
Do Diário do Grande ABC

15/02/2008 | 07:01


Não falta mais nada para começar a participar de bolões do prêmio principal do Oscar deste ano, a ser realizado no próximo dia 24. Sangue Negro (There Will Be Blood no Original, ou Haverá Sangue), o único candidato ainda inédito no circuito, estréia hoje apenas nos cinemas paulistanos.

Para os cinéfilos brasileiros, a estréia não deve ser ignorada. Na prática, a cerimônia em Los Angeles é uma disputa direta do filme do alternativo Paul Thomas Anderson com Onde os Fracos Não Têm Vez, de Joel e Ethan Coen: ambos com oito indicações, das quais se enfrentam em seis (filme, diretor, fotografia, edição, edição de som e roteiro adaptado).

Se os Coen têm o assustador Javier Bardem, PTA (apelido do jovem cineasta) tem Daniel Day-Lewis. Para compor o papel do explorador de petróleo Daniel Plainview, Lewis vai do completo silêncio – os primeiros 15 minutos não têm um único diálogo – à mais exagerada expressão corporal.

Sua segunda premiação pela Academia é dada como certa (em 1989, ganhou por Meu Pé Esquerdo).

A história de Plainview foi criada por PTA com base em Oil!, romance de Upton Sinclair publicado em 1927 (mas não chega a ser uma adaptação). No século 19, ao lado do filho pequeno, que chama de sócio, disputa terras para procurar por petróleo – coisa que chega a fazer com as próprias mãos. Sua ganância esbarra no fanatismo do jovem pastor Eli (Paul Dano).

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