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Cuca chega ao Santos, nega ser 'pé-frio', mas não promete título



06/06/2008 | 07:06


Cuca foi apresentado na quinta-feira como técnico do Santos, no CT Rei Pelé, sem prometer títulos. Disse que não se importa com o estigma de treinador pé-frio e nem com o fato de ter sido o segundo na ordem de preferência do Santos para substituir Emerson Leão - o primeiro era Paulo Autuori.

"Se o Santos tivesse contratado o Autuori, seria natural e estaria bem servido porque se trata de bom profissional e de uma pessoa correta", disse o treinador, tentando logo afastar o estigma de azarado.

"Sou um técnico com 44 anos e já disputei quatro ou cinco campeonatos estaduais, mais fáceis ou mais difíceis de se ganhar. E todas as equipes que eu dirigi, se não chegaram ao título, chegaram perto, como o Botafogo, onde perdi no minuto 46 do segundo tempo ou nos pênaltis", afirmou o técnico, lembrando que com o clube carioca foi ainda a duas semifinais da Copa do Brasil, além de ter sido semifinalista da Libertadores com o São Paulo, em 2004.

"Não me preocupo com esse rótulo, porque da mesma forma que você perde do Corinthians no último pênalti, também pode ganhar", defendeu-se.

Cuca poderia ter chegado à Vila Belmiro bem antes. No começo do ano, quando o time ainda engatinhava no Paulista e Leão ficou sob ameaça de demissão, o diretor de Futebol, Luiz Antônio Ruas Capella, admitiu ter feito um contato com o técnico. "Foi uma conversa, de fato, mas não houve proposta. Foi apenas especulação de mercado", explicou o técnico.

Desta vez, a conversa começou na quinta-feira passada, logo após a eliminação do Botafogo na Copa do Brasil. Disse que a demora no acerto - que só ocorreu quatro dias depois - não foi por causa de dinheiro. "Não me apego a dinheiro. A discussão foi sobre a duração do contrato e os detalhes da vinda da comissão técnica que me acompanha", afirmou.

Sobre a possibilidade de reforços, um dos motivos que teria afastado Leão do Santos, Cuca disse que ainda pretende estudar o elenco antes de pedir qualquer coisa à diretoria.  



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Cuca chega ao Santos, nega ser 'pé-frio', mas não promete título


06/06/2008 | 07:06


Cuca foi apresentado na quinta-feira como técnico do Santos, no CT Rei Pelé, sem prometer títulos. Disse que não se importa com o estigma de treinador pé-frio e nem com o fato de ter sido o segundo na ordem de preferência do Santos para substituir Emerson Leão - o primeiro era Paulo Autuori.

"Se o Santos tivesse contratado o Autuori, seria natural e estaria bem servido porque se trata de bom profissional e de uma pessoa correta", disse o treinador, tentando logo afastar o estigma de azarado.

"Sou um técnico com 44 anos e já disputei quatro ou cinco campeonatos estaduais, mais fáceis ou mais difíceis de se ganhar. E todas as equipes que eu dirigi, se não chegaram ao título, chegaram perto, como o Botafogo, onde perdi no minuto 46 do segundo tempo ou nos pênaltis", afirmou o técnico, lembrando que com o clube carioca foi ainda a duas semifinais da Copa do Brasil, além de ter sido semifinalista da Libertadores com o São Paulo, em 2004.

"Não me preocupo com esse rótulo, porque da mesma forma que você perde do Corinthians no último pênalti, também pode ganhar", defendeu-se.

Cuca poderia ter chegado à Vila Belmiro bem antes. No começo do ano, quando o time ainda engatinhava no Paulista e Leão ficou sob ameaça de demissão, o diretor de Futebol, Luiz Antônio Ruas Capella, admitiu ter feito um contato com o técnico. "Foi uma conversa, de fato, mas não houve proposta. Foi apenas especulação de mercado", explicou o técnico.

Desta vez, a conversa começou na quinta-feira passada, logo após a eliminação do Botafogo na Copa do Brasil. Disse que a demora no acerto - que só ocorreu quatro dias depois - não foi por causa de dinheiro. "Não me apego a dinheiro. A discussão foi sobre a duração do contrato e os detalhes da vinda da comissão técnica que me acompanha", afirmou.

Sobre a possibilidade de reforços, um dos motivos que teria afastado Leão do Santos, Cuca disse que ainda pretende estudar o elenco antes de pedir qualquer coisa à diretoria.  

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