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Japão caminha para reformas agressivas, diz conselheiro



19/11/2013 | 03:29


Tatsuo Hatta, presidente de um dos principais painéis de desregulação do governo, rejeitou as críticas de que um recente pacote de reformas do governo é insuficiente e disse que as estruturas estão preparadas para o primeiro-ministro, Shinzo Abe, conduzir reformas mais agressivas.

Tatsuo lidera o grupo de trabalho do governo encarregado em criar zonas econômicas especiais. Para ele, o que as pessoas querem do governo de Abe é a remoção de interesses velados na terceira maior economia do mundo. Tatsuo também disse que o governo deve intensificar seus esforços de desregulação na medicina, na agricultura e no mercado de trabalho. "Para ser visto como um reformista, Abe realmente precisa ser forte nessas áreas", afirmou.

O conselheiro afirmou que uma sinalização do comprometimento de Abe é a criação de um conselho de ministros excluindo os ministérios que são alvos das principais mudanças regulatórias. As leis necessárias para criar essas zonas estratégicas devem ser votadas no Parlamento neste mês.

O primeiro pacote de leis incluirá medidas para estabelecer novas linhas gerais para o mercado de trabalho. Mas os proponentes de um mercado de trabalho menos regulado disseram que as medidas propostas se tornaram ineficientes e que não mudarão o fato de que é difícil para as empresas com operações domésticas dispensarem trabalhadores. Esse é um dos principais fatores citados como o motivo da baixa produtividade, bem como uma das razões para que as empresas estrangeiras se estabeleçam em outros países. Fonte: Dow Jones Newswires.



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Japão caminha para reformas agressivas, diz conselheiro


19/11/2013 | 03:29


Tatsuo Hatta, presidente de um dos principais painéis de desregulação do governo, rejeitou as críticas de que um recente pacote de reformas do governo é insuficiente e disse que as estruturas estão preparadas para o primeiro-ministro, Shinzo Abe, conduzir reformas mais agressivas.

Tatsuo lidera o grupo de trabalho do governo encarregado em criar zonas econômicas especiais. Para ele, o que as pessoas querem do governo de Abe é a remoção de interesses velados na terceira maior economia do mundo. Tatsuo também disse que o governo deve intensificar seus esforços de desregulação na medicina, na agricultura e no mercado de trabalho. "Para ser visto como um reformista, Abe realmente precisa ser forte nessas áreas", afirmou.

O conselheiro afirmou que uma sinalização do comprometimento de Abe é a criação de um conselho de ministros excluindo os ministérios que são alvos das principais mudanças regulatórias. As leis necessárias para criar essas zonas estratégicas devem ser votadas no Parlamento neste mês.

O primeiro pacote de leis incluirá medidas para estabelecer novas linhas gerais para o mercado de trabalho. Mas os proponentes de um mercado de trabalho menos regulado disseram que as medidas propostas se tornaram ineficientes e que não mudarão o fato de que é difícil para as empresas com operações domésticas dispensarem trabalhadores. Esse é um dos principais fatores citados como o motivo da baixa produtividade, bem como uma das razões para que as empresas estrangeiras se estabeleçam em outros países. Fonte: Dow Jones Newswires.

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